Virginia negocia o inegociável e reata com Vini Jr. Neymar não é abduzido durante jogo da Seleção e deixa cidadãos brasileiros frustrados. Vó Bahiana se defende e diz que sonho não é previsão. Sem poder usar aliança em campo, Endrick coloca esparadrapo no dedo. Haaland finge sotaque, engana torcedora norte-americana e diz que é apenas o “cara que cuida das redes sociais” da Noruega. Após criticar o Bolsa Família, Luciano Huck aluga um camarote inteiro para ele e a família assistirem ao jogo do Brasil em Miami. Camila Cabello vai ao estádio torcer pelo Brasil e avisa: “desculpa não ter finalizado o álbum, mas minha prioridade agora é a Copa”. Internautas questionam por que Neymar tem a cara inchada mesmo sendo magro. Galvão Bueno reclama de ex-colega da Globo que ficou em pé na frente dele durante o jogo. Matheus Cunha posta foto com Neymar e Marquinhos e os chama de “coroas”. Brasileiros tentam xingar juiz mexicano que anulou gol de Vini Jr. no Instagram, mas se confundem e detonam piloto da Stock Car com o mesmo nome. Enquanto recebe cerca de um salário mínimo por dia como senador, Romário “quebra tudo” na balada em Miami. Ginecologista compara jogadores da seleção com métodos contraceptivos: “Neymar é o coito interrompido, Vini Jr. é a pílula anticoncepcional, Paquetá é o preservativo, Endrick é o Implanon e Alisson é o DIU”.
Quinta-feira, 25 de junho de 2026
Por motivos óbvios, o serviço tem sido pouco divulgado, mas vale ressaltar sua existência (e espalhar!). Foi lançada há poucos dias uma plataforma que permite a autoexclusão de TODOS OS SITES DE APOSTAS nacionais e o bloqueio da publicidade direcionada por bets. Aqui: https://t.co/PojObx4KfY
pitaco da primeira semana
melhor história nova: josimar culpa do cartório
pior história repetida: japoneses levando seu lixo
melhor análises: amanda viana (cazétv)
pior análises: felipão (selecao copa)
melhor mesa redonda: sarriá (youtube)
pior mesa redonda: posse de bola UOL
Tiago Leifert revela que se pudesse reencarnar, gostaria de ser o Neymar. Filho de Neymar, Davi Lucca, vira empreendedor aos 14 anos e vende chaveiro de dinossauro feito com impressora 3D por R$ 99,99. Vini Jr. deixa de seguir 50 mulheres no Instagram. Chelsea contrata Carlinhos Maia como modelo para o lançamento da nova camisa do clube. Virginia Fonseca apresenta novo look para torcer pelo Brasil na Copa, mas fica parecendo a Galinha Pintadinha. Internautas enxergam um bebê no joelho do Neymar. Danilo guarda o celular dentro da cueca. Neymar nega que participará de série de novelinhas live-action produzidas com IA. Torcida brasileira canta música de Sidney Magal no metrô de Nova York. Andressa Urach recebe críticas por fazer propaganda de plataforma de conteúdo adulto vestindo a camisa do Brasil. Karoline Lima questiona se tem Hot Filadélfia na Filadélfia. Luana Piovani compartilha post que alfineta Neymar: “evitem esbarrar na TV para ele não cair”. Vidente Vó Bahiana de Balneário Camboriú prevê que a Seleção Brasileira será abduzida durante o jogo contra a Escócia em 24 de junho.
Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Acho que nem derramei uma lágrima no dia em que me disseram que você tinha partido. Eu só estava em choque.
Foi algumas semanas depois da minha estreia pelo Leganés. Quem estreia aos 18 anos contra o Real Madrid? Era loucura demais. Era um sonho… e então virou um pesadelo. Alguém ficava me ligando de casa. Eu estava irritado. Eu não entendia por que continuavam me ligando.
