Todas as minorias na hora de falar e maiorias na hora de se calar e aguentar. Todos os intolerados buscando uma palavra, sua palavra. Tudo que incomoda o poder e as boas consciências, este é Marcos. A vezes é necessário cobrir o rosto para mostrar a realidade."
Não fez 72 horas o fim do 1º turno da eleição e o grupo do Flávio já falou em mudar a Constituição, enterrar o fim da escala 6x1, liberar 16 horas de trabalho diário, fazer impeachment de Ministro do STF, cortar R$ 300 bilhões em investimentos, aumentar idade de aposentadoria.
Não faz nem 48 horas que ganharam o 1º turno com a menor diferença de votos desde a redemocratização (só 1,87%) e já falaram em manter a escala 6 por 1, acabar com shows em Copacabana, esvaziar o Carnaval, mudar a Constituição e Pablo Marçal no STF.
Parabéns aos envolvidos. 👍🏻
Amanhã viajo para Brasília. Reuniões a campanha do presidente Lula, com o presidente e com deputados eleitos para articular as lutas nesse segundo turno.
Não é momento de desespero ou melancolia. É possível vencer. Vamos vencer!
Hoje, o Senado voltou a discutir uma mudança que pode fazer uma diferença enorme na vida de milhões de brasileiros e brasileiras: o fim da escala 6x1. E eu quero ver essa conquista sair do papel.
O que defendemos são 5 dias de trabalho e 2 dias de folga por semana, sem redução de salário. Porque o trabalhador e a trabalhadora querem melhorar de vida, mas também querem tempo para viver, descansar, cuidar da saúde e estar com a família.
Já Flávio Bolsonaro é contra. Para ele, quem trabalhar menos tem que ganhar menos. Queria ver ele explicar para uma mãe de família qual conta ela deixa de pagar para poder descansar. A comida? A luz? O aluguel? Quem vive de salário sabe que isso não é escolha.
Quem trabalha já faz muito por este país. Está na hora de o país garantir a essas pessoas mais tempo para viver, com salário, direitos e dignidade.
Cortes no Farmácia Popular. Minha Casa, Minha Vida. Mais Médicos. Combate ao câncer. Cisternas. Merenda escolar. Prevenção de desastres.
Quando um Bolsonaro fala em "tesouraço”, o Brasil sabe exatamente quem paga a conta.