@futebol_info Pagar é um verbo muito pesado para se usar, notadamente quando se refere a algumas equipes como o meu Coringão, o Vasco, o Inter e outros menos cotados hahaha
Não interessa se o policial sabe ou não da lição ensinada na sala de aula.
Não interessa se o que argumentou tem validade, é estúpido (sim, é) ou se ancora em algum tipo de fantasia narrativa.
Não interessa.
Porque ele não têm qualquer autoridade legal ou profissional para invadir a unidade escolar.
Não desfruta de autoridade ou autorização para violar a competência do professor.
Não tem direito algum de conspurcar o ambiente escolar com a farda, a arma, a truculência inerente à presença.
De nada importa se falou bem ou mal, se foi cordato ou rude (sim, foi), que palavras ou gestos escolheu.
Nada disso pertence ou deveria estar na área escolar, um espaço de aprendizado, de desenvolvimento humano, crítico e social.
Debater modos, argumento, conteúdo do que falou um policial invasor do universo escolar é, em si, um flerte com o absurdo.
É pressupor a possibilidade de coexistir a ostensividade policial com a liberdade de docência, um paradoxo da excrescência.
É essa concessão ao inaceitável a base para militarizar o ensino e trocar o senso crítico pela coleira da estupidez com disciplina.
Para submeter a criatividade e o livre pensar ao filtro de fanatismos e repressões com a ideia burra de associar educação à força.
Para dar respaldo a uma linguagem fascista de (falsa) ordem sob controle e castigo útil a um projeto de poder de sádicos e alienados.
A bizarrice antecede palavras, posturas, citações a lei, conceitos, divergências, debates.
A violência é a polícia na escola.
Ontem tinha gente indignada falando comigo que não era possível estar fazendo 22°C e eles congelando de frio, até usando aquecedor em casa.
Por isso eu costumo falar sobre essa medida de temperatura que costumamos usar, ela NÃO SERVE PARA HUMANOS, ela serve para coisas não biológicas que não precisam manter a temperatura estável em 37°C.
Vários fatores influenciam na perda ou ganho de calor, isso que significa sentir frio ou calor, o quanto seu corpo perde do próprio calor para o ambiente (FRIO) e quanto o ambiente acrescenta calor no seu corpo (CALOR).
O fator umidade do ar conta muito, a radiação do solo também.
Nos últimos dias ficou muito frio em São Paulo e o solo não esquentou, não armazenou calor, então o único calor que sentimos vinha do contato direto com o sol, na sombra e com o solo gelado o que se sente é frio.
Ao veio chuva e a umidade ficou no talo, com umidade alta nosso corpo perde calor mais rápido do que em ar seco.
Entendeu?
Pode estar fazendo 22°C mas se o solo estiver frio por dias, a umidade alta, o que vamos sentir é frio na sombra.
Agora se o solo estivesse quente por dias, o ar nos 22°C e a umidade alta, sentiríamos calor.
Os fatores influenciam, medidas técnicas não captam exatamente o que nos humanos que estão a pouco mais de 1 metro do solo irão sentir.
@purposry Vai voltar contra o Haiti e fazer 2 gols. Todos vão dizer que "é o maior artilheiro da seleção e tem que ser titular ".
O problema é que, contra o Haiti, o nosso time de casados aqui do bairro faz 3x0 com dois gols do Zé Pancinha e um de cabeça do Galo Cego.
@Physiologist495@TatiNasci@TiaKets Ao chegarmos para o almoço comemorativo de 82 anos do meu sogro, nos deparamos com o distinto e 2 netos em cima do telhado "consertando uns vazamentos ".
Minha esposa quase infartou e ele desceu todo pleno para o almoço.
Haja plantão de anjos da guarda!!!
É preciso refletir sobre esse absurdo e ver como estamos na contra-mão do mundo.
Quando o debate chega a esse ponto, a prineira pergunta a ser respondida é simples: quem será a pessoa prejudicada por essa decisão?
Não será a filha de um senador. Não será a neta de um deputado. Não será alguém cercado por recursos, influência e acesso aos melhores hospitais.
Quem sofrerá as consequências serão, em sua maioria, meninas pobres, vítimas de violência sexual, muitas vezes já marcadas por traumas que nenhum ser humano deveria enfrentar.
Como sempre, sofre mais quem menos tem.
Obrigar uma criança a levar adiante uma gravidez resultante de estupro não é proteção à infância. É uma segunda violência. É transferir para a vítima o peso de um crime cometido contra ela.
Veja, a medicina, a ciência e organismos internacionais de direitos humanos reconhecem há décadas os riscos físicos e psicológicos que uma gestação impõe a crianças e adolescentes
A OMS e o Comitê dos Direitos da Criança da ONU alertam que forçar a gestação nessas condições pode configurar uma violação grave de direitos, equivalente a tratamento cruel ou degradante.
Não por acaso, países com elevados índices de desenvolvimento humano -como Noruega, Suécia, França, Reino Unido e Países Baixos - adotam políticas voltadas à proteção integral dessas vítimas.
Na Argentina e no Uruguai, a descriminalização recente ampliou o acesso seguro e reduziu significativamente os riscos para adolescentes..
Não consigo acreditar que muitos dos que defendem essa medida aceitariam ver suas próprias filhas ou netas submetidas à mesma situação.
Estão derrubando uma medida de um órgão especializado no cuidado de menores!
Quando uma regra parece aceitável apenas para os filhos dos outros, talvez o problema não esteja na vítima, mas na falta de empatia de quem legisla.
Uma sociedade se revela pela forma como trata seus mais vulneráveis. E há poucas pessoas mais vulneráveis do que uma criança vítima de estupro.