Atendi, e eles nem suavizaram. Você sabe como é lá em casa. Sem emoção. Só…
“Sua irmã se foi.”
“O quê?”
“Ela morreu.”
“Do que você está falando?”
“Alguém colocou alguma coisa na bebida dela em uma festa, e ela nunca mais acordou. Ela se foi.”
Você tinha 15 anos.
Eu nunca tive nenhuma resposta. Não sei se quero saber o porquê. Talvez tenha sido inveja. Talvez seja apenas algo que acontece no nosso país. Talvez eu pudesse ter te protegido. Eu não sei.
Eu tento confiar no plano de Deus. É tudo que posso fazer. Eu não tento esquecer, porque sei que não vou esquecer. Tudo que posso fazer é usar a dor para trabalhar mais duro, e para fazer tudo que sonhamos.
Escrevi isso porque não consigo falar sobre isso. Escrevi isso porque quero que você saiba que vou garantir que você continue viva. Vou garantir que todos conheçam o seu nome. O mundo inteiro.
Tudo que faço em um campo de futebol é por você.
Tanta coisa aconteceu desde a última vez que te vi… Você nem acreditaria. Eu não sei se eu acredito.
Sabe o que é louco? Depois da minha estreia contra o Madrid, eu realmente troquei camisa com o Mbappé. Lembra quando a gente assistia ele na TV, e você dizia: “Mbappé? Sim, ele é bom. Mas meu irmão é melhor.”
Eu estava errado sobre uma coisa. Eu não quero ser rico. Eu vejo o que isso faz com as pessoas, até com a família. Quando eu estava no Leganés, tudo que eu ganhava, eu mandava para casa. Chegou ao ponto em que eu nem queria mais dinheiro. Era apenas um peso. Eles nunca paravam de pedir. Acho que pensavam que eu já era milionário. Eu nem tinha um apartamento. Eu morava no centro de treinamento, em um quarto sem TV. Só futebol e sono, futebol e sono.
Eu não queria uma casa grande. Eu não queria carros. Eu só queria colocar tudo no futebol. Tudo para mostrar ao mundo que minha irmã estava certa…
Há… você vai achar isso engraçado.
Quando me mudei para jogar no RB Leipzig, eu estava sempre atrasado. Bem, não atrasado. Mas eu chegava na hora, o que na Alemanha significa que você está muito atrasado.
Então você já sabe o que eu fiz depois. Comecei a chegar 90 minutos mais cedo para tudo. Eu chegava tão cedo o tempo todo que os caras começaram a me chamar de “O Alemão”.
Eu sempre preciso exagerar em tudo. Não tenho nenhum equilíbrio. Você sempre dizia isso. O campo é o único lugar onde ainda me sinto em casa. É o lugar onde me sinto calmo, e onde posso falar com você. Eu só queria que você ainda estivesse aqui para eu poder te dizer… Nós conseguimos.
Tudo que você disse se tornou realidade.
Estamos partindo para a Copa do Mundo amanhã. De verdade. Seu irmão vai jogar pela Costa do Marfim, como Drogba, como Yaya, como Gervinho.
Eu nem vejo isso como um jogo. Vejo como um palco. Esta é minha chance de mostrar ao mundo inteiro o que você viu em mim. Toda vez que eu marcar, vou garantir que todos saibam o seu nome. Vou garantir que eles não se esqueçam de você.
Você sempre dizia que eu poderia ser melhor que Cristiano. Se eu o vir lá, vou dizer olá por você.
Vou fazer o que você previu, eu juro. Antes mesmo de eu ter chuteiras de verdade, você dizia para todo mundo: “Meu irmão vai ser o melhor do mundo.”
Vou provar que você estava certa, ou vou morrer tentando.
