Obrigada Flávio Dino!
Obrigada Andrei!
Obrigada Moraes!
Obrigada por escancarar toda atuação política de vocês!!
A campanha do Flávio e dos senadores apoiadores agradece!
Sei que vocês desesperaram, mas agora tá todo mundo vendo
NAO ADIANTA NEGAR.ELA NAO SÓ GRAVOU,COMO TAMBÉM REGISTROU EM CARTÓRIO...
O Rocambole e o filho do Sarney se enrolaram...
@claudio_dantas_ explica.
Vídeo emprestado da @pamcosta21
Alô, Flávio Dino! 🚨🚨🚨
Já que hoje acordou tão preocupado com ONGs e emendas parlamentares, fica aqui mais um caso para a lista:
R$ 100 MIL de dinheiro público para produzir CINCO episódios do podcast da ONG de Manuela D’Ávila. R$ 20 mil por episódio, com promoção eleitoral da candidata.
Sua relação com a Manuela nao iria impedir a justiça de atuar, ne?
Confiamos nisso 👍🏻
URGENTE - Mooska.
A PROFECIA DO CARTÓRIO
"Produtora registrou em documento juramentado que a PF bateria à sua porta se ela não aceitasse delatar Flávio Bolsonaro. Hoje a polícia cumpriu a ameaça."
A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão nesta manhã e acabou apreendendo a certidão de óbito do próprio método inquisitorial de Brasília.
Dentro da casa de Karina Gama, produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, os agentes recolheram um documento de quatro páginas.
Não é uma anotação clandestina.
É uma declaração juramentada, redigida e datada antes da operação acontecer, que descreve com precisão de minutos e nomes o roteiro da coação política no Brasil.
A empresária deixou registrado:
Disseram a ela que, se não aceitasse forjar uma delação premiada contra Flávio Bolsonaro, viraria alvo de uma operação policial cinematográfica por pura retaliação política.
Hoje, os camburões bateram à porta dela.
Não foi a polícia que desvendou um crime.
Foi o Estado que cumpriu, com atraso de semanas, a ameaça que ela havia registrado em cartório.
O documento detalha a anatomia dos três emissários do poder:
Primeiro contato: 22 de maio de 2026, às 9h07.
O empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, ofereceu apoio jurídico e afirmou possuir grande proximidade com o ministro Flávio Dino, colocando-se à disposição caso a produtora quisesse fazer uma delação premiada.
A empresária recusou por não ter o que delatar.
Segundo contato: 27 de agosto de 2026, às 11h22.
Um líder religioso com trânsito no governo federal e no Supremo Tribunal Federal procurou a empresária a pedido de interlocutores dessas autoridades.
O recado foi explícito: se ela fizesse a delação, nada aconteceria com ela e ela não seria alvo de nenhuma operação policial.
Ela recusou novamente.
Terceiro contato:
Um jornalista de imprensa tradicional entrou em cena para pressionar, afirmando que ela estaria servindo de bucha de canhão para o candidato e que a recusa em colaborar resultaria em medidas judiciais imediatas.
O desfecho do documento redigido por Karina antes de sofrer a busca é devastador:
"Como não cometi nenhuma irregularidade e como não fiz nenhuma delação premiada, tenho receio de que alguma operação policial possa ser realizada contra a minha pessoa por retaliação política e não porque cometi algum ilícito."
Está tudo aí, em preto no branco.
A delação premiada em Brasília deixou de ser meio de obtenção de prova para se tornar instrumento de extorsão estatal.
Aperta-se o elo mais fraco da corrente, manda-se o recado pelo filho do oligarca, pelo pastor e pelo repórter amestrado.
Se o alvo se recusar a mentir contra o adversário político da vez, o aparato repressivo do Estado é acionado para fabricar a culpa na marreta.
E por que o desespero em caçar Flávio Bolsonaro a qualquer custo?
Basta olhar a pesquisa do PoderData divulgada hoje: Flávio lidera no segundo turno contra o presidente da República.
Quando o sistema percebe que as urnas estão escapando do controle, o tribunal e a polícia entram em campo como linha de montagem eleitoral.
O documento apreendido pela Polícia Federal nesta manhã não incrimina a produtora.
Ele incrimina a República.
Zumm...
#Brasil
#DARKEHORSE
#STF
#Eleições2026
DARK HORSE - Mário Frias não recebeu R$ 129 milhões. Não recebeu R$ 50 milhões. Não teve R$ 40 milhões em cotas de aeronaves. Não ganhou jatinho, helicóptero ou imóveis. Não recebeu pagamentos milionários. Não consultou ministro sobre fugir do país. Ele não é do PT bahiano, ele não ganhou cargo no governo e nem é defendido por escritório da esposa do ministro e/ou tem relação com o conseguiu bloquear. Ele não tem como pedir para um ministro interferir na PGR e PF. Entenderam? Força Mário.
Bolsonaro ficou inelegível por uma reunião privada com embaixadores, fora do período eleitoral, para falar sobre as urnas do TSE.
Já Lula acusa o TSE de “falcatrua” em palanque eleitoral, a menos de um mês da eleição.
E agora?
Agora?
“E nós da imprensa temos que fazer um mea-culpa. A gente aceitou medidas fora da lei porque achava que os fins justificavam os meios. Esquecemos que as formalidades são fundamentais. A gente realmente errou.”
🚨 GRAVÍSSIMO! O jurista Maierovitch detona a decisão de Flávio Dino: afirma que ela não se sustenta juridicamente e que é “difícil de engolir”. E vai além: classifica Fachin como pusilânime.
Quando a crítica vem de dentro do próprio meio jurídico, o alerta fica ainda mais sério. Até onde vai essa crise no STF?