Não vivemos uma democracia plena, isso é fato. A solução, então, seria jogar a toalha e dar mais poder político para a esquerda comandar mais cinco comissões! Que piada! Quanto às conquistas que listei, sim, são resultados concretos. Antes isso do que ficar chorando muito na Internet porque vivemos numa ditadura. Ou pior, induzir inocentes úteis a serem presos pelo 8/1, como alguns hoje "antibolsonaristas" fizeram.
Quando Hugo Motta foi escolhido para presidir a Câmara, houve quem alertasse a direita - entregar seus votos ao candidato apoiado por Arthur Lira, numa composição que reunia do PL ao PT, poderia terminar exatamente onde terminou.
Os alertas foram tratados como incompreensão da “política real”. O argumento era pragmático: não importava apenas quem ocuparia a Presidência da Câmara; importavam os espaços, a Mesa, as comissões e a possibilidade de fazer avançar as “pautas conservadoras”.
Em 30 de outubro de 2024, o então líder do PL, Altineu Côrtes, formalizou o apoio a Motta. Parlamentares da ala bolsonarista chegaram a entregar ao candidato uma lista de prioridades. Entre elas estavam a anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro e a defesa das prerrogativas parlamentares. Altineu dizia que a criação da comissão da anistia daria “mais transparência, mais amplitude ao debate” e seria importante para a pauta avançar.
Motta acabou eleito com impressionantes 444 votos, sustentado por uma composição que colocava adversários ideológicos no mesmo projeto de poder.
Em julho de 2025, já presidente, Motta chegou a impedir reuniões de comissões durante o chamado recesso branco, atingindo inclusive duas comandadas pelo PL: Segurança Pública, de Paulo Bilynskyj, e Relações Exteriores, de Filipe Barros.
Agora a fotografia fica completa. Hugo Motta acaba de anunciar que apoiará Lula na eleição de 2026. Não apenas apoio protocolar, disse que Lula “converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país” e revelou apoio ao “projeto de reeleição” do petista.
É difícil imaginar símbolo mais perfeito da política brasileira.
A direita entregou votos em nome da estratégia; Motta recebeu os votos, chegou ao comando de um dos Poderes da República e agora trabalha eleitoralmente pela permanência de Lula no Planalto.
Podem chamar de pragmatismo, articulação ou cálculo político.
Quem advertiu que essa conta poderia terminar em traição tem hoje o direito de perguntar aos estrategistas: as comissões valeram o preço?
O TSE NÃO JULGARÁ APENAS UM VÍDEO. VAI ESCREVER O MANUAL DA FALA PERMITIDA.
O PT acionou a Justiça contra o vídeo de Bolsonaro criado por inteligência artificial e exibido na convenção de Flávio. A própria peça avisava que era uma simulação, portanto não escondia sua natureza.
Agora Nunes Marques pretende buscar um consenso prévio entre os ministros para transformar o caso em precedente sobre IA, deepfakes e pré-campanha.
Na mesma reunião, o Tribunal discutirá a pesquisa AtlasIntel cuja divulgação foi suspensa por suspeita de indução. Hoje é um avatar. Ontem foi uma pesquisa. Amanhã poderá ser qualquer mensagem politicamente inconveniente.
Combater deepfakes fraudulentos é necessário. Misturar fraude, sátira, apoio político, criação artística e conteúdo identificado no mesmo caldeirão é como a censura chega: de terno, com carimbo e vocabulário técnico.
A Justiça Eleitoral deve garantir regras iguais, não se transformar em editora-chefe da campanha, escolhendo qual imagem circula, qual pesquisa aparece e qual discurso chega ao eleitor.
Quando ministros se reúnem antes para “buscar consenso”, fica a dúvida se o julgamento servirá para descobrir a decisão ou apenas para anunciá-la.
Democracia não precisa de um curador de conteúdo usando toga.
Um carro da montadora chinesa BYD chamou a atenção de motoristas e pedestres ao circular por uma avenida com diversas mensagens de protesto espalhadas pela lataria. O veículo foi filmado por uma pessoa que seguia logo atrás e, depois, ao lado do automóvel.
