E, de fato, antigamente ensinavam mesmo. As pessoas eram preparadas de verdade.
Quando comparo aquilo que aprendia na quarta série com o que é ensinado hoje, a diferença já é gritante.
O ensino foi profundamente deteriorado, e a capacidade de aprender acabou sendo destruída e isso em pouco tempo.
Grandes tiranos, ditadores e megalomaníacos...
Criam planos e os colocam em prática porque possuem um sonho, no qual acreditam profundamente, ou não, apenas usam isso como desculpa.
Então o apresentam ao mundo como algo bom e necessário.
E isso vira justificativa para inúmeras atrocidades.
Uma correção, em meu post anterior, disse que o Pix é uma criação do governo Bolsonaro, errei, ele começou ser criado pelo Banco central ainda no governo Temer, porém não podemos tirar do governo Bolsonaro o crédito de ter implantado o Pix.
Veja, quando eu falei sobre o PIX e sobre o comentário do Eduardo, não é que ele tenha, de fato, proposto uma troca. O ponto é que eles estão dispostos a essa troca.
Pois, a partir do momento em que os caras estão lá, chorando para os Estados Unidos, querendo ser vassalos americanos aqui no Brasil, e os Estados Unidos fazem suas imposições contra o PIX, pois enxergam o sistema como algo que atrapalha determinados interesses da economia americana, na sequência aparece um vídeo do Eduardo passando pano para o sistema americano.
O que precisamos entender é que ali já estava em andamento um processo de propaganda para criar a possibilidade de uma futura troca por outro sistema.
O que aconteceu foi que acharam que isso passaria desapercebido.
De fato, ele não falou que vai trocar, mas já começou a fazer propaganda. Isso é uma preparação de terreno para aquilo que pretendem fazer. Isso é muito velho.
E digo mais: essa galera que está nos Estados Unidos, os Bolsonaros, vai trocar e entregar o que for preciso para os Estados Unidos se isso significar poder atuar como vassalos dos caras aqui no Brasil e governar o país.
Ou seja, se o Flávio assumir o cargo de presidente, conseguirão uma sobrevida para o bolsonarismo, que já não está muito bem. Eis o desespero.
Vão trocar qualquer coisa para conseguir uma pequena sobrevida política. E, nessa condição, caso consigam chegar ao poder, uma leva de pessoas de índole muito duvidosa entrará nesse esquema de governo do Flávio e dos Bolsonaros.
Então, cuidado com essa gente. Cuidado com essa gente.
Começaram com a propaganda das coisas que pretendem entregar aos Estados Unidos.
Foda-se o povo brasileiro. O que importa é conseguir aquilo que querem dos americanos.
Vão conseguir? Não sei.
Mas fica aqui, mais uma vez, o meu alerta.
Há tempos venho alertando sobre um padrão que se repete ao longo da história: primeiro surge o caos, depois aparece alguém se apresentando como a solução.
O que vemos hoje na França é um exemplo disso. Diante do aumento da insegurança, da instabilidade e das tensões sociais, cresce o clamor por um líder forte, alguém que possa restaurar a ordem.
Quem será esse líder e a quem ele realmente servirá?
Estamos observando um processo global.
Em diferentes países, o caos é promovido por meios distintos. Na Europa, vemos conflitos culturais, tensões sociais, violência e uma instabilidade cada vez maior.
Para isso, utilizaram o processo de imigração, transformando infratores vindos de outros países em pontas de lança desse processo.
No Brasil, o mecanismo assume outras formas, utilizando agentes políticos, ideológicos e institucionais para gerar divisão, revolta e desgaste permanente.
Ao mesmo tempo, aquilo que conhecemos como direita avança em várias partes do mundo. Muitos enxergam esse movimento como uma reação natural ao caos, mas eu observo algo mais profundo. Os Estados Unidos, por exemplo, continuam expandindo sua influência política, econômica e estratégica, enquanto guerras, conflitos comerciais, sanções e disputas financeiras contribuem para tornar o cenário global cada vez mais instável.
E é justamente em momentos de instabilidade que surgem os salvadores.
As pessoas, cansadas da violência, da corrupção, das crises econômicas e da falta de perspectivas, passam a desejar desesperadamente alguém que resolva os problemas. O perigo está no fato de que, o próprio sistema que ajudou a criar a crise se apresenta depois como a solução para ela.
Por isso digo que o mal raramente se apresenta como mal. Ele cria o problema e depois veste a máscara do bem. Alimenta o medo, a revolta e o ódio e, quando as pessoas estão emocionalmente esgotadas, oferece uma saída que parece perfeita.
