Um homem salva um bebê que ficou com a cabeça presa no vidro elétrico de um carro.
Enquanto alguns criticam a masculinidade, foi ela que entrou em ação para salvar essa vida.
Julho de 2013.
Um acidente aéreo mata quatro dos principais executivos da Bradesco Seguros.
Naquele desastre, eu perdi dois queridos amigos que eram pilotos da aeronave.
A caixa-preta foi encontrada destruída.
Não ajudou a esclarecer absolutamente nada.
2014.
Eduardo Campos morre em uma queda de avião durante a campanha presidencial.
Justamente quando começava a crescer contra Dilma Rousseff.
Mais uma vez, dúvidas.
Mais uma vez, perguntas.
Mais uma vez, silêncio.
9 de novembro de 2015.
Sebastião do Rego Barros, ex-diretor-geral da ANP, é encontrado morto após cair do 11º andar em Copacabana.
Ele havia acumulado divergências com Dilma Rousseff quando ela comandava Minas e Energia.
As circunstâncias da morte?
Nunca ficaram realmente claras.
19 de janeiro de 2017.
Cai o avião que levava Teori Zavascki.
Relator da Lava Jato.
O homem que homologaria as delações da Odebrecht nos dias seguintes.
Piloto experiente.
Aeronave moderna.
Tempo considerado operacional.
Mesmo assim, o avião caiu.
6 de setembro de 2018.
Jair Bolsonaro sofre um atentado durante a campanha presidencial em Juiz de Fora.
O autor, oficialmente, era um desempregado há anos.
Mas um “desempregado” que viajou de avião, ficou hospedado em hotel, carregava seis celulares, dois laptops e mais de 14 mil reais em espécie.
E imediatamente recebeu a defesa de criminalistas famosos.
Quem financiava aquilo?
“Segredo profissional.”
Depois veio a conclusão oficial:
“Agiu sozinho.”
“Lobo solitário.”
Claro.
Porque no Brasil, coincidência em série virou método.
E questionar virou crime moral.
O curioso nunca foi a ausência de fatos.
O curioso sempre foi a velocidade com que exigem que as pessoas parem de pensar.
Uma trama sórdida meticulosamente urdida e executada.
As cenas são suficientes para destruir toda a narrativa de golpe, mostrando que foram contratados agitadores profissionais bem treinados, dando sinais claros de que eram militares bastante disciplinados e adestrados, pois, depois da missão cumprida, a fuga se deu de forma extremamente bem organizada, pelos fundos dos prédios, em rapéis impecáveis, deixando bem claro que a ação urdida não foi praticada por “vândalos” comuns, senão por profissionais gabaritados e bem treinados.
As ações filmadas foram observadas pelo perito criminal Luiz de Barros Lima, do Rio de Janeiro, que foi taxativo quanto à alta qualificação da corja que simulou a vandalismo.
Esse vídeo precisa chegar a cada cidadão em dentro de uma hora.
Está aí a prova concreta de que tudo foi armação.
🚨URGENTE - Deputado Nikolas Ferreira acaba de denunciar que um juiz condenou país a 55 dias de prisão e multa de R$ 1,1 milhão por educar seus filhos em casa
“Do mesmo jeito que eu fui para cima de um juiz que soltou um pedófilo aqui em MG, a gente vai levar esse juiz ao CNJ!”
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O som que representa força, atitude e posicionamento já ultrapassa fronteiras e hoje é a música mais tocada nos Estados Unidos. O fenômeno cresce a cada dia, mostrando o alcance global e o impacto dessa mensagem.
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