Nas imagens, é possível ver frases como "BYD - nunca mais", "não tem peças" e "não compre" escritas na parte traseira, nas laterais e nos vidros do veículo.
🤔
Um ex-analista da Quaest acaba de ser nomeado no Gabinete Pessoal do Presidente da República. Está no Diário Oficial. Há 10 dias expusemos o circuito fechado: Quaest faz pesquisa, Genial financia, Globo publica, e a opinião pública é moldada pra favorecer o governo. Agora, Portaria nº 80 (DOU 27/07/2026, edição 139) nomeou Arthur Ribeiro Queiroz — ex-analista da Genial Quaest — como Assessor (CCE 2.13) no Gabinete Adjunto de Informações em Apoio à Decisão do Gabinete Pessoal do Presidente. O gabinete que decide o que o presidente vê. Quem media opinião pública agora fabrica decisão presidencial. O circuito não se fechou — se fundiu. A pesquisa virou governo. O governo virou pesquisa. Na próxima vez que sair pesquisa Quaest dizendo que está tudo bem, lembra que quem fazia a pesquisa agora trabalha dentro do Palácio do Planalto. Isso não é pesquisa. É lavanderia de opinião pública com papel timbrado da República.
Marcello cruz - Candidato a Deputado Federal pelo PL-SP
ESSE É O NÍVEL DO ELEITOR: RECLAMA DA JAULA E VOTA NO CADEADO.
Na Bahia, Rui Costa aparece com 25% e Jaques Wagner com 20%. Dois nomes do PT liderando a disputa pelas duas vagas ao Senado.
A pesquisa é fotografia, não resultado. Mas a fotografia já revela um eleitorado especialista em reclamar que nada muda enquanto escolhe exatamente quem representa a continuidade.
Depois aparecem os profetas digitais jurando que as redes sociais decidem eleições. Decidem hashtags, lacrações e brigas entre convertidos.
A urna é decidida longe da bolha, onde a memória dura menos que um vídeo curto e a dependência política recebe o nome elegante de fidelidade.
Nunca houve tanta informação disponível. O problema não é falta de acesso. É a falência completa da ligação entre escolha e consequência.
O Brasil não é vítima apenas dos políticos que o governam. É refém do eleitor que alimenta o sistema, reclama do resultado e volta quatro anos depois para repetir o mesmo ritual.
Um povo conectado ao Wi-Fi, mas tragicamente desconectado das consequências.
LULA TEM 53% DE DESAPROVAÇÃO. MAS A CULPA, NATURALMENTE, DEVE SER DO POVO.
A pesquisa Gerp mostra 53% desaprovando o governo e apenas 42% aprovando. Um buraco de 11 pontos que nem toda a maquiagem do Planalto consegue esconder.
Além disso, 48% afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum. O “pai dos pobres” começa a descobrir que até a paciência dos filhos tem limite.
No universo petista, todo fracasso pertence ao governo anterior, ao Congresso, ao mercado, às redes sociais ou a algum alinhamento cósmico. Lula é sempre o único inocente dentro do próprio governo.
O problema da propaganda é simples: ela fala, mas o preço no supermercado responde. O discurso promete prosperidade, enquanto o bolso entrega o relatório verdadeiro.
O governo vende nostalgia de um passado cuidadosamente editado. O eleitor, porém, precisa pagar as contas do presente sem filtro, sem palanque e sem aplausos comprados.
Quando uma maioria desaprova, não é perseguição. É a realidade interrompendo mais um comício.
Um governo que precisa explicar diariamente por que não fracassou já transformou o Planalto num departamento nacional de desculpas.
O SOBRENOME QUE VALE MAIS QUE A LEI
O vice de Flávio pediu a prisão de Lulinha e Brasília imediatamente sentiu falta de ar.
No rastro das denúncias aparecem tráfico de influência, lobistas, milhões e dinheiro arrancado de aposentados.
O pobre do INSS entrega documentos, biometria e até a própria dignidade.
O filho do poder parece entregar apenas silêncio.
Se a República teme investigar o herdeiro do presidente, não existe igualdade perante a lei.
