Há quem tenha os pés-no-chão e compromisso com País e a Nação Brasileira. Tem os de cima do muro, ocasionalmente indecisos ou mero oportunistas. E tem os que sobem o telhado, crentes da mentira.
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Não estou alheio, apenas observo. O trabalho é pessoalmente e de cara-a-cara. Rede social é perda de tempo (pelo menos vindo de mim), mas só para deixar claro: Votar nesse merda do PL, e nos apaniguados dessa podridão, é por o Brasil num buraco fundo, de cabeça para baixo.
O bolsonarista não é contra a corrupção porque Flávio pediu dinheiro a Vorcaro e ele aceita tranquilamente.
O bolsonarista não é contra o STF porque um ministro indicado por bolsonaro é seletivo nos julgamentos e ele acata caladinho.
O bolsonarista não defende a família porque outro ministro indicado por bolsonaro é suspeito de ter garota de programa paga por Vorcaro e ele tolera.
O bolsonarista não coloca deus acima de tudo porque a grana de Vorcaro irrigou a igreja símbolo do bolsonarismo e ele faz vista grossa.
O bolsonarista não é patriota porque a família bolsonaro articula dia e noite sanção contra o povo brasileiro e ele aplaude.
O bolsonarista não é contra o 'sistema' e 'tudo que tá aí' porque os bolsonaros mamam há décadas no estado e ele assina embaixo.
O bolsonarista não é contra o crime, roubo de celular, PCC, CV e as facções porque ele sustenta no poder os amigos da milícia e os aliados da bandidagem.
O bolsonarista é simplesmente contra Lula - e a razão é simples.
Lula ajuda os pobres, prega o bem, defende o país e deixa nua o cinismo bolsonarista de fingir virtude enquanto serve à escória da sociedade.
Lula obriga os bolsonaristas a ver quem são - e isso hipócrita nenhum perdoa.
Faz parte da liberdade de imprensa "naturalizar" o fascismo, a misoginia e incentivar simbolicamente o ódio e a violência? Faz, porque a Constituição impede a censura prévia e a democracia - como principal utopia da República moderna - admite excessos, embora prevendo duras punições, quando esses são nitidamente atos preparatórios para crimes maiores. Mas atenção: caluniar, difamar, injuriar, são comportamentos criminosos que podem ser enquadrados como delitos isolados, mas, simbolicamente, também podem "sugerir" e preparar crimes mais graves contra as pessoas ou contra o Estado, tanto previstos na Legislação Eleitoral como no Código Penal. O que é impressionante, todavia - na formação da República moderna neste Brasil da Constituição de 88 - é a tolerância da ampla maioria da imprensa empresarial com a estratégia fascista que se dissemina no mundo, comandada por Trump e por Milei, este - particularmente - aqui na América do Sul. Esse "incidente" com a Manuela e a timidez ou a omissão da grande imprensa em criticar o seu protagonista principal que quer governar nosso Estado, é um episódio da sinfonia macabra que já nos custou quatro anos de maldades e estupidez governando o nosso país. Já notaram a delicadeza com que eles tratam as bandidagens globais de Trump? Perceberam o carinho compreensivo que eles tiveram e tem - em regra - com os desatinos genocidas do bolsonarismo, notaram uma postura "compreensiva" que eles adotam com quem simbolicamente- acena com a "eliminação" de uma candidata adversária? A ausência de adjetivos qualificativos mesmo usados com moderação, para denunciar a extrema direita violenta, obstrui - na verdade - a formação de um conceito sobre ela. E a ausência de um conceito público sobre o que essas correntes políticas são e o que já fizeram, para destruir os valores humanistas da modernidade democrática, está retratada em vários momentos contemporâneos: na construção dos Campos de Concentração, no livre assassinato para eliminar crianças em Gaza, na defesa pública da tortura, que caracterizam práticas medievais dos projetos neofascistas atuais, que grassam mundo afora. Deve ser observado, todavia, que esta "postura compreensiva" em época eleitoral, pode se tornar - por omissão - uma cumplicidade explícita com o extremismo de direita genocida, que já governou o Brasil e não se envergonha do que fez. E mais, que agora quer entregar diretamente o Brasil para um Governo estrangeiro! Uma omissão cúmplice pode ser compreendida como um "passe livre" para violência. O Brasil não é um país "polarizado", como quer convencer a "grande imprensa", pois divergências de fundo e de forma são partes de qualquer democracia que se preze. O Brasil é um país em que essa democracia que "se preza", está sendo atacada pela fascismo, que é intolerante e genocida, e pela traição nacional, que hoje está no seu âmago.
