1-1 Curacao.
GOOOOOOOOAAAAAAAAL COMENENCIA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
HISTORY NADE FOR CURAÇAO IN THEIR EVER WORLD CUP AGAINST GERMANY!!
#GERCUW
https://t.co/qQxLZOnFLM
Torcendo por Curaçao! Q inveja deu desse uniforme azul e amarelo deles, cores vivas, vibrante, brilhantes, o Brasil poderia copiar e voltar com a vivacidade das nossas cores que com o passar dos anos esta cada vez mais sendo apagadas.
Curaçao disputará, neste domingo (14), sua primeira partida na história das Copas do Mundo, contra a Alemanha.
Além disso, a seleção caribenha se tornou o menor país da história a disputar uma Copa do Mundo.
"ROBO"
Por el penal que no le cobraron a Haití en el partido ante Escocia por el Mundial 2026. Le pega en la mano al jugador escocés y no fueron ni a mirarla en el VAR, qué pedazos de ladrones hijos de re mil putas.
O que tinha na camisa do Haiti pra ser rejeitada pela FIFA a mando dos EUA?
A imagem da comemoração pela libertação do seu país do colonialismo e o estabelecimento da primeira nação negra do mundo a abolir a escravidão.
Viva o Haiti!
Vocês já viram como vai ser a péssima arbitragem da copa, né? Sempre é assim com esses árbitros que odeiam pretos e latinos.
Só dão vermelho se matar! Olha esse lance aqui no jogo do Haiti e o VAR nem chamou.
ABSURDO PO!
Haití perdió 1-0 ante Escocia. Dos penales no señalados, una posible expulsión perdonada y otro episodio que pone al VAR en el centro de la polémica. Mucho que explicar tras este partido.
É por essas e outras que muitos brasileiros perdem a fé ou deixam de apoiar a Seleção Brasileira.
É muita panela. É muito grupinho.
Quem é bom e faz a diferença? É escanteado. Fica na geladeira.
Sacanagem o que fazem com Endrick. PANELA MALDITA!
Que aspas absurdas do VSR.
Sem ilação ou história furada em dizer que ele não joga porque é mala e etc. Essa desculpa é uma merda, e só idiota acredita nisso, pq até quem é mala joga quando necessário.
Existe algo muito particular pro Endrick viver isso EM TODOS OS CLUBES, mesmo ele sendo um jogador brutal e que decide grandes jogos.
Vampeta sore o empate do Brasil contra o Marrocos:
"O Ancelotti podia ter botado o Endrick, é uma má vontade se não fosse a opinião pública o Endrick não estava na Copa"
O melhor jogador do Marrocos na partida tinha simplesmente 18 anos. Aqui no Brasil o mlk de 19 não pode ser titular para não dar "responsabilidade demais" pro cara vsf
#BRAxMAR#FIFAWorldCup
A estréia do Brasil na Copa.
Confesso que hoje acordei nervoso feito menino. Assumo-me Pachecão em Copas do Mundo, apesar de ano a ano o Brasil se parecer mais com o meu Santa Cruz em campo, dando-nos paúra de qualquer movimentação do adversário a partir da intermediária, do que o Brasil que vimos nos anos 1960, 1970, 1990 e até 2002.
Colo abaixo a capa que sinto imenso orgulho de ter escrito, fechado, baixado no Correio Braziliense depois da vitória do penta. Gosto muito desse texto, que copio abaixo. Um mês depois, aos 34 anos, encerrava a minha participação em "redações da mídia tradicional", como chamava já então, comparando a carreira de jornalistas à dos jogadores de futebol: começamos muito cedo, somos (ou éramos) obrigados a viver o auge ainda metidos em cueiros e driblando enormes press��es com a concorrência de alta qualidade em nossos calcanhares. Era o panorama do passado, claro.
De volta à estreia na Copa: espero escrever algo parecido em 19 de julho, trocando Cafu por quem for o capitão na final (acho que não será nem Marquinhos, nem Danilo, nem Neymar - vôte!).
Eis o texto daquela capa premiada do Correio Braziliense de 1° de julho de 2002:
Viva O Povo Brasileiro -
Quando Marcos Evangelista de Moraes, o Cafu, capitão da Seleção Brasileira, quebrou o protocolo e subiu no púlpito da Fifa para erguer a Copa do Mundo, levou-nos junto.
O gesto não se limitou a reproduzir os momentos eternizados por Bellini (1958), Mauro (1962), Carlos Alberto (1970) e Dunga (1994). Aperfeiçou-os.
Isolado do grupo, envolto numa bruma de gelo seco e papel-alumínio cortado em tiras, Cafu coroou a trajetória de uma geração que saiu do país desacreditada para conquistar a unanimidade.
Jornais, analistas, jogadores e ex-craques dos cinco continentes saudaram o pentacampeonato mundial brasileiro como a redenção da arte sobre a força e a mediocridade.
Com a vitória de 2 a 0 sobre a Alemanha, o Brasil tornou-se detentor absoluto de um título único: o de Reino do Futebol.
Nós, os 170 milhões de súditos dessa equipe invicta comandada por um capitão de sorriso largo e autor de passes generosos, sabemos que merecemos a vitória."