@_EduNP Bossa Nova: Stone Flower, Matita Pere, João Gilberto (1973), Elis & Tom, Cantiga de Longe, Chega de Saudade, Toquinho e Vinicius o Poeta e o Violão, Baden Powell a Vontade, Lugar Comum
Musica Brasileira Instrumental: Quarteto Novo, Slave Mass, Deodato in Concert, Rosinha Valença
@_EduNP Jazz Clássico: Kind of Blue, Time Out, My Favorite Things, Song for My Father, Mingus Ah Um, Let My Children Hear Music, Love Supreme,
Jazz Moderno: In a Silent Way, Koln Concert, Colors of Cloe, Academia de Danças
Danças
Jazz Fusion: Bitches Brew, Head Hunters, Agharta, Third
@_EduNP MPB: Clube da Esquina, Transa, Jards Macalé, Força Bruta, Som Imaginario, Milagre dos Peixes, Afrosambas, Estudando o Samba, 20 Palavras ao Redor do Sol, Coisas (Moacir Santos)
Reggae: Catch a Fire, Exodus
Exodus
Rock: Hot Rats, Red, Mahavisnu Orchestra, All Things Must Pass
@tuitacarlos@fachopxt Você assistiu o jogo?
Você sabe que teve gol anulado e todo o tempo do VAR?
Você sabe que teve duas invasões em campo?
Tudo isso na prorrogação.
Não teve intolerância. Ela sequer foi percebida e só ouviu alguém dizer que não comprava mais certos produtos porque Israel matou dezenas de milhares de crianças nos últimos dois anos, que são um dos povos mais racistas do mundo, com milhares de casos de racismo de israelenses em suas redes sociais e na própria mídia do país, que há décadas proíbem os palestinos de circularem livremente em sua própria terra, onde vivem sob um regime de apartheid. Que, em 2026, Israel criou uma lei para executar em massa palestinos. Que invadiram o Líbano e iniciaram outro genocídio em uma área cristã, matando até o momento centenas de cristãos.
@ySasukenb@lobinhojogos O Demon Souls é um dos jogos mais leves do PS3 pois não usa ao máximo o paralelismo possível do console
Quase todos os exclusivos da plataforma levam o console ao limite com seu paralelismo
Logo é mais difícil de emular
Como outro disse aí, o RPCS3 não usa hacks para cada jogo.
Trabalhei com o Tim Lopes em várias reportagens. Final dos anos 90, eu havia me transferido do SBT de Nova York para a TV Globo no Rio de Janeiro.
O Tim, então um dos produtores mais destacados no Rio, me procura com uma pauta (não sei a origem): denúncias de intimidação contra o prefeito de Duque de Caxias, Zito.
Dos vários casos que ele levantou, o mais marcante era o de um casal que alegava que o automóvel em que viajavam foi jogado para fora de uma estrada por outro veículo. Suspeitavam de sicários do Zito, que eles haviam denunciado por corrupção.
Fui ouvir o Zito sobre as denúncias em uma praça pública de Duque de Caxias. Fomos em um veículo descaracterizado. Depois de gravar, saímos voando da cidade.
A reportagem ficou com mais de 10 minutos. Foi editada pela turma do Fantástico, dirigido então pelo Luizinho. Eu e o Tim tocamos outras coisas adiante, eu viajava muito pelo Globo Repórter então.
O tempo passou. Tim chegou a cobrar.
Um dia, recebo em casa O Globo. Nas páginas internas, uma foto de Roberto Marinho cumprimentando o Zito.
Àquela altura, O Globo tinha transferido seu Parque Gráfico do centro do Rio para Duque de Caxias.
Nossa reportagem nunca foi ao ar. O Tim especulou que a empresa queria algum tipo de concessão do Zito. Especulou, pois jamais soubemos o motivo de nossa reportagem ter sido engavetada, nem mesmo pautada.
Conto isso para vocês entenderem como funcionam os bastidores da mídia hereditária. Você, como jornalista, tenta como pode emplacar este ou aquele assunto. Mas é o interesse do dono que dá o Norte. Inclusive, eventualmente, para obter vantagens.