A gente sabe que a Direita está perdida quando na mesma semana têm matérias na mídia burguesa dizendo que "Flávio é competitivo por que detém o eleitorado do pai" e que "Faria Lima prefere debandada para Caiado". Enquanto isso o jacaré continua abrindo a boca a favor de Lula.
Milei fue a Brasil a gritar como un energúmeno reclamando ver a un golpista preso.
Yo fui a Curitiba reclamando la libertad de un inocente.
Hoy @LulaOficial es Presidente de Brasil y Bolsonaro está preso por promover un golpe de Estado.
Insultar al presidente de un país hermano y principal socio comercial no tiene perdón.
Trabalhar para viver, e não viver para trabalhar!
A escala 6x1 é desgastante, ultrapassada e afeta diretamente a saúde física e mental da classe trabalhadora.
Chegou a hora de garantir mais tempo para a família, para o descanso e para a vida fora do expediente.
O povo trabalhador está de olho! O Senado pecisa aprovar a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução salarial! A Câmara já fez!
#40HorasSemanaisJá
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Quem são os funcionários do governo americano que tiveram entrada negada no Brasil, porque iriam, segundo o Washington Post, questionar a integridade das urnas? Segue o perfil do dois:
RILEY M. BARNES
Riley M. Barnes é um diplomata norte‑americano com trajetória marcada pela mistura entre política externa, moralidade religiosa e defesa de valores ocidentais.
Embora seja tecnicamente um funcionário de carreira, sua atuação sempre esteve fortemente ligada a temas como liberdade religiosa, direitos humanos sob ótica cristã e democracia como missão civilizacional. Isso o colocaria no campo dos neoconservadores religiosos, que enxergam política externa como instrumento de correção moral do mundo.
Barnes trabalhou em áreas do Departamento de Estado que frequentemente são usadas como justificativa para pressão política: democracia, direitos humanos e liberdade religiosa. Esses setores, embora importantes, são historicamente instrumentalizados por governos dos EUA para missões diplomáticas com objetivos ideológicos.
Ele também atuou como speechwriter político, o que reforça seu perfil de formulador de narrativas e não apenas técnico.
Barnes é útil nesse tipo de operação porque sua atuação combina discurso moralista, defesa de valores cristãos e crítica a instituições civis que não se alinham à visão ideológica americana.
SAMUEL D. SAMSON
Samuel D. Samson é tido como mais explícito e radical que Barnes. Ele não é um diplomata tradicional: é um ativista ideológico que ganhou cargo dentro do Departamento de Estado. Sua formação em Hillsdale College (um centro intelectual conservador cristão) e sua atuação em organizações católicas tradicionalistas teriam moldaram um perfil profundamente religioso, moralista e politizado.
Samson defende conceitos como direitos naturais, civilização ocidental cristã, soberania nacional e combate ao globalismo. Ele é alinhado com a direita populista europeia e já se reuniu com figuras como Nigel Farage e representantes de governos ultraconservadores da Europa Central. Seu histórico incluiria viagens para denunciar supostas fraudes, violações de direitos e ameaças à democracia em países que ele considera ideologicamente desviados.
Ele não é um técnico em sistemas eleitorais. Ele é um militante político com cargo diplomático. Sua atuação costuma envolver a criação de narrativas, pressão ideológica e uso de relatórios de direitos humanos como arma política. Samson é o tipo de emissário enviado quando o objetivo não seria observar, mas sim gerar ruído, tensionar relações e alimentar discursos internos nos EUA.
Ele é útil para missões onde o objetivo é político, não técnico.
O Brasil negou o visto de ambos porque entende que não seriam observadores imparciais, cuja entrada no país poderia ser interpretada como tentativa de interferência direta no processo democrático.
Imprensa: se forem copiar, citem a fonte. Eu trabalho de graça. Pelo menos algum reconhecimento. Canso de ver o que levanto aqui antes, virando pauta para vocês. Tá?
Quando a mulher negra se movimenta, o mundo avança. No Brasil, apenas 1 em cada 46 mulheres negras ocupa cargos de gerência. Não aceitaremos mais a violência política de gênero.
25.07 | Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha
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O sul do Cone Sul passa a ser uma zona geopolítica decisiva para bloquear a humilhante e despótica política tarifária de Trump. É preciso compreender isso e operar, politicamente, em profundidade de maneira enérgica e urgente: a Argentina tem na sua Presidência um psicopata, que não tem vergonha de se aliar de maneira servil aos seus patrões do norte, para semear a violência, a pobreza e o desespero, no seu próprio país, já à beira do desastre; o Governo paraguaio já tem um pacto (Acordo Sofa) que, na prática, permite instalação de bases militares dos EUA e de apoio ao pessoal do Departamento de Estado Americano, no seu território, situação que ameaça duramente a soberania territorial de todos os países do Continente; o Presidente Katz, no Chile - neoliberal radical de extrema direita - simpatizante evidente do regime nazista, apoia tudo o que Trump está fazendo e previamente o que ainda vai fazer contra a América do Sul, considerada como totalidade geopolítica. Os EEUU com Trump não são mais simplesmente um país imperial-colonial, como na época da guerra do Vietnam, mas são um país decadente, que se tornou um pirata autodeclarado. Ele precisa se apropriar rapidamente das riquezas minerais tradicionais, das terras raras, da biodiversidade, das fontes de energia e dos mecanismo de poder internos dos seus "aliados-escravos", para debelar a sua crise econômica interna já de alta intensidade. Esta crise também já acorda o seu próprio povo para a resistência a sua tirania.
