"Nós não temos uma dívida de um trilhão de dólares porque não arrecadamos impostos o suficiente; nós temos uma dívida de um trilhão de dólares porque gastamos demais." - Ronald Reagan, em maio de 1982.
@juliovschneider Noite difícil, tomada pela depressão. Acho que no fim essa doença me vence.
Até lá permaneço firme com fé em algo maior.
Coloque-me em suas orações, se for possível.
- Leone Ajer Lizot
@highfemmedyke@drivellcense Olha, Hitler discursava pra 1 milhão de pessoas em Berlim, não sei se número de seguidores significa que você está tem razão ou que é relevante pro lado positivo. Talvez só signifique que você está na vanguarda de idiotas.
Estado de MG representando bem, fizeram a boa ainda de mandar uma das cadeiras do senado pro PT por uma questão de ego. Além do menino prodígio lá tentar boicotar a cadeira no senado do Carlos Bolsonaro aqui em SC, ainda tirou votos do senador candidato do Eduardo em MG.
Eu digo hoje já, estamos unidos por um objetivo maior, sepultar o PT, eleger o Flávio e tirar o Jair dessa prisão injusta.
Mas anotem: Nikolas Ferreira e sua trupe são oposição ao governo. Em 11/10/2027, Nikolas e tentos outros que só usaram do sobrenome Bolsonaro estarão em outro partido e fazendo oposição ao Flávio.
Essa semana antes da veja publicar lá os áudios do Vorcaro, uma conta no Polymarket que passou o ano inteiro comprando apostas em Lula vendeu todas as suas posições e desistiu.
Encerrando com prejuízo de US$ 355 mil Dólares (mais ou menos uns R$ 1,7 milhão de reais).
Obs: a conta chegou a ter US$ 200 mil dólares de lucro e, mesmo assim, não vendeu.
São 1,7 milhão de motivos pra estar muito triste.
Marcelo Kayath deu esta entrevista e algumas pessoas não viram com bons olhos as palavras daquele que pode vir a chefiar a equipe econômica de Flávio Bolsonaro.
E de antemão, EU CONCORDO EM NÚMERO, GÊNERO E GRAU com o que Marcelo Kayath disse.
Explico.
É preciso prestar atenção em uma das frases dele.
"Não sabendo qual é o ponto de partida, e o ponto de partida parece estar piorando."
É verdade, o rombo do governo pode ser maior do que os dados públicos, a coisa pode estar pior do que parece.
Como tomar decisões sem saber os números? É irresponsabilidade fazer qualquer afirmação nesse momento. Ainda mais Kayath que é figura conhecida dos mercado desde os anos 2000.
Existem muitas coisa para serem pontuadas. E vou citar números de 2025 porque é o último ano fiscal fechado.
1. Não tem como prometer corte sem saber o ponto de partida. Como falei, é totalmente irresponsável. O próprio resultado de 2025 depende de como se mede. O Banco Central apontou déficit primário de R$ 58,7 bilhões (0,46% do PIB), e o Tesouro divulgou R$ 61,7 bilhões. Segundo o TCU, a meta foi considerada cumprida graças a deduções excepcionais e ao uso do limite inferior da banda de tolerância, e o resultado foi insuficiente para estabilizar a dívida.
2. A dívida bruta de 2025 foi de 78% do PIB pelo critério do Banco Central, mas de 91% pela metodologia do FMI. São mais de 12 pontos percentuais de diferença. Dizer que “a situação real pode ser pior ou melhor” não é evasiva, é um limite real dos dados.
3. A meta do governo é superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026 e R$ 73,2 bilhões em 2027. Os economistas do Prisma Fiscal projetam déficit de R$ 52,3 bilhões em 2026 e R$ 45,4 bilhões em 2027, com dívida bruta de 83,2% e perto de 87% do PIB. Pela minha conta, a distância entre meta e projeção é de quase R$ 87 bilhões em 2026 e R$ 119 bilhões em 2027. Prometer R$ 193 bilhões sem saber qual será o buraco real seria arriscar uma meta que não se cumpre.
4. O déficit de 2025 foi pressionado pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência e BPC. Cortar R$ 193 bilhões de uma vez sem mexer nesses itens é difícil. Com ajuste distribuído e gradual, o peso não cai sobre os mais pobres.
