"Essa decisão de Moraes nada mais é do que uma intervenção nas eleições. O Poder Judiciário já teve interferência nas eleições de 2022, posteriormente fez uma intervenção julgando o Bolsonaro sem ter prerrogativa de foro no Supremo e agora é uma terceira intervenção", Sebastião Coelho.
Amados
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Seu filho ou filha adolescente questiona os ensinamentos da Igreja ou não quer mais ir à Missa? Não se sinta fracassado.
É próprio da adolescência uma espécie de “crise de fé”, em que o jovem está abandonando uma fé “de imitação”, recebida dos pais ou avós, para tomar posse de uma fé pessoal e adulta.
Mas como vivenciar esse processo? É o que Padre Paulo Ricardo explica neste vídeo.
Também não deixe de assistir às aulas do curso “Como Educar um Adolescente”. Link disponível na bio.
Essa é a realidade dos motoboys por trás do capacete…
Conversei com um grupo de motoboys em São Paulo pra entender o que eles passam no dia a dia, os problemas que Brasília não enxerga, e que por consequência propõe leis sem ouvir a classe.
Eu quis fazer diferente. Ouvi-los antes mesmo de propor algo como pré-candidato a presidente.
E o vídeo COMPLETO dessa resenha acabou de sair no YouTube. Vê lá e me conta o que mais te surpreendeu!
JAIR BOLSONARO SAIU DA PRESIDÊNCIA E:
🔺 Pizza subiu.
🔺 Padaria subiu.
🔺 Farmácia subiu.
🔺 Prato feito subiu.
🔺 Cesta básica subiu.
🔺 Supermercado subiu.
🔺 Inflação subiu.
🔺 Conta de luz subiu.
🔺 Combustível subiu.
🔺 Passagem aérea subiu.
🔺 Passagem rodoviária subiu.
🔺 Taxa de juros Selic subiu.
🔺 Todos os impostos subiram.
🔻 O poder de compra do brasileiro CAIU.
Foi em Dois Irmãos que aprendi valores que carrego até hoje: trabalho, responsabilidade, fé, família e compromisso com aquilo que é certo.
Frequentar os lugares onde cresci, estudei e comecei minha trajetória é também lembrar de onde veio a minha vontade de servir ao Rio Grande do Sul.
Nada disso se constrói sozinho. Minha família, a escola onde estudei, os amigos que fiz e mantenho... tudo faz parte dessa história e dos princípios que me trouxeram até aqui.
Sigo com a mesma convicção de sempre: defender o Rio Grande e trabalhar por um Brasil mais livre e justo.
Esta é parte da minha história, que continua sendo escrita todos os dias com cada um de vocês que me acompanham, apoiam, torcem e sonham juntos com um Rio Grande e um Brasil melhores.
Denúncia ❗❗🚨🚨
É tanta entrega que nem o Google Maps tá dando conta de atualizar.
Mas pode ficar tranquilo: se tiver andando pela Rodovia Brigadeiro Faria Lima, em Barretos, agora já tem retorno, acessos e ciclovia pra pegar, mesmo sem o aplicativo mostrar.
Mais de 1 milhão de pessoas já assistiram ao filme El Salvador.
Agora, por apenas R$ 10,90/mês, você pode ir além do documentário e desbloquear a playlist completa do Especial El Salvador.
Os comunistas do presente nem sabem que são comunistas, exatamente como queria Antonio Gramsci. Absorvem a linguagem marxista e a utilizam como instrumentos de sinalização de virtude para outros comunistas que não sabem que são comunistas. Ok, se preferir, chame de "socialistas".
A Justiça que custa uma fortuna e solta o atirador da chacina
Há um homem de 51 anos frequentando as salas de cinema do Shopping Barra, em Salvador. O nome dele é Mateus da Costa Meira. Em 1999, ele entrou num cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo, com uma submetralhadora, e abriu fogo contra a plateia. Matou três pessoas, feriu nove e foi condenado inicialmente a 120 anos de prisão.
Hoje anda solto. E escolheu como lazer exatamente o tipo de lugar onde cometeu o massacre.
Antes do caso, um número. O Judiciário brasileiro consumiu R$ 181,5 bilhões em 2024, o equivalente a 1,55% do PIB, segundo o Tesouro Nacional. A média internacional é de 0,37%. O brasileiro paga mais de quatro vezes a média mundial, e só um país no planeta gasta mais em proporção da economia: El Salvador. Guardem esse nome.