Inacreditável! Na noite de ontem, a Guarda Municipal de Porto Alegre tentou impedir a distribuição de alimentos para pessoas em situação de rua. Em uma ação marcada pela truculência, agentes chegaram ao local portando, inclusive, balas de borracha para abordar os voluntários dos Cozinheiros do Bem. Na Porto Alegre de Sebastião Melo, solidariedade passou a ser tratada como caso de polícia. Isso é inaceitável!
URGENTE! O ministro André Mendonça acaba de autorizar a abertura de inquérito para investigar repasses de Daniel Vorcaro para a produção do filme Dark Horse. Conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro revelaram o esquema Bolsomaster...
Bandeiras de Cartão de Crédito Americanas ajoelham no milho mas não querem perder o mercado brasileiro. Pra mim, deu pra eles. Fiz meu cartão Elo !! E vou fazer o cartão da Union Pay assim que chegar. No fio, tudo sobre a Chinesa Union Pay que ta chegando 🧶🧶🧶
A Suspensão do Leilão das 98 Escolas Publicas é uma vitória do @CPERSoficial e de todos os Gaúchos e Gaúchas. Clique e leia, por que nem tudo ta no tuite: https://t.co/q7fRcdfgJp @CUTRS@HelenirSchurer@heleniraguiar
Uma figura como Paulo Skaf ainda ter tamanha proeminência como presidente da FIESP apenas demonstra a decadência de boa parte da nossa elite.
Ressentido e especialista em derrotas no voto popular, Skaf se jogou de vez no colo do bolsonarismo na última década e agora defende até a vassalagem bolsonarista para Donald Trump.
De garoto-propaganda do pato do impeachment, virou garoto-propaganda de tudo que não presta pro povo, como a manutenção da escala 6x1.
Se Skaf é o melhor que a burgesia brasileira tem a oferecer e se o que ele defende é a subordinação de nosso país a outro que quer nos liquidar economicamente, isso só mostra o quanto eles precisam ser DERROTADOS.
Vocês têm noção da gravidade do que os Estados Unidos, sob Donald Trump, tentaram impor ao Brasil?
As exigências iam muito além de uma disputa comercial. O que estava em jogo era a capacidade do Brasil decidir sua própria política econômica e suas relações internacionais. Entre as pressões, estavam limitar a relação com a China, eliminar tarifas de interesse dos Estados Unidos, enfraquecer o Pix, reduzir barreiras ao etanol americano, restringir regras sobre produtos brasileiros, como carnes e queijos, e impor um modelo de comércio completamente favorável aos interesses norte-americanos.
Na prática, isso significaria abrir mão da nossa autonomia e aceitar uma relação de submissão. Nenhum país soberano pode aceitar que outro dite como deve negociar, produzir ou conduzir sua economia. O Brasil não pode ser tratado como uma colônia.
É por isso que precisamos entender a dimensão do que está acontecendo. Não é apenas uma disputa entre governos. É um debate sobre soberania nacional, sobre quem decide os rumos do Brasil e sobre o direito de o país definir suas próprias políticas.
Também é preciso lembrar que essa escalada não surgiu do nada. Há mais de um ano, Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Paulo Figueiredo vêm atuando nos Estados Unidos em iniciativas que, segundo seus críticos, contribuíram para agravar a crise entre os dois países. Independentemente das disputas políticas internas, quem pode pagar a conta de um conflito dessa dimensão é a população brasileira.
Nesse momento, a imprensa também tem uma responsabilidade enorme. O debate precisa ser tratado com a seriedade que merece. Em vez de se limitar à repercussão política ou à opinião de possíveis candidatos à Presidência, é fundamental ouvir especialistas em comércio exterior, relações internacionais, economia e direito internacional para explicar à população o que realmente está em jogo.
O Brasil enfrenta um momento delicado. A discussão não deveria ser reduzida a uma disputa entre governo e oposição. O centro do debate precisa ser a defesa da soberania nacional, das instituições brasileiras e da capacidade de o país decidir seu pr��prio futuro, sem interferências externas.
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