Chama de genocida, mas no seu governo não tem vacina pra dengue.
Chama de disseminador de fakenews, mas mente em todo discurso.
Chama de misógino, mas não apoia a justiça quando o filho tem medida protetiva da lei Maria da Penha.
Ataca Israel pela morte de civis, mas apoia a Rússia que mata civis ucranianos.
Enfim, a hipocrisia…
A ministra indígena, Sônia Guajajara, uma das poucas pessoas confiáveis do governo Lula, está enferma, num hospital de SP.
Por duas vezes, ela confrontou sua sinceridade com as lorotas de Lula. Este, certamente, chamou-a para o gabinete de Ministros, para dar a entender compromisso com a causa indígena. Demagodia pura. Mas ele estava muito enganado, a respeito de Sônia Guajajara:
A) Lula estava sendo convencido por negocistas a prospectar petróleo na foz do rio Amazonas. A Ministra Guajajara disse NÃO: obra ruim para as populações indígenas e, também, extremamente lesiva ao meio ambiente;
B) Lula mentia estar cuidando dos yanomamis, que estão famintos, doentes (50% mais mortes em 2023, na comparação com 2022). De novo, Guajajara disse NÃO, afirmando que o governo Lula nada fez, até agora, de verdade, para evitar a morte de mais, talvez de todos, os Yanomamis.
Que Tupã proteja sua saúde. Que Deus garanta uma vida linda de muita seriedade e respeito a você, Sônia Guajajara!
No seu discurso para o Dia da Lembrança do Holocausto, António Guterres, secretário-geral da ONU, não referiu em nenhum momento a palavra “judeu”. Mais de 90% das vítimas dos nazistas no Holocausto foram judeus e o chefe da ONU conseguiu fazer um discurso sobre o Holocausto sem citar os judeus.
Ontem descobriu-se que funcionários da ONU participaram no ataque terrorista palestino que no dia 7 de outubro deixou mais de 1200 pessoas mortas em Israel.
Um pouco de História para quem quer “restaurar a Palestina”.
1. Antes de Israel, existia um mandato britânico, não um Estado Palestino.
2. Antes do Mandato Britânico, existia o Império Otomano, e não um Estado Palestino.
3. Antes do Império Otomano, existia o Estado dos Mamelucos do Egito, e não um Estado Palestino.
4. Antes do Estado Islâmico dos Mamelucos do Egito, existia o Império Árabe-Curdo Ayubid, e não um Estado Palestino.
5. Antes do Império Ayubid, existia o Reino Franco e Cristão de Jerusalém, e não um Estado Palestino.
6. Antes do Reino de Jerusalém, existiam os impérios Omíada e Fatímida, e não um Estado Palestino.
7. Antes dos impérios Omíada e Fatímida, existia o Império Bizantino, não um Estado Palestino.
8. Antes do Império Bizantino, existiam os Sassânidas, e não um Estado Palestino.
9. Antes do Império Sassânida, existia o Império Bizantino, não um Estado Palestino.
10. Antes do Império Bizantino, existia o Império Romano, não um Estado Palestino.
11. Antes do Império Romano, existia o Estado Hasmoneu, não um Estado Palestino.
12. Antes do Estado Hasmoneu, existia o Estado Selêucida, não um Estado Palestino.
13. Antes do império Selêucida, existia o império de Alexandre, o Grande, e não um estado Palestino.
14. Antes do império de Alexandre, o Grande, existia o império persa, não um estado Palestino.
15. Antes do Império Persa, existia o Império Babilónico, não um Estado Palestino.
16. Antes do Império Babilônico, existiam os Reinos de Israel e Judá, e não um Estado Palestino.
17. Antes dos Reinos de Israel e Judá, existia o Reino de Israel, não um Estado Palestino.
18. Antes do reino de Israel, existia a teocracia das doze tribos de Israel, e não um estado Palestino.
19. Antes da teocracia das doze tribos de Israel, havia uma aglomeração de cidades-reinos cananeias independentes, e não um estado Palestino.
Na verdade, neste pedaço de terra houve de tudo, menos um Estado Palestino.
Texto de Rishi Bagree
Discutiremos o contexto geopolítico na Academia Folha Política:
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Casas de judeus sendo marcadas com a estrela de Davi pela Europa, judeus sendo perseguidos no aeroporto do Daguestão, milhares de pessoas em passeatas pró-Palestina dizendo palavras de ordem contra judeus e o Estado de Israel… curiosamente nada disso está sendo identificado como nazismo.
