Bom dia! 🇧🇷
O Brasil segue fora do Mapa da Fome, segundo a ONU. O relatório da FAO confirma que o país manteve a subnutrição abaixo de 2,5% entre 2023 e 2025.
É o resultado de políticas que voltaram a colocar o combate à fome como prioridade. Mais comida no prato, mais dignidade e mais oportunidades para o povo brasileiro.
Recebi com tristeza a notícia do falecimento da professora Glaura Vasques de Miranda, uma referência da educação pública mineira e da Universidade Federal de Minas Gerais.
Professora, pesquisadora, ex-secretária municipal de Educação de Belo Horizonte e fundadora do Nepem, Glaura construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a educação, com a democracia e com a luta das mulheres.
Minas Gerais perde uma intelectual respeitada e uma educadora que deixou marcas profundas na universidade, na gestão pública e na formação de gerações de estudantes e profissionais.
Minha solidariedade aos familiares, às amigas e amigos, às colegas e aos colegas da UFMG e a todas as pessoas que tiveram o privilégio de compartilhar sua caminhada. Que seu legado siga inspirando a defesa da educação pública e da justiça social.
Não podemos banalizar o fato de que, ao abrir os jornais pela manhã, encontramos casos de mulheres assassinadas por seus companheiros estampadas na capa. Hoje são duas, sendo uma delas capitã da PM.
Minas vive uma epidemia de feminicídios, e ela não será enfrentada sem investimento em prevenção, acolhimento e proteção. Tratar essa política como secundária também custa vidas. Nossas mulheres querem viver!
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Estou feliz demais com a escolha de @Patrus_Ananias para representar o PT na disputa pelo Governo de Minas.
Patrus reúne uma trajetória de compromisso com a justiça social, com a democracia e com políticas públicas que colocam a dignidade das pessoas no centro das decisões. É um nome de peso, com experiência e um projeto para Minas Gerais.
Conte comigo nessa caminhada, companheiro! Estamos juntos no compromisso com a construção de um estado mais humano, mais justo e mais solidário, em que as políticas públicas sejam instrumentos para garantir direitos e melhorar a vida do nosso povo.
Quando a guerra cultural substitui a realidade, quem perde é a liberdade religiosa.
A intolerância religiosa é um problema real: entre as milhares de vítimas identificadas pela Ouvidoria do Ministério dos Direitos Humanos, a maioria é de umbanda e candomblé. Mas vez de enfrentar a realidade, os vereadores de BH criaram uma lei "contra a cristofobia", estabelecendo até multas para quem "atacar a fé cristã", baseando essa medida em uma fantasia persecutória que não se sustenta.
Mais uma para a lista de projetos absurdos que envergonham a cidade.
Notícia boa: Foi aprovado no Senado o projeto de lei que transforma o CEFET-MG em Universidade. Um passo importante para fortalecer a educação pública, ampliar oportunidades para estudantes mineiros e reconhecer a excelência de uma instituição que há décadas transforma vidas por meio do ensino, da pesquisa e da extensão.
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Os Estados Unidos gostam de se apresentar ao mundo como referência de liberdade e democracia. Mas essa imagem nos obriga a perguntar: que democracia é essa que ainda convive com marchas supremacistas? Ainda assim, escolho olhar para a coragem dessa menina. Sua dignidade nos lembra que resistir também é permanecer, ocupar os espaços e afirmar a própria humanidade.
Essa foto, feita pela fotojornalista Cheney Orr, ganhou o mundo na semana passada. Uma menina negra, sentada no metrô de Washington, cercada por homens mascarados que seguiam para uma marcha supremacista branca. Ela é o único rosto descoberto da fotografia. O único que não precisa se esconder. Em 2026, as máscaras substituem os antigos capuzes da K.K.K., mas a lógica permanece a mesma.
Ao olhar para essa cena, pensei imediatamente em Rosa Parks. Também foi sentada que ela enfrentou um sistema construído para negar a humanidade do povo negro. A fotografia nos lembra que o racismo não ficou no passado. Ele muda de linguagem, de estratégia e de aparência, mas continua operando como uma estrutura que produz exclusão, violência e desigualdade.
Recebo com indignação a informação de que a secretária Zara Figueiredo, a jornalista Basília Rodrigues e a jornalista Ester Cauany estão sendo alvo de ataques racistas nas redes sociais. Racismo não é opinião.
É crime, tem tipificação na lei brasileira e precisa ser tratado com toda a seriedade que ela exige, com apuração e responsabilização de quem pratica.
É inaceitável que mulheres negras que ocupam espaços de poder e visibilidade continuem sendo tratadas como corpos a serem violentados simbolicamente e não como profissionais a serem respeitadas.
A investigação sobre o assassinato de um casal de idosos em BH também joga luz sobre um problema que cresce no Brasil: o impacto das bets. Enquanto a Justiça apura os fatos, não podemos ignorar que o vício em apostas tem provocado endividamento, adoecimento e destruído famílias. Regular esse setor e limitar sua publicidade é uma questão de saúde pública.
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Privatiza que melhora, eles disseram. E agora o povo de BH vai pagar R$ 6 no metrô, a segunda tarifa mais cara do Brasil.
Enquanto isso, continuamos com um serviço que funciona com apenas uma linha, com uma ampliação pífia para inglês ver. Aumentar a tarifa só afasta a população do sistema de transporte, e pesa no bolso de quem trabalha, estuda e depende do metrô todos os dias.
Mobilidade é um direito. Belo Horizonte merece um transporte público digno, acessível e tratado como prioridade.
Meus sentimentos à presidenta Dilma Rousseff pela perda de seu irmão, Igor Rousseff. Que neste momento de luto ela e toda a família encontrem conforto e amparo no carinho de quem os cerca.
Um abraço fraterno e solidário.
Fiquei indignada de ver que fizeram dos ônibus de BH uma vitrine para casas de apostas. Um serviço essencial, usado todo dia por trabalhadores, estudantes e idosos, virou propaganda de um negócio que lucra com endividamento e sofrimento.
A população está fazendo bonito e rasgando os QR Codes colados nos bancos, mas a responsabilidade não pode ser jogada no colo das pessoas. Cabe ao poder público proteger o espaço público desse tipo de publicidade.
It is important to resist the commodification of basic human needs. Food, water and healthcare cannot be subordinated to market considerations or geopolitical interests. Access to adequate food is a fundamental human right grounded in the dignity of every person. Meeting this need not only alleviates suffering but also addresses underlying causes of geopolitical instability. Indeed, food security is an essential component of global and integral security. https://t.co/DgkM9RegJ7