assim como bethânia, sou uma pessoa apaixonada. cheia de paixões, apaixonada por me apaixonar. mas confesso que por poesia e por ofício, acho o ato de se desapaixonar algo da ordem do mágico, incrível, absurdo. que momento.
cogitar “talvez eu tenha errado” nunca matou ninguém rapaziada a ciência ainda nao registrou um único caso de óbito decorrente de uma sincera autocrítica