Segundo alguns, 1 Tri do Elon Musk daria pra acabar com a fome mundial. Já no Brasil, 2 tri de dinheiro público tá pouco. tem que arrecadar mais!!! Aperta o 13, otário
Na semana passada, Lula ligou para se solidarizar com seu companheiro Jaques Wagner após as revelações envolvendo as conexões entre o Credcesta e Daniel Vorcaro. Demonstrando confiança, Wagner afirmou, em entrevista à BandNews TV, que considerava “muito difícil” perder a liderança do governo no Senado.
Menos de uma semana depois, o cálculo político parece ter mudado. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, cresce dentro do Palácio do Planalto a pressão para que Wagner deixe o comando da liderança do governo após a operação da Polícia Federal que o colocou no centro das investigações relacionadas ao caso Banco Master.
Até aqui, o governo tentou sustentar a narrativa de que o problema era exclusivamente do senador. Mas a simples discussão sobre sua saída desmonta esse discurso. Se tudo se limitasse à esfera pessoal, não haveria necessidade de afastar um dos homens mais influentes do PT.
Jaques Wagner é um dos aliados mais antigos de Lula, ex-governador da Bahia, ex-ministro, ex-chefe da Casa Civil e um dos principais articuladores do PT nas últimas duas décadas. Quando uma figura desse porte passa a representar desgaste para o governo, o sinal vermelho é acionado e a prioridade passa a ser a contenção de danos.
Nos bastidores, auxiliares do presidente trabalham para construir uma saída que preserve a imagem de Jaques Wagner. A fórmula é velha e conhecida - uma licença apresentada como decisão pessoal, sob o argumento de que Wagner precisa se dedicar à própria defesa e à articulação política na Bahia.
O Planalto tenta impedir que a crise avance em direção a Lula e contamine o governo.
O mesmo Jaques Wagner que, dias atrás, garantia contar com a confiança irrestrita de Lula, agora vê crescer a pressão para deixar o cargo que simboliza essa confiança.
Lula sabe muito bem quem é seu companheiro Wagner, a confiança nele depositada é inquestionável - mas continuar demonstrando essa confiança em público passou a ter um custo político que Lula não está disposto a pagar.
Melhor tirá-lo de cena, reduzir o desgaste e tentar encerrar o assunto.
E segue o jogo.
🚨URGENTE - André Mendonça mandou PF não avisar Andrei Rodrigues sobre os passos do inquérito do Banco Master, pegando a cúpula do governo e da Polícia Federal de surpresa em operação contra Jaques Wagner, diz Folha de SP
🚨 Urgente! Alexandre de Moraes será condenado nos Estados Unidos.
Moraes perdeu o prazo para apresentar defesa nos processos que Donald Trump ingressou contra ele.
Na noite desta segunda-feira, 15 de junho, o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal pelo PL, Cabo Deyvison, foi alvo de um atentado a tiros em frente à UPA do Alto de São Manoel, em Mossoró (RN). Segundo relatos iniciais, o parlamentar realizava uma fiscalização na unidade de saúde e transmitia a ação ao vivo pelas redes sociais quando um veículo passou pelo local e seus ocupantes efetuaram diversos disparos.
Deyvison foi atingido nas pernas e encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia. Seu assessor e cinegrafista, Diego de Oliveira Morais, foi atingido e morreu. Informações preliminares indicam que os criminosos teriam utilizado armamento de alto poder destrutivo, algo que há muito tempo deixou de ser exclusividade das grandes facções que atuam nos principais centros urbanos do país.
Policial militar da reserva, Cabo Deyvison ganhou projeção em Mossoró por suas fiscalizações em órgãos públicos e denúncias envolvendo a administração municipal. O fato de um vereador em exercício ter sido atacado justamente durante uma ação de fiscalização torna o fato ainda mais grave.
O Brasil já registra há anos uma preocupante escalada da violência política, especialmente em períodos eleitorais. Paralelamente, organizações criminosas expandem sua influência, movimentam bilhões de reais, infiltram-se em atividades econômicas legais, controlam territórios e desafiam cada vez mais a autoridade do Estado.
Ainda é cedo para apontar a motivação; a investigação precisará esclarecer se o atentado teve origem política, criminosa ou uma combinação de ambas. Não há, até o momento, qualquer evidência pública ligando o caso a facções específicas, mas o simples fato de essa dúvida existir já revela a gravidade do momento que o país atravessa.
Num Estado verdadeiramente forte, divergências políticas são resolvidas nas urnas, nos debates e nas instituições. Mas, em um Brasil marcado pelo avanço da violência, pela crescente influência do crime organizado e pela deterioração da confiança nas instituições, o país passa a viver perigosamente sob a lógica de um verdadeiro faroeste caboclo, onde o crime avança e a lei do mais forte ameaça substituir a força da lei.
