A classificação do PCC e CV como organizações terroristas só serve autorizar qualquer operação militar unilateral dos EUA contra o Brasil (Executive Order 14157). A ação de Flávio Bolsonaro coincide com o momento de negociação de exploração terras raras, de debates sobre o potencial da Amazônia e de descobertas de novos poços de petróleo na costa brasileira.
ESSA ação dificulta a cooperação que Lula tinha fechado com o FBI no combate ao tráfico e as facções. Agora só o Exército e a CIA poderão atuar. E eles não atuam em parceria com governos estrangeiros, só em missões secretas ordenadas pelo Presidente dos EUA.
Japão, Rússia e Itália são exemplos que nunca permitiram que facções criminosas como Yakuza, Brothers' Circle e a Máfia Italiana (todas com células ativas nos EUA) fossem classificadas como tal. São países soberanos que sabem que a classificação dessas organizações como terroristas poderia ser algo usado contra o próprio o país.
Mas não surpreende que a Família Bolsonaro peça a Trump que interfira no Brasil. Já haviam feito isso com o tarifaço. A novidade agora é que em vez da economia, será na questão militar e de soberania.
Se o Jornal Nacional não dedicar o noticiário inteiro para denunciar o escândalo de um candidato a presidente manter relações fraternais com um banqueiro preso pelo escândalo bilionário do master, é o fim. É selar pacto definitivo com o crime e contra o Brasil. Inaceitável.
Vorcaro, dono do Banco Master, enviou:
R$2 milhões pra campanha de Tarcísio;
R$3 milhões pra campanha de Jair Bolsonaro;
R$500 mil de mesada + milhões de cartão de crédito pra Ciro Nogueira, ministro de Jair cotado pra ser vice de Flávio;
R$100 milhões pro filme de Jair Bolsonaro a pedido de Flávio.
Mas os bolsonaristas insistem em dizer que o esquema do Banco Master (que foi fundado durante o governo Bolsonaro) é culpa do governo Lula, que na verdade desmontou todo o esquema.
🚨🚨🚨 URGENTE | Vorcaro pagou R$ 61 milhões para filme de Bolsonaro; Flávio cobrou dinheiro
Os diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro foram divulgados pelo Intercept Brasil
🤳 Intercept Brasil / @TheInterceptBr
A gestão Ricardo Nunes tem dado tratamento muito diferente a escolas de samba e blocos de rua.
Este ano, o subsídio às escolas chegou a R$ 68 milhões, aumento de 10% em relação a 2024.
Todos os blocos juntos receberão R$ 2,5 milhões. VINTE E SETE vezes menos.
Cache para os blocos era de 4 milhoes em 2023, caiu para 2,5 em 2024 e nunca foi reajustado. Apesar de o patrocínio recebido pela prefeitura para a Ambev fazer propaganda e vender cerveja nos blocos ser reajustado todo ano.
Escolas da sexta divisão recebem subsídio maior do que os blocos que mobilizam dezenas de milhares de pessoas. Apoio é restrito a 25 mil por bloco.
https://t.co/n48bh99bUF
Não vale o escrito. As incorporadoras receberam incentivos para construir moradias mais acessíveis, mas não atuaram com esse intuito. A prefeitura editou um decreto para, ao menos, moralizar o valor das unidades e agora, por pressão dos beneficiados, cogita voltar atrás. Não podemos aceitar isso. É um disparate.
O gráfico do Ipea não mente: a renda média do brasileiro cresceu nos governos petistas, estagnou com Temer, caiu com bolsonaro e voltou a crescer no governo Lula.
PT no Planalto faz toda a diferença para os trabalhadores.
A decisão da Câmara de derrubar a medida provisória que corrigia injustiças no sistema tributário não é uma derrota imposta ao governo, mas ao povo brasileiro.
Essa medida reduzia distorções ao cobrar a parte justa de quem ganha e lucra mais. Dos mais ricos.
Impedir essa correção é votar contra o equilíbrio das contas públicas e contra a justiça tributária.
O que está por trás dessa decisão é a aposta de que o país vai arrecadar menos para limitar as políticas públicas e os programas sociais que beneficiam milhões de brasileiros. É jogar contra o Brasil.
Recebi, nesta manhã (6/10), telefonema do presidente Trump. Conversamos por 30 minutos e relembramos a boa química que tivemos no encontro em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU.
Considero nosso contato direto como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente.
No telefonema, recordei que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitei ao presidente Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.
O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad.
Nós concordamos em nos encontrar pessoalmente em breve. Sugeri a possibilidade de encontro na Cúpula da Asean, na Malásia; reiterei o convite a Trump para participar da COP30, em Belém; e também me dispus a viajar aos Estados Unidos.
Eu e o presidente Trump trocamos telefones para estabelecermos uma via direta de comunicação. Estavam comigo na conversa meu vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Mauro Vieira, Fernando Haddad, Sidônio Palmeira e o assessor especial Celso Amorim.