@OGloboPolitica Eu tenho medo da polícia do mesmo jeito que tenho medo de bandido...homens armados descompensados da cabeça.... é urgente a reformulação das forças de defesa
ALL EYES ON THE FLOTILLA!
We are on the last leg of our journey to Gaza and need your support! We cannot let israeli crimes go quietly in the night. Tune into our livestream and amplify as we travel to shores of Gaza!
Share. Follow. Rise Up.
🔗 https://t.co/PDluE7HraJ
vsf, o roteiro deste país é tão absurdo que parece escrito por um roteirista em surto. o dinheiro pro filme biográfico do pastel de bosta, que todo mundo desconfiava ter saído de um lugar suspeito, veio justamente do maior escândalo de corrupção atual, por meio do candidato filho
Hoje, 13 de maio de 2026, a Lei Áurea completa 138 anos. É a data da falsa abolição. Mas também é dia de honrar a luta negra, que nunca aceitou a escravidão passivamente.
Abolição não foi presente. Foi conquista. Forjada por quilombos, revoltas, fugas coletivas, jornais negros, irmandades, greves. Pela coragem de gente que desafiou o regime escravocrata todos os dias.
Gente como Luiz Gama, Esperança Garcia, as ganhadeiras - mulheres negras, escravizadas e libertas, que trabalhavam para comprar alforrias. E tantos outros que pressionaram nos corredores do poder. A liberdade já estava sendo construída muito antes da assinatura de uma lei.
A Lei Áurea aboliu a escravidão no papel. Mas manteve intacta a estrutura que sustentou mais de 300 anos de exploração do povo negro.
Não houve reparação. Não houve terra. Não houve moradia. Não houve educação. Não houve política pública nenhuma. Pelo contrário, depois de séculos gerando riqueza para senhores, bancos e para o Estado, pessoas negras foram abandonadas à própria sorte. Em um país organizado para seguir explorando seus corpos e seu trabalho.
As provas estão por toda parte. A escala 6x1 é uma delas. Assim como os escravizados, até hoje os descendentes deles e as pessoas pobres têm só o sétimo dia para "descansar".
E vai além. Em 2025, o Brasil resgatou 2.772 pessoas em condições análogas à escravidão. A maioria, negra. O trabalho precarizado, vendido como "empreendedorismo", é a lógica escravocrata atualizada.
E as provas se multiplicam. É a polícia que nos mata. O Judiciário que nos prende por nada. A universidade que não suporta nossa presença. É o racismo cotidiano, sistêmico, estrutural. É a fome. A miséria. O drogadicídio que atinge nossa gente.
É também o racismo ambiental: 67% das pessoas em áreas de risco no Brasil são negras. A população negra respira 38% mais poluição que a branca.
As elites de 1888 seguem vivas. São as mesmas que tentam impedir qualquer avanço que tire o trabalhador da subalternidade e da exploração.
Por isso, o 13 de maio não é celebração. É dia de memória, denúncia e compromisso com a luta do povo negro. Uma luta que atravessa séculos e segue viva. Pela reparação, pelos direitos, pela dignidade e pelo bem-viver da nossa gente.
Thiago Ávila e Saif Abukeshek serão libertados do sequestro promovido por Israel! A solidariedade ativa foi fundamental para que isso acontecesse. Missão humanitária não é crime! Seguiremos acompanhando até que estejam seguros e de volta às suas casas. Palestina livre! 🇵🇸
A prisão do brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha “Global Sumud”, é arbitrária e inaceitável. A detenção em águas internacionais já foi uma grave violação do direito internacional, mantê-lo preso só aprofunda esse abuso. O presidente @LulaOficial já declarou que o Brasil, junto com o governo da Espanha (que também teve um cidadão preso), está atuando pela sua liberdade e pela garantia de sua integridade. Esse episódio é mais uma violação com a assinatura do governo de Benjamin Netanyahu. É urgente a libertação imediata dos ativistas!
Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha “Global Sumud”, é uma ação injustificável do governo de Israel, causa grande preocupação e deve ser condenada por todos. A detenção dos ativistas da flotilha em águas internacionais já havia representado uma séria afronta ao direito internacional. Por isso, nosso governo, juntamente com o da Espanha, que também teve um cidadão detido, exige que eles recebam plena garantia de segurança e sejam imediatamente soltos.
A gente tem que falar dia após dia que tomar vacina é bom, que criança trabalhar não é legal, que entregar tudo o que a gente tem pros EUA não é uma boa opção, que privatizar água não ajuda, que mulher tem que poder votar, que não é justo morrer de tanto trabalhar...
Israel apresentando um homem SEQUESTRADO, ele não é um criminoso, todos que estão nessa sala são criminosos, menos ele.
THIAGO ÁVILA, BRASILEIRO 🇧🇷 SEQUESTRADO PELO REGIME GENOCIDA DE ISRAEL.
BRASILEIRO TORTURADO SOB CUSTÓDIA DE ISRAEL: RELATOS CONFIRMADOS PELA EMBAIXADA APONTAM ESPANCAMENTO ATÉ A INCONSCIÊNCIA, RISCO DE CEGUEIRA PERMANENTE E MORTE
As informações já foram confirmadas pela própria Embaixada do Brasil.
O cidadão brasileiro Thiago Ávila está sendo submetido a graves violações de direitos humanos por forças israelenses. Não se trata de relato, de boato ou de versão disputada. Trata-se de informação oficial.
Thiago foi espancado de forma brutal, com inúmeros golpes direcionados ao rosto, a ponto de não conseguir sequer abrir os olhos. O olho esquerdo apresenta risco concreto de PERDA DE VISÃO PERMANENTE, evidenciando a intensidade da violência empregada.
Há indícios de múltiplas costelas quebradas, compatíveis com agressões reiteradas e de alta intensidade física.
Durante a condução forçada, foi ameaçado de ser jogado ao mar pelos soldados, o que por si só já configura tratamento cruel, desumano e degradante, além de indicar risco real à sua vida.
Como se não bastasse, houve também ameaças dirigidas à sua família no Brasil, ampliando o quadro de intimidação e violência psicológica.
O nível de violência foi tão extremo que ele DESMAIOU DUAS VEZES em decorrência das agressões, o que demonstra não apenas a brutalidade dos atos, mas também o risco concreto à sua integridade física e à sua vida.
E mais: soldados israelenses disseram a ele que destruiriam seu corpo a ponto de impedir qualquer participação futura em novas missões humanitárias, o que reforça o caráter deliberado e punitivo das agressões.
Isso tem nome.
À luz do Direito Internacional, especialmente das normas que vedam a TORTURA e protegem a integridade física de pessoas sob custódia estatal, estamos diante de condutas que podem se enquadrar como tortura e tratamento desumano, práticas absolutamente proibidas em qualquer circunstância.
Nenhuma justificativa política, militar ou de segurança autoriza esse tipo de conduta contra um civil, ainda mais um cidadão estrangeiro sob custódia.
A situação é gravíssima.
Estamos falando de um brasileiro que teve sua integridade física violada, sua vida colocada em risco e sua dignidade atacada enquanto estava sob controle de agentes estatais.
Isso exige resposta.
Não apenas diplomática, mas também jurídica, internacional e imediata.
O que está acontecendo não pode ser normalizado. Não pode ser relativizado. E, sobretudo, não pode ficar impune.