Ameaçar um magistrado não cria automaticamente impedimento — basta ler o art. 252 do CPP. E o art. 256 é ainda mais claro: a suspeição não pode ser reconhecida quando a própria parte injuria o juiz ou deliberadamente cria o motivo para afastá-lo. Se bastasse ameaçar o julgador para torná-lo impedido, qualquer investigado poderia escolher quem o julga mediante intimidação. Isso seria exatamente o contrário do princípio do juiz natural.
Não interessa em que você vota, mas admita que o PT sempre faz os melhores jingles, isso não tem discussão. “Tapete vermelho para o filho do nordeste, tapete vermelho para quem o povo elege”.
Tem imagens que falam por si.
O Lula de hoje reencontra o Lula que nasceu nas ruas, nas fábricas e nas lutas de um povo que nunca deixou de acreditar na democracia.
Mudam os anos, mudam os desafios, mas algumas convicções permanecem: estar ao lado de quem trabalha, defender a democracia e não abandonar quem mais precisa.
A história não se apaga. Ela nos lembra de onde viemos — e por que ainda vale a pena lutar pelo Brasil. 🇧🇷❤️
@reporterenato@Manu95303945 Agora que o petróleo e as reservas de ouro estão em poder dos EUA, parece que acabaram todos os problemas da Venezuela. A mídia nem sequer fala mais em ditadura, embora praticamente os mesmos personagens continuem no comando, agora sob tutela americana.
Glenn, você está faltando com a verdade sobre o que você mesmo escreveu. No post original, chamou Moraes e o PT de “patrões” de Daniela Lima e Azevedo. Depois, quando foi questionado sobre a prova desse vínculo, tentou recuar dizendo que não afirmou que eram “funcionários”, mas apenas seus ��chefes”.
A troca de palavras não resolve o problema: chamar alguém de “patrão” ou “chefe” transmite claramente a ideia de subordinação, comando ou vínculo de interesse. E, no contexto, ainda deixa no ar a insinuação de que esses jornalistas atuariam a serviço de Moraes e do PT, inclusive podendo ser interpretado como vínculo remunerado.
Se você tem prova de que Moraes ou o PT comandam, financiam ou dirigem a atuação desses jornalistas, apresente-a. Se não tem, o correto é assumir que fez uma acusação sem demonstrar os fatos, e não tentar reescrever o sentido das próprias palavras depois de ser questionado.
É difícil compreender como alguém que chama de “humilhação” perder 20% de uma remuneração ainda muito distante da realidade da esmagadora maioria dos brasileiros pode julgar, com verdadeira dimensão social, quem vive com salário mínimo, desemprego ou dificuldade até para se alimentar.
O mais grave é que o debate existe justamente porque os chamados “penduricalhos” historicamente permitem que determinadas verbas ultrapassem, na prática, o teto constitucional. Para o cidadão comum, receber dinheiro público indevidamente gera cobrança, processo e, dependendo do caso, até responsabilização criminal. Quando se trata de certas carreiras do Estado, parece surgir uma impressionante criatividade jurídica para explicar por que o teto nem sempre é teto.
Talvez a verdadeira humilhação esteja em outro lugar: no brasileiro que sustenta essa estrutura e jamais verá, em vários anos de trabalho, o que alguns recebem em um único mês.
GIGANTE! DANIELA LIMA PEITA A IMPRENSA APÓS SER CRITICADA POR COLOCAR OS PINGOS NOS IS NO CASO ENVOLVENDO BLOGUEIRO DO MARANHÃ E O MINISTRO DO STF FLÁVIO DINO
Dizer que “cidadão de bem se sente seguro quando a polícia se aproxima” e que só quem deve alguma coisa sente medo é uma generalização perigosa.
Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, estava caminhando com o marido quando uma ocorrência envolvendo uma viatura terminou com ela morta por um disparo feito por uma policial militar de 21 anos, então aluna-soldado.
Sentir receio de uma abordagem policial não é confissão de culpa. Polícia é uma instituição essencial e merece respeito, mas policiais são seres humanos: podem errar, agir de forma desproporcional ou até cometer crimes, o que não é nenhuma novidade.
🚨URGENTE: Haddad relata abordagem "intimidadora" de viatura com três fuzis na porta de casa
O candidato ao Governo de São Paulo Fernando Haddad relatou que, na noite de terça-feira, uma viatura da PM emparelhou com seu carro e o seguiu até sua casa, permanecendo por perto sem realizar abordagem padrão. Segundo ele, o motorista ficou abalado ao notar a presença de três fuzis dentro do veículo policial. Haddad afirmou que levará o caso ao governo do estado para apuração, disse preferir acreditar em um mal-entendido, mas destacou a importância de tornar o episódio público para garantir sua segurança e a de sua equipe.
A jornalista da CNN foi muito bem ela perguntou aquilo que ela queria saber e que poderia colocar o Fernando Haddad na sai justa, mas agora o Pais ficou realmente a saber que a taxa das blusinhas é responsabilidade dos governadores de estado e congresso nascional, graças a está perfunta intencional da Jornalista CNN.