Enquanto vestia a elite recifense, ela escondia escravizados em sua casa.
Costurava para sinhás de engenho e usava os lucros para comprar cartas de alforria.
Criou uma sociedade só de mulheres. Libertou 200 cativos. E foi esquecida.
Essa é a história de Leonor Porto:
Eu nunca fui galera de cowboy nem tampouco galera de peão e muito menos gosto de rodeio, mas mesmo assim eu bato forte com a mão pois há alegria em pertencer