Isso só servia pra quando queriam desqualificar Trump e Bolsonaro. 🤡
Eric D’Avila, Professor de música do @ClubePaulistano de 42 anos empurrou uma idosa de 86 anos que caminhava na calçada vindo do lado oposto. Ele disse que, por ser homossexual, “se sentiu ameaçado” por ela. 🤡
Na queda, a senhora quebrou o fêmur e teve um corte na cabeça.
Ele não diz coisa com coisa. Chamar Israel de terrorista e se solidarizar com o Hamas é reproduzir uma “esquerda” que não existe mais na Europa. É algo parecido com os amos 50 do século passado: camisas com Guevara orgulhosamente estampado na frente, é apreciar Mao TSE Tung, que assassinou mais de 45 milhôes de pessoas, é admirar Stalin, que tirou a vida de cerca de 15 milhões de seres humanos, um homem que enlouqueceu e, porque dele divergiram numa conversa privada, mandou fuzilar seus dois únicos amigos de verdade, Kamenev e Zinoviev.
É se dizer marxista e nunca ter lido nem a edição em quadrinhos de O Capital, obra de Marx, auxiliado por Engels. É estar fora de sintonia com o humanismo, com o contemporâneo, com o mundo pós-queda do odiento Muro de Berlim.
Procuro entender a falta de conhecimento, desde que o ignorante estude, leia muito, para perceber a luz da cultura. Quando o ignorante tem todas as condições de aprender, de abrir sua cabeça e seus olhos para o conhecimento…e não o faz, aí é caso perdido.
Algum “esquerdista”, sem ajuda do Google, sabe quem era e o que pensava o economista egípcio Samir Amin?
Mas pior que tudo é venerar o terrorismo, apoiar seus atos psicopatológicos, e ser contra os regimes verdadeiramente democráticos.
Degolar bebês, incendiar os corpos e as vidas de adolescentes, admitir que o objetivo principal é estuprar, coletivamente, mulheres, como admitiu um terrorista medroso, preso pelo exército israelense, no interrogatório a que teve de se submeter, entregando tudo que sabia e que não sabia sobre o Hamas.
Em Israel, os árabes desfrutam de:
- Direito a voto.
- Assistência médica gratuita.
- Mesmas proteções legais que os judeus.
- Desfrute de todas as proteções como os judeus fazem sob a constituição de Israel.
21% da população de Israel são árabes.
30% dos médicos em Israel são árabes.
24% dos enfermeiros são árabes.
6,2% do Knesset são árabes.
88% dos árabes possuem casa. (isso mesmo!)
Os árabes servem nas FDI.
Os árabes atuam como prefeitos, juízes e outros cargos oficiais.
Há um juiz árabe na Suprema Corte.
Em Gaza, os judeus desfrutam de:
Nada. Eles são sequestrados e/ou mortos no momento em que pisam em Gaza.
Agora… conte-me mais sobre Israel ser um estado de apartheid como pinta a esquerda aqui no Brasil.
@renatajbarreto Sempre é bom lembrar este teste, o cara foi com a bandeira do Estado Islâmico dentro da Universidade de Berkeley e todos os comunistinhas apoiaram. Depois foi com a de Israel, adivinha: 🇻🇳🤝💣
A ENTREVISTA COM O
FILHO DE UM FUNDADOR
DO HAMAS A QUE TODOS DEVEM ASSISTIR
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Parabéns ao radialista Marcos Susskind por colocar os pingos nos "i"s e desmascarar o jornalismo militante e raso. O despreparo era tamanho que preferiram expulsá-lo do que refutá-lo, afinal, não tinham argumentos. É desconcertante ver as mesmas pessoas que chamam aqueles que estavam no 8 de janeiro de terroristas não terem a coragem - e mais ainda a decência - de falar o que o Hamas é: um grupo de terroristas assassinos e desumanos, animais sedentos por sangue e violência.
Ontem, famílias inteiras foram sequestradas por terroristas palestinos em Israel. A maioria delas será violentada e depois usada como moeda de troca. No vídeo, crianças aparecem em jaulas enquanto um homem zomba delas em árabe. Monstros!