Gol de empate de Ramon incendiou de vez o Bezerrão. O Gama já tinha chegado perto de marcar com Clemente, mas parou no travessão. Ramon não perdoou e deixou tudo igual nos acréscimos.
Vale ressaltar que, caso se confirme a vitória do Goiás, esta será a primeira derrota do técnico Luis Carlos Souza à frente do Gama. Ele assumiu o clube na reta final do Candangão de 2024 e segue invicto depois de 13 jogos.
Público muito bom no Bezerrão para Gama x Goiás. Oito mil ingressos já haviam sido vendidos antecipadamente, mas o clima ameno e sem previsão de chuva animou o torcedor gamense. Com pouco menos de nove minutos de jogo, muita gente ainda está do lado de fora do estádio.
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STJ formou maioria para homologar a sentença da Justiça da Itália, que pede que Robinho cumpra no Brasil a pena de nove anos por estupro coletivo.
Ministro Luís Felipe Salomão também vota a favor da homologação da sentença da Justiça italiana. Ministro Mauro Campbell sinaliza que acompanhará o relator e também votará a favor da homologação.
Voto do ministro Humberto Martins ainda está em curso, mas ele afirma que acompanha o voto do relator e do Ministério Público Federal, por entender que foram cumpridos os requisitos legais.
Ministro Raul Araújo, segundo a votar, vai concluindo o voto, divergente do relator Francisco Falcão, portanto contrário à homologação da sentença italiana por parte da Justiça brasileira.
Ministro Francisco Falcão defende que a não homologação da sentença italiana significaria a impunidade de Robinho: "É o mesmo que defender que não se pode cumprir compromissos assumidos pelo Brasil".
O ministro Francisco Falcão ressaltou que, sendo inviável a extradição de Robinho, resta à Justiça brasileira executar, no país, a sentença à qual o ex-jogador foi condenado na Itália.
O ministro aponta que não há inconstitucionalidade da transferência da pena. E afirma que há um reforço do compromisso do Brasil para assegurar acordos de cooperação.
Ministro Francisco Falcão, relator do caso de Robinho, confirma a tendência que vinha sendo comentada nos bastidores de que ele seria favorável à homologação da sentença do ex-jogador.
Três minutos foram acrescidos à fala do Ministério Público Federal. Assim, o presidente da sessão, ministro Og Fernandes, deu o mesmo tempo a mais para a defesa de Robinho.