Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
If the Stranger Things writers wrote Lord of the Rings:
GANDALF: OK, so we've got to put the smackdown on this Ring thing. It can only be destroyed -
GIMLI: Don't worry - I got this. *hits it with an axe and falls* Ow.
GANDALF: - in the fires of Mount Doom.
BOROMIR: I just don't get it. Why can't we just fire this bad boy up and use it against Sauron? Boom. Headshot.
GANDALF: OK, so, think of Sauron like this Atari. *Clears off pedestal and slaps down an Atari and a copy of E.T. The Extra-Terrestrial.*
GANDALF: Now, if we destroy this copy of E.T. the Extra-Terrestrial, we might think it's gone forever. But -
ELROND: - but Atari still has the source code.
GANDALF: Right. *starts drawing on a transparent whiteboard* - But, if we destroy the source code -
LEGOLAS: ... the existing copies could be buried in a landfill, and they'd eventually go bad from corrosion.
GANDALF: Exactly. Destroy the source code -
ELROND: - destroy Sauron.
BOROMIR: Great. So how do we destroy this Source Code Ring? It's not like we can just hop on our skateboards and shred into Mordor.
LEGOLAS: Hang on though. If we gave the Ring to someone small enough -
GIMLI: - Sauron wouldn't be expecting it -
ELROND: - and we could chuck it right into the fire while he's busy trippin' over Minas Tirith.
GANDALF: - and then -
LEGOLAS: - no more E.T. *finger guns*
BOROMOR: It sounds crazy, but it just might work.
FRODO: Guys, I'm gay.
A SUA #FURIACS É CAMPEÃ MUNDIAL NO CS2!
CHEGAMOS NO TOPO COM O TÍTULO NA FISSURE PLAYGROUND 2! 🏆
ISSO É POR NÓS, POR VOCÊS, PELO BRASIL! RESPEITEM O CS BRASILEIRO! 🇧🇷
🥇 @FalleNCS
🥇 @tvoy_molodoy
🥇 @yek1ndar
🥇 @yuurih
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🥇 @siddecs
🥇 @krizzencsgo
🥇 @HepaCS
É #DIADEFURIA NESSA PORRA
VAMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Nikola Jokic foi como Dom Quixote na história da NBA. Não porque confundiu moinhos de vento com gigantes, mas porque insistiu em enxergar o jogo como ele poderia ser, quando todos juravam que já sabiam exatamente o que ele era.
Na literatura, Cervantes criou um dos personagens mais brilhantes já escritos: Dom Quixote. Convencido de que era um cavaleiro andante, com trejeitos desajeitados, fora da forma física de um guerreiro e com a armadura enferrujada, ele vivia entre a prudência imposta pelo mundo e a coragem de sustentar uma visão própria, por mais absurda que parecesse.
No basquete, Jokic fez o mesmo. Desafiou o conceito pré-estabelecido do que era ou deveria ser um pivô em uma liga com 75 anos de história, já marcada por gigantes históricos da posição como Kareem, Shaq e Hakeem.
O pivô visto como acima do peso, lento, com limitações defensivas, que monopolizava posses e jogava no garrafão enquanto a NBA moderna corria para o perímetro, mostrou com o próprio sucesso que o chamado “basquete não vencedor” era, na verdade, método. O que chamavam de “lentidão” era apenas o seu próprio ritmo. E o que parecia antiquado em um pivô que arma o time acabou se tornando um novo caminho para o basquete contemporâneo.
O mundo viu um gênio sérvio transformar a posse de um pivô em uma torre de comando. Vieram os handoffs, o short roll para gerar vantagem, os passes que exploram ângulos e verticalidades impossíveis até mesmo para um Magic Johnson, já que ele não tinha a força e a envergadura de Jokic para executá-los.
De repente, jogadas que antes exigiam de um armador tradicional dribles, bloqueios, movimentação e enorme esforço, Jokic começou a produzi-las parado, no garrafão, como quem move peças em um tabuleiro de xadrez. Estamos falando, sem exagero, do melhor passador da história da NBA. E isso ficará cada vez mais evidente com o tempo.
No fundo, talvez a parte mais bonita seja aquilo que Cervantes sussurra por baixo da trama. A sanidade pode ser a forma mais previsível de loucura quando nos impede de imaginar o que vem adiante. Jokic foi chamado de excêntrico, depois de diferente, depois de genial. Mas sempre foi o mesmo: o pivô que arma, a visão teimosa, a loucura que parecia delírio até virar referência.