"This isn't a problem that Mild created. Mild is the one who married into the family. She has the right to not know anything. No man would ever tell someone he's doing something like that."
He defended Mild more than the husband ever did...
enquanto isso na Igreja Catolica você pode ir na Igreja no bairro mais caro de SP ou RJ ou BH e você vai sentar no mesmo lugar que uma herdeira descendente de barões do café
A maior propaganda contra a escala 6x1 veio de uma criança, que não sabe o que é petismo, nem bolsonarismo, nem esquerda, centro, direira, Vorcaro, Master, Trump ou Alexandre de Morais.
São muitas camadas: a ausência paterna, a mãe solo, a sobrecarga de trabalho +
todo marketing da novela foi sobre conscientização da gravidez precoce e mães solos para chegar no resultado ser isso aí.. uma menina de 15 anos sendo tratada como esposa, morando com o namorado adulto, dormindo até no mesmo quarto que ele e a família achando lindo.
#trêsgraças
Carla Bittencourt critica absolvição de homens em #TrêsGraças
“Era uma trama sobre mães, filhas e avós atravessadas pela dor, mas também pela resistência. E, durante boa parte da novela, isso funcionou muito bem. Foram elas (Gerluce, Lígia, Joélly, Viviane etc) que sustentaram os grandes conflitos emocionais da trama, enquanto os homens, em muitos momentos, apareciam justamente como origem dos traumas, das ausências e das feridas dessas mulheres. Só que a reta final da novela parece caminhar para um lugar contraditório e até frustrante. Porque, no fim das contas, praticamente todos os homens acabam absolvidos pelas mulheres que feriram. Personagens complexos erram, amadurecem e mudam. Isso faz parte da dramaturgia. O problema não é mostrar homens tentando melhorar. O problema é perceber que, em “Três Graças”, quase todos eles terminam recompensados emocionalmente pelas mulheres que machucaram.
A novela começou dizendo ao público o quanto aquelas mulheres eram fortes, independentes e potentes. Mas termina colocando praticamente todas elas novamente orbitando homens que falharam justamente com elas e isso enfraquece parte do discurso inicial da trama. Talvez o maior paradoxo de “Três Graças” seja exatamente esse: uma novela que começou celebrando mulheres terminou oferecendo aos homens seus finais mais confortáveis.”
Trump: "España es horrible".
Mientras tanto en EEUU, una pareja de racistas adoptaron a 5 niños negros para usarlos como esclavos en su granja, los encerraron en un granero sin comida ni baño y abusaron d ellos durante 5 años.
Los mayores monstruos de la humanidad viven en USA.
outras colocaram um pedaço de uma música brasileira no show só pra tapar buraco
shakira trouxe artistas brasileiros pro palco pra cantar COM ELA, a mulher tá cantando como se fosse uma brasileira
a diferença de respeitar e valorizar a cultura local
Um caso curioso pra manuais de dramaturgia
#TrêsGraças#Loquinha#Vileo
Acordei com essa notícia de “bebê coletivo” e vou dizer uma coisa: isso era EXACTAMENTE o que eu achava que ia acontecer lá no início, entre os capítulos 40–70. Como roteirista, muitas vezes consigo antecipar os caminhos que a história vai seguir, porque o storytelling é um mapa que se constrói, e quem sabe ler esse mapa percebe os caminhos com bastante antecedência.
Por todas as falas do Ferette sobre neto, eu achava que o final seria: Lorena e Eduarda usando o Leonardo como doador e Eduarda gestando, e assim também se resolveria a questão da Viviane não poder ter filhos biológicos. Dois casais ligados por uma criança (ou duas) com DNA compartilhado. Tudo fazia MUITO sentido. E o fato de eu ter pensado nisso significa, pra mim, que até certo ponto tudo foi bem planejado pra chegar nesse caminho.
Agora, quando isso aparece sem preparação nenhuma no final da novela, depois que o público já se entregou a outra linha narrativa, pra mim confirma o que realmente aconteceu nessa reta final (e o que muitos de vocês já diziam sobre o Aguinaldo, mas eu não queria acreditar).
