A historia do Brasil esta sendo escrita de forma vergonhosa. A Democracia foi destruída na cara dura. O pior é que tem gente que aplaude. Vergonha!!!!!
Jair Bolsonaro não pôde mostrar as imagens do dia 7 de setembro de 2022.
Michelle agora não pode mostrar as imagens do próprio marido.
E ainda tem gente que acha que não vivemos uma ditadura do judiciário e que a direita nao é perseguida.
É realmente impressionante como Brasília está tomada pela corrupção. Não ficaria surpreso se realmente ele fugisse para algum lugar. Assim são os ratos… se escondem sempre!
De acordo com critério aplicado ao caso Filipe G. Martins, Moraes deve ser preso preventivamente ainda hoje. Não há apenas um indício claro de prevaricação, mas há risco de fuga. Inclusive, Vorcaro pede que Moraes o ajude a fugir.
De acordo com critério aplicado ao caso Filipe G. Martins, Moraes deve ser preso preventivamente ainda hoje. Não há apenas um indício claro de prevaricação, mas há risco de fuga. Inclusive, Vorcaro pede que Moraes o ajude a fugir.
O Duolingo não conseguiu ensinar-me inglês em 3 anos.
O ChatGPT conseguiu em menos de 3 semanas.
Sim, de graça.
Partilho contigo os 8 prompts exatos que usei :
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Todo mundo sabe bem quem é o Lula!
Inclusive, seus próprios aliados.
Compartilhe esse vídeo com o máximo de pessoas possíveis para que essa máscara caia de vez.
Debora Rodrigues dos Santos, mãe de dois filhos pequenos, está presa preventivamente desde março de 2023 por ordem do ministro Alexandre de Moraes, em razão dos atos do 8 de janeiro. O caso dela foi revelado hoje pela @gazetadopovo.
O caso dela parece conter diversos abusos e ilegalidades.
O prazo legal para apresentação de denúncia em caso de réus presos é de 35 dias. Debora ficou presa 420 dias sem denúncia, e mesmo denunciada e sem oferecer risco para a sociedade, segue presa.
Os advogados de Debora afirmam que a denúncia é completamente genérica, e que a única ação individual dela foi de pichar uma estátua, o que seria penalizado, no máximo, com prestação de serviços à comunidade.
A denúncia da PGR diz que Debora pichou a estátua do STF com batom, onde escreveu "Perdeu, mané". Em vez de acusa-la pelo crime de pichação, de menor potencial ofensivo, ela foi acusada de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de estado, associação criminosa armada, deterioração de patrimônio tombado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União.
O STF também está violando o direito de Debora de responder ao processo em prisão domiciliar em razão dos seus filhos pequenos, conforme garante o art. 318 do Código de Processo Penal.
O STF está, inclusive, violando seus próprios precedentes, já que o tribunal concedeu habeas corpus coletivo em 2018 para conceder prisão domiciliar para as presas preventivas que tinham filhos de até 12 anos de idade.
Talvez se Debora fosse uma traficante, homicida ou acusada por corrupção, ela já estaria livre nas ruas, mas como ela foi presa no 8 de janeiro, é como se ela não tivesse mais direito fundamental algum.
O advogado relata que já foram feitos 8 pedidos de prisão domiciliar, mas todos foram negados pelo STF, sem cabimento. Os pedidos de prisão domiciliar só poderiam ser negados se Debora houvesse praticado violência ou grave ameaça contra seus filhos ou em razão de outra excepcionalidade, o que não é o caso.
A família de Debora é apenas mais uma das milhares de famílias do 8 de janeiro que pedem socorro diante dos abusos cometidos pelo STF.
Compartilhe para que mais pessoas conheçam a história da Debora.
Brazil’s Supreme Circus: Where Justice Goes to Die and Democracy Goes to Hide
If you wanted to design a judicial system that looks legitimate on the outside while rotting from the inside, you would not need a think tank.
You would just study Brazil’s Supremo Tribunal Federal.
At the centre of this national telenovela masquerading as a democracy stands Dias Toffoli — the man affectionately nicknamed “the friend of my father’s friend,” as if that were an actual qualification for overseeing a nation of 203 million people. Spoiler: it is not.