Existe uma monarquia de terno vermelho, sustentada pelo bolso dos velhos.
Em depoimento prestado para a Polícia Legislativa, um comerciante afirma ter participado de uma trama para acusar - falsamente - Alfredo Gaspar, hoje vice da campanha de Flávio Bolsonaro.
A trama aponta diretamente para o deputado federal Lindbergh Farias e envolve o pagamento de, pelo menos, R$ 16 mil reais.
O PAI DOS POBRES, O SÓCIO DOS BANCOS
Os bancos batem recordes, os juros esmagam famílias e Lula continua fantasiado de padrinho da miséria.
O pobre paga a conta, o banqueiro brinda ao lucro e o governo distribui discursos sobre justiça social.
Pobreza rende voto, palanque e poder.
No Brasil de Lula, quem trabalha sustenta a máquina e quem controla a máquina prospera.
O pai dos pobres nunca acabou com a pobreza.
Transformou a pobreza em patrimônio político.
49% DE REPROVAÇÃO: A PROPAGANDA PERDEU PARA O SUPERMERCADO
O governo Lula passou anos ensinando que qualquer fracasso poderia ser embalado como narrativa.
Mas o brasileiro não paga contas com discursos, não enche a geladeira com slogans e não quita impostos com saudade.
Quando 49% reprovam o governo, não é falha de comunicação. É excesso de realidade.
Brasília pode culpar o mundo, maquiar o desastre e contratar aplausos.
Só não consegue esconder o preço, o abandono e a memória do eleitor.
O Brasil não deixou de entender Lula. Entendeu perfeitamente. E reprovou.
O PREÇO DA ACUSAÇÃO
Soraya lançou denúncias contra o vice de Flávio como quem atira lama e espera que a manchete condene antes da Justiça.
Agora o STF quer explicações, e a valentia diante dos microfones terá de sobreviver ao peso dos autos.
Se a acusação é verdadeira, que apresente provas. Se é falsa, que responda por ela.
Brasília transformou suspeitas em espetáculo e reputações em material descartável de campanha.
Imunidade parlamentar protege a palavra. Não deveria funcionar como licença para a irresponsabilidade.
Quem transforma denúncia em arma precisa responder pelo disparo.
O BRASIL NÃO COMPRA MAIS. PARCELA O DESESPERO.
O governo celebra emprego e pede mais consumo, mas as famílias estão usando crédito novo para pagar dívidas antigas.
Com juros elevados, o salário já chega devorado pelo banco, pelo cartão e pelos impostos.
O comércio reduz estoques, a empresa adia investimentos e o consumidor chama sobrevivência de parcelamento.
Brasília observa toda essa movimentação e ainda tenta chamá-la de crescimento.
Dívida não é consumo. Refinanciamento não é prosperidade. Limite no cartão não é renda.
No Brasil de Lula, até o futuro foi parcelado. E os juros vencem antes da esperança.
HADDAD DESCOBRIU O WI-FI DA MENTIRA
Ricardo Nunes confrontou Haddad após o debate e acusou o petista de distorcer uma investigação para insinuar o envolvimento do prefeito.
Nunes também rebateu os números apresentados sobre as finanças de São Paulo e afirmou que Haddad inventou dados e espalhou informações falsas.
Haddad não debate a realidade. Ele instala uma versão petista dela.
Quando o número não ajuda, ele recalcula. Quando o fato incomoda, ele taxa a verdade e distribui narrativa.
É o ministro dos impostos tentando ser também o contador da fantasia.
No final, o Wi-Fi pode até ser livre. A mentira petista também.
A CHINA QUE O REGIME NÃO EXPORTA
País totalitário não vende realidade. Vende cenografia.
Exibe arranha-céus, aeroportos futuristas e cidades iluminadas como vitrines de um shopping político.
Fora do enquadramento ficam o desemprego, a fome, os moradores de rua e os idosos sobrevivendo em cavernas.
A propaganda mostra o concreto reluzente. O silêncio esconde o ser humano esmagado.
Na ditadura, a miséria não desaparece. Apenas perde o direito de aparecer.
Essa é a verdadeira China: potência na fachada, sofrimento no porão.
