As facções dominam territórios dentro dos Estados brasileiros e este crápula fica defendendo os criminosos. O país vai de mal a pior mesmo, lamentável!
Lula, o dinossauro comunista, faz um discurso com um cheiro insuportável de naftalina e cinismo. Para ele, o fato das nações livres, notadamente os EUA, combaterem as ditaduras socialistas latino-americanas seria um ataque à América Latina. E Marco Rubio, secretario de Estado dos EUA, seria um "latino-americano frustrado" justamente por frustrar os projetos totalitários da esquerda. Ouvir Lula é ouvir a voz autoritária da esquerda tentando colocar o mundo de ponta cabeça, e para subverter a realidade, precisa atacar a maior e mais sólida democracia do planeta.
Este desgoverno dos PTralhas são dominados por uma classe de ex sindicalistas cuja escala de trabalho deles era 0 X 7, sempre viveram as custas dos trabalhadores, o que eles querem agora é continuar na mamata.
Quando faltam argumentos, o PT recorre às fake news para tentar esconder o que realmente incomoda: a PEC da Liberdade preserva todos os direitos do trabalhador e amplia sua liberdade de escolha. Enquanto eles espalham medo e desinformação, nós defendemos uma alternativa séria, moderna e baseada na realidade do mercado de trabalho.
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A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 27 de maio, a PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal para 40 horas. O texto passou por ampla maioria: 472 votos favoráveis contra apenas 22.
Enquanto Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e parlamentares do PT comemoravam a votação como uma “vitória histórica”, empresários, economistas e setores produtivos alertam para os efeitos colaterais que podem atingir justamente os trabalhadores que a proposta diz defender.
A medida obriga empresas a concederem duas folgas semanais remuneradas sem permitir redução salarial. Na prática, isso significa aumento imediato de custos operacionais em setores que dependem de escala contínua, como restaurantes, supermercados, farmácias, comércio, logística, indústria e serviços.
O problema é que o Brasil já enfrenta escassez de mão de obra em diversas áreas. Como alertou o economista José Pastore, muitas empresas sequer conseguem preencher a equipe atual- imagine manter uma segunda equipe de reserva para cobrir folgas obrigatórias.
O resultado pode ser exatamente o oposto da propaganda política; menos contratações, aceleração da automação, aumento da informalidade, repasse de preços ao consumidor e fechamento de pequenos negócios esmagados por custos trabalhistas cada vez mais altos.
Não por acaso, o governo Lula e a esquerda celebraram a proposta como um marco ideológico. Um partido social-comunista historicamente acredita que riqueza nasce por decreto e que produtividade se resolve com canetadas do Estado.
Mas, no mundo real, empresas quebram e, quando quebram, não existe “justiça social” capaz de impedir uma onda de desemprego.