“Foreign Terrorist Arrested” - “Terrorista Estrangeiro Preso”. Foi com essa expressão que o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) anunciou a prisão do brasileiro Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como “Don”, apontado pelas autoridades americanas como ex-comandante do PCC e do Comando Vermelho.
A prisão ocorreu em 5 de junho de 2026, em Mooresville, na Carolina do Norte. Segundo o DHS, agentes da HSI localizaram Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, o “Don”, quando ele tentava fugir para o México. Ao ser abordado, iniciou uma perseguição em alta velocidade que terminou após colidir com veículos parados no trânsito. Mesmo após o acidente, Don tentou escapar a pé, mas acabou capturado pelos agentes.
Durante a operação, foram apreendidos diversos celulares, computadores, dinheiro em espécie e uma pistola calibre 9 mm. As autoridades afirmam ainda que ele mantinha a própria esposa em cárcere privado enquanto organizava a fuga. A mulher teria confirmado os fatos aos investigadores após a prisão.
Dell Aquilla era procurado no Brasil por acusações de associação criminosa e extorsão e agora também enfrenta acusações nos EUA por fuga da polícia, posse ilegal de arma de fogo e possíveis crimes relacionados a sequestro. O ICE já apresentou pedido formal para mantê-lo sob custódia federal.
Em 2026, o governo Trump classificou oficialmente o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras, uma medida inédita para facções brasileiras. A decisão ampliou significativamente os instrumentos legais disponíveis para rastrear, prender, deportar e bloquear ativos de integrantes dessas organizações em território americano e no exterior.
Por isso, a prisão de Felipe Linares, não se trata apenas da captura de um foragido brasileiro. É um dos primeiros casos em que um suposto integrante de PCC e CV é publicamente enquadrado pelas autoridades americanas dentro da nova estratégia de combate ao terrorismo transnacional.
Para os Estados Unidos, PCC e CV deixaram de ser apenas facções criminosas brasileiras e passaram a ser tratados como ameaças internacionais à segurança nacional - o cerco está se fechando.
Execução do Hino Nacional americano na Casa Branca humilha Belo e Alcione e dá lição de patriotismo ao Brasil de Lula. A passagem dos aviões militares foi grandiosa e emocionou!
🇵🇪 KEIKO VIRA NO PERU
Com 98,215% das atas contabilizadas, Keiko Fujimori assume a liderança da eleição presidencial com 50,002% contra 49,998% de Roberto Sánchez.
A diferença é de apenas 651 votos. Parte importante das atas restantes e dos votos do exterior tende a favorecer Keiko, mas a disputa continua oficialmente em aberto e pode depender de revisões judiciais.
A disputa presidencial entre Keiko Fujimori, da direita, e Roberto Sánchez, da esquerda ligada ao castillismo, transformou-se em um empate de navalha, com uma margem tão estreita que qualquer lote de atas, impugnação ou voto vindo do exterior pode alterar o desfecho das eleições.
No primeiro momento, o boca de urna da Ipsos/Latina indicava Keiko à frente, horas depois, o conteo rápido da Ipsos/Transparencia virou o jogo e apontou Sánchez com 50,3% contra 49,7%; a projeção antecipou a tendência observada na apuração oficial, que passou a registrar uma disputa voto a voto, separada por apenas alguns milhares de votos.
O roteiro lembra velhos traumas latino-americanos; a direita larga na frente com o voto urbano, especialmente Lima e regiões costeiras; depois, conforme entram atas rurais e andinas, a balança começa a pender para a esquerda. Oficialmente, isso é explicado pela ordem de chegada das atas.
O voto do exterior virou a peça central da disputa, mais de um milhão de peruanos estavam aptos a votar fora do país, e esses votos demoram mais para entrar na contagem. Há um dado decisivo - o voto externo tende a favorecer Keiko Fujimori. Por isso, sua campanha insiste que não há vencedor antes da totalização completa.
A eleição peruana não está sendo decidida por urnas eletrônicas em massa, o núcleo da apuração continua baseado em atas eleitorais. O problema não é apenas a tecnologia, mas a lentidão, as impugnações e a desconfiança que cercam eleições apertadas na América Latina.
O JNE já indicou que o resultado final pode sair apenas em meados de julho. Até lá, o Peru permanecerá suspenso entre dois projetos opostos; de um lado, Keiko Fujimori, defendendo ordem, segurança e economia de mercado; do outro, Roberto Sánchez, herdeiro político do movimento que levou Pedro Castillo ao poder, apoiado pela esquerda radical e por uma agenda de maior intervenção estatal e ruptura com o modelo liberal peruano.
O Peru escolherá seu nono presidente em uma década. E, mais uma vez, a América Latina se vê diante da mesma pergunta: quando a diferença é mínima e a confiança pública é quase inexistente, quem consegue convencer o país de que venceu de verdade?