Toffoli’s legend began when Crusoé magazine exposed the kind of financial creativity normally found in offshore spreadsheets and crime dramas. Instead of resigning in disgrace like any self-respecting official in a functioning republic, he doubled down and chose his perfect partner: Alexandre de Moraes, a man whose understanding of constitutional law appears to begin and end with the phrase “because I said so.”
Brazil used to fear organised crime.
Now it fears organised courts.
Let us revisit a charming footnote from 2021: former Rio governor Sérgio Cabral — a man who would know corruption because he practically invented half of it — stated that Toffoli allegedly received millions to “modify a vote” and sprinkle precautionary measures like confetti over the political elite. Conveniently, Cabral’s own convictions were later annulled by the very same Toffoli.
Imagine that.
In any other country, this would be satire.
In Brazil, it is Tuesday.
This is not a judiciary.
It is an immunity vending machine.
And every time the Brazilian public demands accountability, transparency, or even basic legality, the response from the temple of the toga is predictable: censorship orders, investigations with no victim, and rulings that treat the constitution like a suggestion rather than the highest law of the land.
The public is told to trust institutions that have long since stopped trusting the public.
Asking Dias Toffoli to voluntarily step aside is like asking a fox to leave the henhouse because it has eaten enough chickens. It will not happen. But let us be clear: democracies do not collapse because people criticise the courts. Democracies collapse when courts behave like monarchies.
Brazil deserves a judiciary that respects its constitution, not one that rewrites it on a whim.
Brazil deserves separation of powers, not a Supreme Court that confiscates them.
And Brazil deserves justice, not a cartel with gavels.
Until the political class confronts the rot head-on — legally, transparently, constitutionally — Brazil will continue to sink into this surreal blend of authoritarianism and farce.
The question is no longer whether Brazil is in crisis.
The question is how much more the country will tolerate before reclaiming the republic it was promised.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu não apenas defender Dias Toffoli, relator do caso Banco Master, como também intimidar publicamente quem ousa questionar a atuação da Corte. Em carta oficial, Fachin afirmou que “não há irregularidade” na conduta de Toffoli e avisou que o STF “não se dobra a ameaças ou intimidações”, insinuando que críticas, questionamentos e cobranças públicas seriam ataques ilegítimos à instituição.
O STF não responde ao mérito das suspeitas, não esclarece conflitos de interesse e não enfrenta os fatos. Opta-se por transformar a crítica em ameaça e o escrutínio público em crime moral contra a democracia.
Na sequência, o decano Gilmar Mendes reforçou o coro corporativo. Em suas redes sociais, celebrou o arquivamento, pela PGR, do pedido de afastamento de Toffoli, classificando a decisão como prova do “funcionamento regular das instituições da República”. Nenhuma linha sobre as conexões suspeitas, nenhuma palavra sobre o escândalo financeiro que já ganhou repercussão internacional. Apenas aplausos à PGR, chefiada por alguém que ele próprio indicou.
Gilmar Mendes antecipou publicamente seu entendimento sobre uma eventual arguição de suspeição de Toffoli, caso o tema chegasse ao STF. Ou seja, revelou o voto antes do julgamento, eliminando qualquer vestígio de imparcialidade.
Enquanto isso, a revista do poder global, The Economist, publicou uma reportagem dura sobre o colapso do Banco Master, afirmando que a liquidação do banco “enreda políticos e juízes” e que o desdobramento do caso está ficando “cada vez mais feio”.
Enquanto no Brasil se repete que “não há irregularidades”, lá fora a pergunta já mudou: como o sistema permitiu isso - e quem está sendo protegido?
O STF, que deveria ser o “guardião da Constituição”, passou a agir como um escudo de autoproteção, erguido não para defender o cidadão, mas para blindar a si próprio. Não por acaso, cresce a sensação de revolta e desamparo; o brasileiro comum já não vê no Supremo um árbitro, mas um poder fechado sobre si mesmo - distante, imune e indiferente às consequências de seus atos nefastos.