Tudo isso faz parte de um grande tabuleiro. Um processo no qual as pessoas são conduzidas por emoções legítimas, mas acabam aceitando caminhos que talvez rejeitassem se estivessem observando os acontecimentos com mais calma e distância.
E quando alguém tenta alertar sobre isso, é brutalmente rejeitado. Afinal, foi assim durante a história humana. Quem questiona a narrativa dominante quase sempre é tratado como exagerado, pessimista ou conspiracionista.
Meu alerta continua o mesmo: não olhem apenas para os problemas. Observem também quem se beneficia deles, quem ganha força com eles e quem se apresenta para resolvê-los.
Pois a resposta para o jogo está justamente na relação entre o caos e o salvador que surge logo depois.
Comentei ontem sobre a possibilidade de entregar o Brasil aos EUA e, com isso, perder o PIX.
Aí já aparece o Dudu falando sobre o tal "Zelle" e passando pano para esse sistema americano.
Pois é... farão o que for preciso. Entregarão qualquer coisa em troca de poder e para se tornarem vassalos dos americanos aqui no Brasil.
Eu sei que existem muitas pessoas que não entendem a sujeira desses processos, concordam com isso e ainda acham tudo lindo.
Façam o que acharem melhor, mas isso está longe de ser patriotismo.
A realidade do Brasil sempre foi ser vassalo de potências estrangeiras.
Povo fraco, país fraco. 👍
Como eu comentei, se o Trump realmente escolheu o Flávio, a oposição ficará bem quebrada, e as tentativas de se manter no poder tenderão a se tornar cada vez mais baixas e absurdas.
Isso apenas reforça aquilo que venho dizendo há muito tempo: Lula e Xandão são alvos e sairão de cena mais cedo ou mais tarde. Não apenas porque podem atrapalhar determinados planos, mas também porque existe uma demanda popular de rejeição contra eles.
Aquilo que hoje é conhecido como direita avançará.
O que está estabelecido atualmente será derrubado por um suposto novo bem, e surgirão uma nova política, um novo controle, uma nova via e um novo mundo.
Como também já disse, trata-se do mesmo mal com novas bandeiras, novos símbolos e uma nova roupagem. Existem pessoas dentro dessa direita trabalhando para essa nova via e para fazer parte dela. Tomem cuidado com os duginistas.
O tabuleiro inteiro é controlado pelo mal e, mais uma vez, sobreviveremos em meio às disputas dos gigantes, entre seus tropeços, conflitos e falhas.
Não se preocupem, o Brasil não vai falir. Porém, as coisas ficarão mais apertadas do que já estão, ainda que por um período.
Preservem a fé e a sanidade. Vivam no mundo como se não pertencessem a ele. É tempo de provação.
Deixem que briguem. Deixem aqueles que desejam fazer militância e servir de gado para políticos seguirem as escolhas que fizeram.
Não concentrem todas as suas preocupações na política, porque ela está fora do nosso controle e da nossa capacidade de mudar alguma coisa.
O que estamos passando é apenas um piscar de olhos na história do mundo e na eternidade que nos aguarda.
Deixem o jogo seguir... 👍
Cuidado com pessoas que acreditam que esse tipo de derramamento de sangue justifica determinadas mudanças no mundo, porque elas passam a acreditar em falsas vitórias, enxergando apenas questões materiais e imediatas.
Não se pode esperar algo verdadeiramente bom de quem perdeu a noção do valor da vida.
O que vemos acontecer atualmente está longe daquilo que é a guerra justa.
E, sinceramente, eu não gostaria de estar na pele daqueles que estão orquestrando todos esses conflitos quando a prestação de conta chegar.
De uns tempos para cá, existe uma espécie de "culto à magreza". Mas não de forma natural. Trata-se de algo cada vez mais agressivo, especialmente entre celebridades que são usadas como modelos a serem seguidos.
E qual é o problema que parece estar embutido nisso?
Ao que tudo indica, existe uma preparação psicológica para os novos modelos de alimentação que pretendem implementar no futuro.
Uma vez que a sociedade seja condicionada a aceitar determinados níveis de privação e desnutrição como algo desejável ou até admirável, torna-se muito mais fácil aceitar novas práticas alimentares quando elas forem apresentadas.
Estou apenas fazendo uma conjectura. 👍
No momento, existe um processo de expurgo em andamento envolvendo grupos criminosos e os novos rumos que os países pretendem adotar.
E, através de disputas, acordos e um jogo extremamente sujo, está sendo definido quais desses grupos permanecerão ativos e quais serão descartados.