5. Em 2025, o déficit nominal foi de R$ 1,06 trilhão, quase tudo em juros. Cada ponto da Selic custa cerca de R$ 90 bilhões por ano, e ela está em 14%, com cortes graduais. Parte do ajuste vem da queda dos juros, que depende de credibilidade. E credibilidade vem de cumprir o que se promete, não de prometer um número que ninguém entrega.
6. Boa parte do esforço depende de emendas constitucionais e projetos no Congresso. Por isso a liderança presidencial é decisiva, e por isso começar pela gestão (supersalários, penduricalhos, emendas) e negociar faz mais sentido do que anunciar um número solto.
Marcelo Kayath deu esta entrevista e algumas pessoas não viram com bons olhos as palavras daquele que pode vir a chefiar a equipe econômica de Flávio Bolsonaro.
E de antemão, EU CONCORDO EM NÚMERO, GÊNERO E GRAU com o que Marcelo Kayath disse.
Explico.
É preciso prestar atenção em uma das frases dele.
"Não sabendo qual é o ponto de partida, e o ponto de partida parece estar piorando."
É verdade, o rombo do governo pode ser maior do que os dados públicos, a coisa pode estar pior do que parece.
Como tomar decisões sem saber os números? É irresponsabilidade fazer qualquer afirmação nesse momento. Ainda mais Kayath que é figura conhecida dos mercado desde os anos 2000.
Existem muitas coisa para serem pontuadas. E vou citar números de 2025 porque é o último ano fiscal fechado.
1. Não tem como prometer corte sem saber o ponto de partida. Como falei, é totalmente irresponsável. O próprio resultado de 2025 depende de como se mede. O Banco Central apontou déficit primário de R$ 58,7 bilhões (0,46% do PIB), e o Tesouro divulgou R$ 61,7 bilhões. Segundo o TCU, a meta foi considerada cumprida graças a deduções excepcionais e ao uso do limite inferior da banda de tolerância, e o resultado foi insuficiente para estabilizar a dívida.
2. A dívida bruta de 2025 foi de 78% do PIB pelo critério do Banco Central, mas de 91% pela metodologia do FMI. São mais de 12 pontos percentuais de diferença. Dizer que “a situação real pode ser pior ou melhor” não é evasiva, é um limite real dos dados.
3. A meta do governo é superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026 e R$ 73,2 bilhões em 2027. Os economistas do Prisma Fiscal projetam déficit de R$ 52,3 bilhões em 2026 e R$ 45,4 bilhões em 2027, com dívida bruta de 83,2% e perto de 87% do PIB. Pela minha conta, a distância entre meta e projeção é de quase R$ 87 bilhões em 2026 e R$ 119 bilhões em 2027. Prometer R$ 193 bilhões sem saber qual será o buraco real seria arriscar uma meta que não se cumpre.
4. O déficit de 2025 foi pressionado pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência e BPC. Cortar R$ 193 bilhões de uma vez sem mexer nesses itens é difícil. Com ajuste distribuído e gradual, o peso não cai sobre os mais pobres.
5. Em 2025, o déficit nominal foi de R$ 1,06 trilhão, quase tudo em juros. Cada ponto da Selic custa cerca de R$ 90 bilhões por ano, e ela está em 14%, com cortes graduais. Parte do ajuste vem da queda dos juros, que depende de credibilidade. E credibilidade vem de cumprir o que se promete, não de prometer um número que ninguém entrega.
6. Boa parte do esforço depende de emendas constitucionais e projetos no Congresso. Por isso a liderança presidencial é decisiva, e por isso começar pela gestão (supersalários, penduricalhos, emendas) e negociar faz mais sentido do que anunciar um número solto.
O grande mestre das champolas merece o Ministério da Cultura, para apresentar a essa gente encardida e inculta o que é cultura de verdade, e não este monte de fezes chamado de “música brasileira”, que, só por ter sido escrita em português, já é ruim. Tirando Tião Carreiro e Pardinho.
Meu coração é brasileiro, minhas raízes são cearenses e meu sonho é ver o Ceará livre.
Eu não desisto, porque amar minha pátria é também lutar por ela. 🇧🇷
📸: Foto pós adesivaço do Flávio Bolsonaro 22, na praça Raquel de Queiroz - Fortaleza.
🚨 É #FAKE que Flávio Bolsonaro, caso seja eleito, pretende reunir as sete Esferas do Dragão com o objetivo de invocar Shenlong e pedir que ressuscite o General Emílio Garrastazu Médici para instaurar uma nova ditadura militar no Brasil.