Pois �� essa Justiça, uma das mais caras do mundo, que devolveu Mateus às ruas.
O que os autos revelam
Reportagem de Ullisses Campbell, no O Globo, escavou o processo de execução penal. Transferido para a Bahia em 2004, Mateus tentou matar o companheiro de cela com golpes de tesoura na cabeça um ano depois. Julgado de novo, foi declarado inimputável e passou a cumprir medida de segurança num Hospital de Custódia. Em 2024, a Justiça baiana o desinternou.
O Ministério Público foi contra: não havia perícia comprovando o fim da periculosidade, nem estudo social, nem plano de riscos. A junta psiquiátrica que o avaliou concluiu que ele apresentava esquizofrenia paranoide, traços de psicopatia e, nas palavras dos laudos, elevado risco de comportamento violento. Recomendou mantê-lo afastado do convívio social.
E quando achávamos que já era grave, descobrimos que é pior. Ainda preso, Mateus mantinha uma lista manuscrita de pessoas que pretendia matar: os sete jurados que o condenaram, advogados, jornalistas, médicos. A lista está nos autos. Foi lida por quem decidiu soltá-lo.
Os próprios pais, de 87 e 84 anos, haviam dito à Justiça que não tinham como recebê-lo: o filho já agredira a mãe, perseguira a irmã com uma faca e quebrara três costelas do pai com um soco. Só cederam quando o Estado desativou o Hospital de Custódia e não sobrou lugar para onde mandá-lo. E o acompanhamento prometido na soltura? Os autos não registram uma única visita, entrevista ou perícia desde então. Ninguém sabe sequer se ele toma a medicação.
A conta não fecha
O contribuinte sustenta um dos Judiciários mais caros do planeta e recebe em troca um sistema incapaz do básico: manter separado da sociedade quem os peritos do próprio Estado classificaram como perigo à vida alheia. O Ministério Público disse não. Os psiquiatras disseram não. Os pais disseram não. A lista de futuras vítimas estava nos autos. E a Justiça disse sim.
Nos Estados Unidos, onde moro, um atirador em massa enfrenta a pena de morte ou a perpétua, e mesmo o réu insano fica confinado enquanto durar sua periculosidade. Na prática, para sempre. E El Salvador, o único país que gasta mais que o Brasil com sua Justiça? É o país de Bukele, que transformou a nação mais violenta do hemisfério numa das mais seguras. Lá, o gasto comprou resultado. No Brasil, compra salário, penduricalho e desinternação de assassino em massa.
É a bandidolatria como política de Estado. O brasileiro paga pela Justiça mais cara do seu bolso e recebe a mais invertida do planeta: implacável com o cidadão comum que resolve protestar contra o sistema, generosa com quem já matou e avisou, por escrito, que pretende matar de novo. Se um dia essa lista sair do papel, ninguém poderá dizer que não sabia. Estava tudo nos autos. Assinado, carimbado e ignorado.
Absurdo: promotora se revolta com uma oração!
Quando penso que já vi de tudo, aparece mais uma situação inacreditável. Neste vídeo, uma promotora afirma que uma oração realizada durante um evento seria “inconstitucional” e diz ter sido “assolapada” por uma oração evangélica.
O episódio aconteceu durante um fórum promovido pela Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares do Estado do Rio de Janeiro, em Duque de Caxias. A promotora Elayne Rodrigues, do Ministério Público do Rio de Janeiro, resolveu soltar o verbo contra, pasmem, uma oração.
Enquanto isso, gostaria de ver essa mesma indignação e disposição no combate ao crime que domina diversas regiões do Rio de Janeiro, tira vidas, provoca tiroteios e mantém famílias inteiras reféns do medo.
Infelizmente, vivemos uma verdadeira inversão de valores no Brasil. O cidadão de bem, cristão e temente a Deus é criticado por manifestar sua fé, enquanto criminosos muitas vezes são tratados como vítimas da sociedade. Que país é esse?
O Estado é laico, mas isso não significa que o povo precise abandonar sua fé. O Brasil é formado por milhões de cristãos que têm o direito de orar, acreditar em Deus e professar livremente sua religião, sem medo de perseguição ou constrangimento.
Não podemos aceitar que a liberdade religiosa seja atacada ou tratada como algo errado.
Por que os políticos procuram um cardiologista quando têm problema do coração?
Porque são as pessoas mais capacitadas pra resolver o problema delas, concorda?
Então me responde uma coisa… por que na hora de indicar um ministro do STF eles indicam a companheirada em vez de um especialista?