Um retrato do orçamento que recebemos para governar em 2023. O desmonte se estendia em diversas áreas. Saúde, educação, meio ambiente, combate à fome.
Quando um Bolsonaro fala em cortar gastos, o Brasil sabe exatamente quem paga a conta.
Viva o Dia do Nordestino!
Tenho orgulho de ser dessa terra. Minha obsessão é fazer ainda mais pelo Nordeste: mais água para quem sofre com a seca, mais empregos, mais oportunidades, mais desenvolvimento.
Muito obrigado, povo nordestino, pela força de vocês, pela consciência política, generosidade e amor ao Brasil. Vocês são minha inspiração na construção do país que sonhamos.
Eu sou nordestino e sei que a nossa região é terra de gente trabalhadora, de um povo que nunca deixou de lutar e de sonhar.
Quando cheguei à Presidência, em 2003, o Nordeste era esquecido pelo poder público. A fome e a seca faziam parte da realidade de milhões de famílias.
Decidi que era hora de mudar aquela história. O Luz para Todos, o Água para Todos, a Transposição do São Francisco, os investimentos na agricultura familiar e o Bolsa Família ajudaram a transformar a vida de milhões de nordestinos.
Mais de 20 anos depois, o Nordeste avançou muito. E ainda tem muita coisa boa pela frente. Queremos mais oportunidades, mais desenvolvimento e uma vida cada vez melhor para o nosso povo.
Neste Dia do Nordestino, meu abraço carinhoso a essa gente que tenho tanto orgulho de fazer parte e que ajuda a construir um Brasil mais bonito todos os dias! ❤️
Quando eles falam em cortar R$ 200 bilhões do orçamento, você sabe de onde eles vão cortar? Do Pé-de-Meia, do Farmácia Popular, do Minha Casa, Minha Vida, da merenda escolar, do Gás do Povo. E não vão dar aumento acima da inflação para trabalhadores e aposentados.
Toda vez que alguém da elite fala que vai cortar, eles cortam do sangue do povo e não dos ricos. Nós vamos manter e aprimorar todas as nossas políticas sociais.
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O Brasil perde com Flávio Bolsonaro.
Perde quando o futuro de milhões de famílias é tratado como número e quando programas como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pé-de-Meia e Farmácia Popular deixam de ser vistos como instrumentos para garantir dignidade, oportunidades e futuro.
O que está em jogo é o Brasil que queremos construir.
A promessa de Flávio Bolsonaro tem uma conta — e quem vai pagar são os estudantes. Cortar R$ 200 bilhões, quase toda a verba disponível para serviços, programas e investimentos, fora as despesas obrigatórias, é decretar, na prática, o fim do Pé-de-Meia. Esse é o alerta do ministro da Educação.
Segundo o ministro, esses R$ 200 bilhões de corte significam também fechar universidades e institutos federais, parar obras de creches e escolas de tempo integral, deixar de comprar ônibus escolares e demitir trabalhadores da limpeza, da vigilância e de outros serviços dessas instituições.
Enquanto meu adversário encolhe as oportunidades para a juventude, meu compromisso é universalizar o Pé-de-Meia em 2027. Lugar de jovem é na escola, com apoio para concluir os estudos e ir mais longe.
O eleitor vai escolher: um país que investe no conhecimento ou um país que corta a educação e condena seus jovens ao atraso.