@Matrix1__ você é jovem, deve ter a mente aberta. O que você pensaria se qualquer candidato falasse a mesma frase que o Lula disse. Você manteria a mesma posição de defender que foi algo compreensível, porém expressado de forma errada?
@Pattidutra Os médicos trabalham com ética, ciência e protocolos. E o protocolo médico é claro: não existe toque de rotina em criança assintomática. Quem misturou procedimentos de saúde de adultos com a infância foi a fala do presidente, não a nossa crítica.
@juusqlva@anadsfr você acabou de dizer "SE NECESSÁRIO". Não como lula disse generalizando, como se fosse algo que toda menina menor de idade realiza o toque.
@tonumtando@leninaveira2@anadsfr o exame de toque vaginal de rotina não é indicado para adolescentes sem sintomas ou que não iniciaram a vida sexual. O acompanhamento padrão só se dá ao toque na barriga. Fora isso é caso isolado de cada mulher.
@juusqlva@anadsfr um líder político não deve naturalizar a ideia de "toque" na infância como algo corriqueiro, justo em um país com altos índices de abuso infantil intrafamiliar.
@leninaveira2@anadsfr Gente, vamos ser diretos para todo mundo entender: uma coisa é atendimento médico, com autorização dos pais e necessidade clínica. Isso é saúde e diagnóstico. Outra coisa é dizer que "menina se acostuma a tomar toque desde pequena".
Mulher não toma toque desde cedo.
@cahzzle_ calma lá. Lula está indo para um mandato com mais de décadas. O que ele fez realmente além de dar AUXÍLIO SOCIAL, ao invés de criar formas para que alguém não precise do governo?
isso não é amarrar a sociedade, ao invés de dar oportunidades para o crescimento social, econômico?
@anadsfr vc isolou seu caso específico. Lula generalizou quando disse "mulher tá acostumada com toque desde pequena". Você não acha uma fala dessa no mínimo problemática? ainda mais em um país que tem altos casos de abusos/estupros?
lula acabou de enterrar sua campanha. meus familiares que eram Lula faz anos, hoje viram o vídeo dele falando de pedofilia já irão votar no Flávio Bolsonaro sem pensar duas vezes