Aguinaldo tinha um plano de como construir Loquinha e Vileo como dois casais “espelho”, com os irmãos Ferette passando por conflitos ligados à LGBTfobia. Leonardo lidando com a própria transfobia, e Lorena com a rejeição do pai. Tudo muito claro. Do ponto de vista de um autor, o plano até faz sentido: Lorena fala de filhos, Eduarda fala de filhos… tudo alinhado. Até o capítulo 70–80, isso parecia muito provável.
Depois, não sei o que aconteceu: Aguinaldo “esqueceu” o próprio plano e, mais tarde, voltou sem se preocupar com onde a história já estava. Mas fica a pergunta: o que exatamente aconteceu pra não desenvolver Vileo durante mais de 100 capítulos? Enquanto Loquinha teve um desenvolvimento impecável, Vileo parou.
Quem sabotou esse plano que poderia dar certo, se o Leonardo não tivesse sido construído como um garoto nojento, que passa a vida desrespeitando a Lorena e os valores dela?
Onde foi esquecida a virada de caráter, essa mudança necessária de um Leonardo imaturo que passa sem tomar banho duas semanas pra um homem que assume responsabilidades?
Talvez não deviam ter colocado ele no esquema da casa de farinha, ou pelo menos tirá-lo antes?
Talvez ele devesse ter destruído a Casa de Farinha, em vez de apenas levar Viviane até lá para vê-la?
Talvez devesse ter assumido a responsabilidade pelo crime primeiro, em vez de ir até Lorena e dizer: “A bola está com você agora”?
Talvez devesse mostrar um caminho de redenção profunda, e não usar um atropelamento como “renascimento”?
E onde estava o casal Vileo todo esse tempo? Porque eles nunca falaram de família, de filhos, de planos juntos? Passaram 100 capítulos em conflito pra depois voltar como se nada tivesse acontecido.
Muitas coisas deram errado, e toda a culpa está plenamente sobre os roteiristas.
Como você pode saber o final que quer pros personagens e não construir esse caminho? Ainda mais voltar depois e impor essa versão goela abaixo do público, uma versão que o público já não quer mais.
Dramaturgia existe há 2.500 anos, e suas regras não mudaram. Para que um herói seja amado, é preciso mostrar sua jornada. O que mudou é que, com as redes sociais, as pessoas discutem muito sobre seus heróis e não perdoam tais “erros”.
Embora agora pareça absurdo e nauseante, a ideia de Vileo + Loquinha poderem ser os pais da mesma criança poderia muito bem funcionar. Mas alguém sabotou. Aqui se precisa de um departamento inteiro de investigação pra entender como isso aconteceu.
E por que um grupo de roteiristas profissionais com Três Silvas não percebeu que o caminho já não existe mais? O trem já tinha passado.
E, o mais importante, como eles até agora não percebem que NÃO SE MANDA no amor da audiência?
Pra mim, fica um mistério. E mais um exemplo curioso pra manuais de dramaturgia
pessoal agora q eu comecei a ganhar certo reconhecimento aq no twitter vou respostar um video mt serio, é loucura ver como NADA está sendo feito acerca desse caso
e pensar que a única vez que essa novela teve coerência em não dar redenção pra homem criminoso foi com a protagonista gerluce não perdoando o jorginho ninja
“além de usar drogas enquanto tava grávida de mim, me vendeu pra primeira psicopata que ela viu por aí” ele se ouve? foi exatamente isso que ELE fez com a própria filha
esqueceram que jorginho manteve a gerluce em cárcere privado, esqueceram que o leonardo é transfobico e matou pobre, esqueceram que o raul vendeu a filha e engravidou uma menina MENOR de idade.
esse é o final de três graças.
O show da Shakira foi falado pela mesma que é para as MULHERES e isso numa época de recorde de feminicídios.
Se vocês não entendem a cartilha do artista que está no palco, fique calado. Ela não prometeu nada disso.