Enquanto vestia a elite recifense, ela escondia escravizados em sua casa.
Costurava para sinhás de engenho e usava os lucros para comprar cartas de alforria.
Criou uma sociedade só de mulheres. Libertou 200 cativos. E foi esquecida.
Essa é a história de Leonor Porto:
Toda vez que vou a Xerém, pra casa do Zeca, (aniversariante de hoje) ele me leva para dar uma volta de quadriciclo. Diz que gosta de tirar onda comigo na garupa. Te pergunto: Quem é que, DE FATO, tá tirando onda aqui? Fala sério!
no Brasil se você falar que seu pai é professor de jiujitsu todo mundo acha foda, se você falar que seu pai é o tom brady todo mundo vai perguntar que diabos é tom brady