Seu irmão,
Yan
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
Ancelotti, de forma excêntrica, quer encarar a Copa sem lateral-direito. Ibañez dá um passe torto pra Paquetá, que perde o controle da bola, e sai o gol marroquino. Ibañez não pode ser culpado por isso. A escolha de elenco me soa incompreensível. Seu primeiro ato na Seleção foi trazer Casemiro de volta ao time. O fez por memória afetiva de anos atrás. O volante, já em ritmo de Inter Miami, é um clamoroso corpo estranho no ritmo de Copa. Pra quem quer que o seu time marque saída de bola em pressão forte, ter Casemiro pertinho dos zagueiros como um irmão caçula fugindo de problemas é uma auto-sabotagem. Igor Thiago titular, bem, é a escolha conservadora e teimosa, baseada em uma fantasia de segurança e força, que quase todo técnico tem. O resultado é até esperado, nada de muito incômodo. A atuação não está à altura de sonhos maiores.
The plane carrying the #Uruguay national team is unable to enter the United States for the #2026WorldCup due to missing permits.
Uruguay's trip to Miami, where they are set to play Saudi Arabia in their opening match tomorrow, has been delayed.
This World Cup is an absolute disgrace. You are responsible for this, @FIFAWorldCup.
"A vida de um único ser humano vale mais do que todo o ouro do homem mais rico da terra."
Ernesto Che Guevara nasceu neste dia em 1928.
Foto de 1963, quando o revolucionário argentino recepcionou o time do Madureira em Cuba.
Por que diabos fazer isso em um parque? Não existem outros espaços na cidade? A Casa CazéTV é um MONSTRENGO de mais de 10 mil metros quadrados montado dentro de um PARQUE PÚBLICO.
Há galpões, centros de convenções e até shoppings decadentes já prontos para receber eventos desse porte. Mas não. A opção foi ocupar uma área verde para erguer esse verdadeiro palácio das marcas e das CASAS DE APOSTAS. Com ingressos de até R$ 690 reais.
São milhões de reais investidos, dezenas de patrocinadores, um gigantesco sistema de ar-condicionado, geradores, alto consumo de energia e uma estrutura totalmente fechada. O meio ambiente que se lasque.
Tudo foi pensado para que você nem se lembre de que está em um parque. A ideia é ficar imerso em publicidade, ativações de marcas, consumo e propaganda. A natureza vira apenas o terreno onde o evento foi montado.
Enquanto isso, seguem as restrições para quem quer simplesmente usar o parque como parque. Não precisamos destruir o que resta de natureza para criar mais um espaço de propaganda. Para isso já existem inúmeros outros locais na cidade.
Lembro de, em uma das noites naqueles anos em que trabalhei com José Trajano, uma vez por semana juntos comentando futebol em podcast e duas ou três vezes por semana produzindo o seu programa de TV na sala de sua própria casa, me perguntar: como é que esse cavalheiro, que viu ao vivo a Copa de 70, ainda tem tanta energia pra se envolver com a sexta rodada do campeonato brasileiro de, sei lá, 2019? Talvez eu não tivesse saco pra tanto goleiro fingindo lesão, tanto juiz egocêntrico, tanto cartão amarelo por comemoração de gol. O Zé fala de futebol e o olho muda. Tive uma camisa do América. Dei a ele, não sei se coube legal. O vermelho lhe cai muito bem.
É curioso observar, nos últimos tempos, a intensificação desse, digamos assim, "conceito": o Zé Trajano fanático pelo Arsenal contrasta com aquele nosso possesso de alma gentil que, por décadas, não parecia se importar tanto assim com o futebol daquela ilha. O negócio dele era a cobertura de um Brasil profundo, de histórias locais, do nosso rame-rame e das pelejas inglórias, sol a pino, jogadores horríveis e nem sempre esforçados, militando pelas divisões intermediárias do futebol carioca. Tudo aquilo que justifica estádios vazios, mas que a gente não larga a mão, porque ama. O Zé achou, muito bem achado, o conceito da coisa, que é um pouco o fio da vida: o futebol é um abraço. E abraço a gente dá, não proíbe.
