Tostão em sua coluna na Folha:
“Outro discurso equivocado é o que temos muitos craques, mas faltam estratégias mais eficientes.
Precisamos melhorar a maneira de jogar e aumentar o número de craques. Há muitos bons jogadores, alguns especiais como o Vinicius Júnior, porém, existe uma carência de bons laterais, falta um craque no meio campo e na posição de centroavante.
O futebol brasileiro necessita de uma grande mudança no planejamento, na execução do que foi programado e na formação de atletas.
O antigo chavão de que no Brasil nasce um craque em cada esquina já era. Quem não se prepara, não sabe o que fazer.”
Tostão em sua coluna na Folha:
“Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente.
O mundo parava para ver o Brasil jogar.
Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências.
É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.”