Como pedagoga, discordo bastante disso aqui.
Inclusive: fico preocupada com esse desejo por uma pedagogizacao de toda e qualquer atividade dentro do ambiente escolar.
Ainda que o brincar e brincadeiras façam parte de práticas educativas e pedagógicas, poderia simplesmente ser uma gincana. É importante para a criança, família e escola.
Ultimamente, tenho lido por aí que “acompanhante terapêutico/especializado/exclusivo segrega o aluno com deficiência na classe”. Olha aí o Theo, meu filho autista não oralizado grau 2 de suporte super “segregado” da turma tirando foto de brega pro álbum de formatura. +
o amor é pra ser leve, gente! o amor é pra ser saída (escape) em meio caos, não pra ser o caos. o amor é a resposta dos problemas, não a causa. se pesa e traz alguma confusão, não é amor. o amor é paciente, bondoso, não procura seus interesses e tudo suporta :)
Aí veio gargalhada, gritaria.
Até estranhei tanta molecagem.
Quando diminuiu o barulho, uma queridinha lança: fulana apostava que era ELE KKKKK
Rimos muito
gente, uma naturalidade tão grande. Uma pureza tão sincera.
Fiquei feliz com essa geração normalizando isso tão bem
Imagine que uma cobra te picou e ao invés de tentar se livrar do veneno, você resolve correr atrás da cobra para tentar descobrir porque ela fez isso e tenta convencê-la de que você não merecia aquilo enquanto o veneno age e te mata lentamente.
Esse texto não é sobre cobras.
Existe um evento semanal histórico na vida adulta chamado:
“hoje tive terapia”.
Nesse dia há trocas de inúmeros áudios acima de 3 min com a melhor amiga discutindo o que já foi discutido em sessão.
Só que sob uma nova ótica
(caótica-engraçada-meio-desesperadora)
Pra quem usou bolsinha de cachorrinho rosa, gloss de moranguinho, lilica replica, melissinha, assistiu todos os filmes da barbie eu tô passando muito perrengue
sim meus pais me criaram pra ser uma mulher forte e independente porém de vez em quando eu gosto de ficar meio fraca e dependente
Tô cansada de resolver problemas