Além dos problemas de interpretação, acho que um defeito gigante de quem usa rede social é a inabilidade de fazer comparações equivalentes.
Quase NADA na vida é o “lado oposto da mesma moeda”. Me dá angústia ler esse tipo de comentário com tanta frequência.
Nossa o bts e a madonna botando o estadio pra dançar ai chega o jb e bota todo mundo pra dormir sendo que o cara tem HIT ATRÁS DE HIT VAI SE FUDER MEU FILHO
o erro da monica era não traumatizar o cebolinha de volta pq se eu vejo um mlk com cinco fios de cabelo e a língua presa me chamando de dentuça ele vai ouvir de volta
Duas participantes do masterchef que eu acho que devem ser difíceis de conviver nos bastidores: Carla e Maria Eduarda. Não gosto dessa vibe passivo-agressiva, com deboche em excesso por motivos rotineiros.
O Reinaldo eu não acho difícil, ele eu acho impossível.
A título de curiosidade, Harry Kane também foi se encontrar com Trump. Jogaram golf. E esse infeliz teve a coragem de dizer que foi maravilhoso.
No fim do dia eu quero que o futebol se exploda mesmo. Não sei lidar com esses apáticos sociais.
Eu torci por Mbappé, muito bem posicionado dentro e fora de campo. E agora vou torcer por Yamal pelo mesmo motivo. São jogadores que não passam nem perto do quanto me senti cativada pelo Messi. Mas se a admiração some, também some o posto de ídolo. Simples assim, sem rodeios.
Parece que todo mundo tem uma justificativa para torcer ou não pra uma seleção.
Pessoalmente não quero a Argentina sendo tetra e me decepcionei com o Messi, que costumava ser meu ídolo. Não engulo encontros com genocidas. Mas isso sou eu.
Me restará torcer por Yamal.
E eu acho que trazer o debate do racismo argentino é válido. É óbvio que países que colonizaram o sul-global também são racistas, gente. O ponto é a recorrência, agressividade e espaço que esse crime tem tomado na torcida argentina, com total silêncio da equipe. Não é óbvio?