O luxo é a vitrine. A população é o estoque.
RAP DO ÇILVA | A trajetória política do presidente que prometeu picanha
RAP DO ÇILVA: A PICANHA VIROU FUMAÇA
Esse rap não é música. É o prontuário de uma ilusão com batida.
Prometeram picanha, serviram linguiça e ainda exigem aplausos de quem paga a conta.
Venderam o pai dos pobres. A propaganda fabricou o santo, o sistema limpou o palco e a memória seletiva enterrou o passado.
Mensalão, petrolão e condenações anuladas viraram detalhes inconvenientes no país onde a narrativa vale mais que os fatos.
Enquanto o palácio brinda, o povo abre a geladeira e encontra o eco.
No Brasil, a mentira entra pela urna, toma posse e ainda cobra imposto de quem acreditou.
Prometeram churrasco. Entregaram fumaça, dívida e uma cara de pau bem passada.
A letra apresenta uma interpretação crítica dos autores sobre episódios e acontecimentos relacionados à trajetória política de um certo presidente que foram amplamente divulgados e debatidos ao longo dos anos.
A produção utiliza recursos de ilustração, animação e inteligência artificial para contar essa narrativa em formato de videoclipe, preservando seu caráter de expressão artística e opinião.
Este conteúdo não constitui reportagem jornalística, nem pretende substituir a consulta a fontes primárias, documentos oficiais ou diferentes perspectivas sobre os fatos mencionados.
O objetivo é promover entretenimento, sátira política e liberdade de expressão por meio da música.
💥 A CIÊNCIA DA NARRATIVA ÚNICA
Robert Redfield declarou sob juramento que foi excluído das discussões porque queriam uma narrativa única.
O ex-diretor do CDC afirmou que o debate científico foi sufocado e que o artigo usado para defender a origem natural do vírus era impreciso.
A relação financeira do NIAID com Wuhan estava nos e-mails. A verdade, pelo visto, também precisava de autorização.
Quando perguntas são censuradas e conclusões chegam prontas, ciência vira departamento de propaganda.
Jaleco por fora. Conveniência política por dentro.
Agora falta a parte que Washington sempre adia: investigação, responsabilidade e justiça.
FAUCI E O IPHONE QUE NÃO TOMOU A DOSE DO SILÊNCIO
Uma comissão do Congresso agora tem uma cópia dos dados do iPhone usado por Anthony Fauci durante a força-tarefa da COVID.
O homem que evitou responder às perguntas poderá ser respondido pelo próprio aparelho. Telefone, diário e contradições formam uma testemunha que não pede imunidade.
O indulto pode tentar blindar o personagem, mas não apaga mensagens, decisões nem famílias separadas por determinações vendidas como ciência incontestável.
Durante anos, a dúvida foi tratada como heresia, a censura como cuidado e a obediência como virtude sanitária.
Agora, a verdade pode sair justamente do aparelho que Fauci certamente preferia manter eternamente no modo avião.
Quando a ciência precisa de silêncio, censura e perdão presidencial, talvez o maior experimento nunca tenha sido médico. Foi político.
FAUCI DESCOBRIU QUE INDULTO FEDERAL NÃO É COLETE À PROVA DE ESTADOS
Após se recusar a responder ao Congresso, Anthony Fauci agora enfrenta intimações de três procuradores-gerais estaduais, que investigam se houve benefício pessoal nas decisões tomadas durante a COVID.
O detalhe que transforma a blindagem em papel de embrulho é simples: indulto federal não apaga possíveis crimes estaduais.
Enquanto famílias perderam negócios, crianças perderam anos escolares e o país perdeu a confiança nas instituições, Fauci aparentemente perdeu apenas a vontade de responder.
Agora, telefone, registros e decisões entram no radar de autoridades que não dependem da tradicional delicadeza de Washington com seus santos de jaleco.
A ciência que exigia obediência absoluta de milhões curiosamente pede silêncio absoluto ao seu antigo sacerdote.
Se tudo foi feito pelo bem público, responder deveria ser simples. Quando cada pergunta exige advogado, indulto e fuga, a desconfiança deixa de ser teoria. Vira consequência.