Nunca abortei
Me depilo
Amo maquiagem
sei cozinhar
Não sou sedentária e amo meu pai
CONTÍNUO SENDO FEMINISTA
NINGUEM VAI CAÇAR MINHA CARTEIRINHA DE MILITANCIA
Sou mulher, e faço oq quiser, com o meu corpo e a minha vida, isso sim é feminismo
Esses são estereótipos burros
Ricos não colocam filhos em escolas cívico militares, porque é o filho do pobre que precisa ser adestrado a não questionar e repetir "sim senhor , não senhor."
uma dica legal, é "concordar" com o médico quando ele fazer isso. mas pedir pra ele adicionar na sua ficha o parecer dele, que ele não te passou tratamento ou solicitou outro exame/opinião, e assinatura com crm. de repente eles pedalam pra trás que é uma maravilha.
@_isavaliero Da última vez que voltei de viagem, eu já na fila pra entrar, fui olhar no app da empresa os assentos comprados no ônibus, soltei um "pqp, não acredito que com o ônibus vazio, compraram a cadeira do meu lado" aí o senhor ouviu e durante a viagem sentou em outra poltrona kkkkkk
O que me espanta na história da moça que foi morta pelo síndico do prédio, é que as pessoas na internet conseguiram juntar pencas de evidências contra ele, mas a polícia demorou 45 dias pra começar a desconfiar
honestamente, só quero alcançar uma realidade financeira onde possa comer tudo o que eu quiser, viajar para onde quiser e usar dermocosméticos caros e eficazes sem pensar em quando o tubo de creme vai acabar
VOCÊS JÁ FICARAM tão chateados ao ponto de terem até preguiça de falar sobre, por que sabem que não vai mudar nada e só vão ficar mais cansados???????????????
Lembram do caso da moça trans que foi ESPANCADA em BH e acabou morrendo semanas depois num hospital?
A investigação pegou as imagens de segurança e adivinhem... passam DUAS viaturas devagar no momento, a vítima grita pedindo ajuda, mas elas não param.
Ela acreditou que estava segura ao contar o que havia vivido.
Disse ao namorado que tinha sido estuprada — um pedido de acolhimento, não de vingança.
Mas ele, tomado pelo ódio e pela impotência, reagiu da pior maneira: matou o homem apontado como agressor.
A tragédia, porém, não parou por aí.
Foi o Estado quem assumiu o papel de algoz.
A Justiça do Rio Grande do Sul determinou a prisão da mulher que dizia ter sido violentada, sem qualquer prova de que tivesse participado do crime.
Ela não segurou arma, não planejou nada, não tirou vida alguma.
Mesmo assim, foi lançada atrás das grades — por seis anos inteiros, sem julgamento.
Durante o cativeiro legal, o corpo começou a sucumbir.
Um câncer apareceu, cresceu, espalhou-se.
E o tratamento que poderia salvar sua vida nunca veio de verdade.
Entre as paredes frias da cela, ela adoeceu, definhou, esperou.
Quando, enfim, o tribunal se dignou a julgá-la, veio a palavra que deveria ter sido dita desde o início: inocente.
Mas a liberdade chegou tarde demais.
Dois meses depois, o câncer venceu.
A história dela não termina com um ponto final — termina com um grito que ecoa.
Um grito contra um sistema que se comove com manchetes, mas não com pessoas.
Um sistema que julga rápido os pobres e lentamente os erros do próprio poder.
Essa mulher foi violentada primeiro por um homem.
Depois, por todo um país.
E o que a matou não foi o câncer — foi o descaso, o preconceito e o elitismo travestido de Justiça.