Abraço de pai e filho, nesse caso. De um pai que vê o filho vivendo em outro país, amando outro clube, e sentindo, ali, a mesma conexão que nós temos quando vemos nossos pais sofrendo por um esporte que nem entendemos ainda. Não é complexo de entender. A história natural, na ampla maioria dos casos, traz os filhos para escolherem torcer pelo mesmo time do pai - muitas vezes nem sequer é uma escolha, já que somos tão crianças na hora de forjar esse encanto, e os pais e mães nem sempre são democráticos. Por qual motivo deveria ser difícil de entender que o pai também pode escolher o time do filho? Se o destino final é o abraço, por quê seria inviável forjar, depois de muita estrada, um afeto tardio em nome de estar com o filho? Meu amigo-irmão Paulo certa vez me disse: "se acabar o futebol, acaba 90% do meu assunto com meu pai". Tenhamos assunto, pois.
É muito bonito que o coração de José Trajano, depois de tanta pancada em transmissões amadoras, tenha vivido, no telão do Estádio dos "Gunners", essa paixão honesta e esperançosa por um clube que é acima de tudo uma outra chance. Bonito também que o Arsenal tenha se acomodado lá dentro como se na Tijuca estivesse. Clubes de futebol são instituições generosas, maleáveis, aceitam eventuais desaforos e sempre abraçam novos adeptos, mesmo aqueles "que vieram de longe". No fim, no rigor máximo, é tudo um pretexto pra gente dividir o tempo com quem ama - afinal, definitivamente, por obviedade matemática, não é um hobby que traz mais alegrias que frustrações. Quem leu Nick Hornby em Febre de Bola sabe bem disso. Hornby conta como, ao redor dos jogos do Arsenal, a sua vida foi tecida. Quem o leu, fez uma espécie de faculdade para torcer por aquele clube, já está habilitado para tal. Um clube especial, por sinal, inclusive na dor.
Mais uma vez escapou o título europeu do Arsenal - talvez seja um traço esquisito do destino do Zé, o futebol lhe deu poucas taças, radicalizando a lição que ele tem pra dar. João e José, filho e pai, assistiram juntos. O pai, tenho certeza, cruzou o oceano para o abraço, mais do que para o jogo, ainda que o jogo tenha sido o pretexto para o abraço. Eu também tenho dois clubes, um pequenininho e um grandalhão, no mesmo coração. Muitos de nós temos. E não, não é legal amar um time que só apanha, que não reage, que nem bravata tem pra soltar. Então a gente delira outros delírios. Vi uma semifinal de Copa do Mundo no sofá do Trajano, França x Bélgica, e também o vi tentando conectar um Youtube na TV pra assistir o Ameriquinha numa jornada vespertina safada pelo estadual. Via, nas duas ocasiões, o mesmo homem que ama futebol e me contagia, no mais nobre jogo e no quase anônimo duelo. Eu amo o amor que o Zé Trajano tem pelo futebol. E contemplo comovido o quanto esse esportezinho danado faz por nossas relações humanas e afetivas.
Viva @ultrajano , viva @j_castelobranco.
O TELA BRASIL, plataforma pública de streaming dedicada a produções audiovisuais brasileiras, será lançado no dia 30 de maio.
“Vamos disponibilizar 500 filmes brasileiros para que o povo possa assistir de graça na rede de TV brasileira. É a nossa Netflix, Netflix brasileira.” - Luiz Inácio Lula da Silva
me recordo muito de uma série de livros que ganhei aos 13 anos, era um pré-RPG que colocava o adolescente como responsável pelo CURSO DA HISTÓRIA: se respondesse A, ia para a página X; se B, página Y. tinha uma interatividade das perguntas sobre a história. (+)
Cuba estava lá quando o ebola queimou a África. Solitária mas solidária. Depois precisou e o mundo sumiu. O ebola está de volta. Adivinha a quem pedirão ajuda e quem será o único país a se apresentar?