Assessor Especial do Governador (2024). Secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (2023). Deputado Estadual (2019-2022). Católico e parlamentarista.
Amanhã tem início a Copa do Mundo e muitos acompanharão os jogos. O futebol nos lembra de algo que não devemos esquecer: a vida não é uma competição para brilhar sozinho, mas um caminho que aprendemos a percorrer juntos. Quem não sabe passar a bola, mesmo que tenha talento, ainda não entendeu o jogo. E quem não sabe viver com os outros e pelos outros, ainda não entendeu a vida. #ViagemApostólica
Uma República começa a se tornar disfuncional quando a confiança pública se desgasta.
E confiança não se impõe por autoridade.
Só se reconstrói com verdade, transparência e responsabilização.
Em um país s��rio e com instituições sólidas, situações como a que envolve Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes jamais seriam tratadas com leviandade.
Quando surgem dúvidas dessa gravidade, o dever republicano é simples:
esclarecer tudo.
O problema talvez não seja apenas o episódio em si.
É perceber que o Brasil chegou a um ponto em que crises institucionais já não causam o espanto que deveriam causar.
Isso diz muito sobre a fragilidade do momento que vivemos.
Que fique claro: isso não foi “resistência anti-imperialista”. Foi autoritarismo, corrupção e miséria usados como método de poder. Nenhuma ideologia justifica destruir um país e tolher a liberdade de um povo.
🚨 Após declarações de @realDonaldTrump sobre a captura/retirada de Nicolás Maduro, o mundo volta os olhos à Venezuela. Se confirmado, trata-se do colapso do comando de um regime que se manteve no poder pela força e pela fraude eleitoral.
O chavismo foi desmontando a Venezuela ao longo de mais de duas décadas. Sob Hugo Chávez e Nicolás Maduro, o regime eliminou eleições livres, calou a imprensa, aparelhou o Estado e empurrou milhões de venezuelanos para o exílio.
Em países normais, juiz constitucional não conversa com regulador.
Em países estranhos, a dúvida é se isso “pega mal” ou não.
O problema não é o juiz. É o país estranho.
Hoje é dia de celebrar o valor da vida e da diplomacia.
Cada trégua é uma vitória da razão sobre o ódio.
O mundo ainda precisa de líderes que, em vez de dividir povos, escolham salvar vidas. Que este 13 de outubro fique na história como o dia em que a paz falou mais alto. 🌿🕊️
Hoje Israel e Hamas assinam cessar-fogo mediado por EUA, Egito, Catar e Turquia. Um passo histórico pela paz.
Curioso é ver que justamente quem gritava “#CeasefireNow” está mudo agora. Parece que a paz só serve quando ajuda a narrativa.
Para esses, é difícil comemorar quando o terror perde palco.
A esquerda que romantizou o Hamas não queria um cessar-fogo — queria uma derrota de Israel.
Mas a vida venceu a ideologia. E isso, para alguns, é imperdoável.
💰🔒 A nova Cadeia Pública de Passo Fundo, prometida há mais de 20 anos, está saindo do papel com R$ 146 milhões do governo estadual. É a maior obra de segurança da região nesta década. Cadeia não é escritório de facção. Ser contra isso é estar a favor do crime.
🚫📱 Presos da nova Cadeia de Porto Alegre — que substitui o Presídio Central — reclamam de não ter tomadas nas celas. Absurdo! A população nem imagina quantos golpes são articulados de dentro dos presídios atuais. Por isso lutei tanto para que a cadeia pública de Passo Fundo saísse do papel. E lá não vai ser diferente: sem tomadas nas celas para criminosos aplicarem golpes.
“Autocratas são uma ameaça”, disse Lula na ONU. Quem ouve pensa em Churchill, mas quem vê a prática, lembra de Getúlio no Estado Novo: no PT, democracia e hegemonia sempre andam de mãos dadas.
🚨 O Congresso acaba de aprovar em 1º turno a “PEC da Blindagem”.
Na prática: deputados e senadores só serão processados criminalmente se eles mesmos autorizarem.
Querem ser juízes de si próprios.
Querem impunidade com carimbo oficial.
Querem blindagem, não democracia.
#VergonhaNacional
Não há saída fora da reforma institucional.
Ou limitamos o excesso de poder e restauramos o equilíbrio entre os Poderes —
Ou seguiremos reféns de decisões solitárias, instabilidade e insegurança jurídica.
É a Constituição ou o colapso lento.
O que assusta não é só a prisão de um ex-presidente.
É como ela foi feita: por decisão de um só ministro.
Se hoje é com quem já teve poder, amanhã pode ser com qualquer cidadão. Quando a exceção vira regra, ninguém está seguro.
O Brasil vive há anos uma crise institucional:
Governos que afrontam a Constituição, tribunais que decidem sozinhos, um Congresso enfraquecido.
A democracia virou um improviso permanente — e a confiança nas regras está se esgotando.