Em 118 anos de história, nunca um atleta correu os 400m com barreiras tão rápido quanto Alison dos Santos hoje.
O brasileiro marcou o tempo de 45s80, 14 centésimos abaixo do recorde mundial que era do norueguês Karsten Warholm, na final olímpica de Tóquio.
Aos 26 anos de idade, o Piu quebrou uma marca que ele mesmo desacreditava ser possível. Duas medalhas olímpicas, um título mundial, e agora, o melhor tempo da história.
Que tamanho de atleta é Alison dos Santos.
“Se algum dia eu voltar ao Brasil, vou voltar para o Fluminense. Você deve ser leal ao que sente. Não há nada no mundo, nenhum dinheiro que compre sua essência, os valores que você carrega”.
Esse foi o motivo das vaias para Árias. E ele claramente sentiu.
Dia 21 de julho de 1902, na Marquês de Abrantes, 51. De 20 assinaturas, nasceu Fluminense, o clube do Rio, natural do Rio de Janeiro.
O pioneiro do futebol brasileiro se embrenhou pelos quatro cantos da cidade mais linda do mundo. Viajou pelo estado, conquistou o país, o mundo.
Três cores, que representam tanto o bairro das Laranjeiras, como fazem aquecer corações Tricolores em cada lugar do planeta. O Fluminense é tradição, mas também é progresso, porque esse querido pavilhão vai muito além dos tantos títulos que em Laranjeiras festejamos. É orgulho, é sentimento sem igual.
124 anos depois, a Maior Ideia de Todos os Tempos ainda é brilhante.
Obrigado, Fluminense. Parabéns. O grande amor das nossas vidas.
#Flu124