I💚Biology!
#juststopoil🌎
FLORESTAS em pé! NOSSO FUTURO DEPENDE DAS FLORESTAS!
Biodiversidade,Rios e Oceanos
REFLORESTAMENTO JÁ!
🇧🇷 NÃO AO MARCO TEMPORAL!
Uma das decisões mais difíceis (e necessárias) da gestão ambiental está prestes a ser executada em Rondônia. A Justiça Federal autorizou o ICMBio a retomar o abate de búfalos-asiáticos na Reserva Biológica do Guaporé. O que começou em 1953 com o abandono de apenas 36 animais em uma fazenda experimental, transformou-se em um verdadeiro desastre ecológico: hoje, com alimento farto e sem predadores naturais, uma manada de 50 mil búfalos destrói silenciosamente a floresta.
Na ecologia, chamamos animais com esse nível de impacto de "engenheiros ambientais". Como andam em pesadas filas indianas, eles compactam o solo, impedem a germinação de sementes nativas, alteram a vegetação e causam o assoreamento severo dos rios.
Além da destruição física do habitat, carregam um perigo invisível: a transmissão de zoonoses que ameaçam tanto a economia local (como a febre aftosa) quanto espécies nativas em risco de extinção, a exemplo do cervo-do-pantanal.
A operação atual é um projeto-piloto técnico para abater cerca de 10% dessa população. A logística revela a imensa complexidade de atuar na Amazônia profunda. Como a área é alagada e de dificílimo acesso, é inviável remover as carcaças de animais que pesam quase uma tonelada.
O protocolo, conduzido por controladores certificados, prevê que os corpos permaneçam no local, servindo de alimento para predadores de topo, como a onça-pintada — um processo que já está sendo monitorado por câmeras trap. O consumo humano da carne foi descartado devido ao alto risco sanitário.
Embora o manejo letal sempre gere debates, a urgência se impôs até por questões de segurança humana, uma vez que animais agressivos já ameaçavam as aldeias indígenas da região. Para nós, profissionais da conservação, esse caso ilustra a regra mais dura da biologia: a introdução irresponsável de espécies exóticas sempre cobra um preço altíssimo.
Erradicar essa população invasora não é uma escolha arbitrária, mas a última ferramenta técnica que restou para garantir a sobrevivência de um ecossistema inteiro.
Fonte: ICMBio
#amazonia #icmbio #florestalbrasil #meioambiente #conservacao
Um estudo impressionante publicado na revista Science revelou o tamanho do "sistema circulatório" oculto da Terra. Usando inteligência artificial e um robô de imagem de altíssima resolução, uma equipe internacional de cientistas mapeou a vasta rede subterrânea de fungos micorrízicos, microrganismos vitais que se conectam às raízes de 70% das plantas terrestres, transportando água e nutrientes enquanto estocam enormes quantidades de carbono.
Confira os dados impressionantes revelados pelo estudo:
📏 Tamanho inimaginável: Se colocados ponta a ponta, os filamentos fúngicos (hifas) chegariam a 109 quatrilhões de quil��metros. Isso equivale a cerca de 730 milhões de vezes a distância entre a Terra e o Sol!
🌍 Sumidouros de carbono: Essa rede guarda cerca de 300 megatoneladas de carbono no subsolo, o equivalente a 4 ou 6 vezes mais carbono do que o contido em todos os seres humanos do planeta.
�� A surpresa das pastagens: A inteligência artificial apontou que as pastagens possuem as redes fúngicas mais densas de todos os ecossistemas, provando que áreas como pampas, estepes e savanas (muitas vezes negligenciadas em políticas de conservação) são essenciais para a saúde climática.
🚜 Alerta agrícola: A densidade da rede é cerca de 50% menor em solos usados para cultivo agrícola em comparação a áreas não cultivadas, indicando um alto impacto do manejo humano no subsolo.
Os pesquisadores esperam que o mapeamento inédito ilumine esses padrões ocultos e ajude a orientar políticas globais de gestão de terras. Como alertam os cientistas: "uma vez que eles desaparecem, é muito difícil trazê-los de volta."
Gostou dessa informação? Assista a esse vídeo e entenda mais como funciona: https://t.co/x9klKB228X
Fonte: Science
#meioambiente #ciencia #fungos #inteligenciaartificial #biologia
Switching to red netting can reduce pesticide use by up to 50%, offering farmers a simple, highly effective, and eco-friendly way to protect crops.
While most farmers use black or white insect nets, new research from Japan shows that changing the color to red dramatically improves pest control. A study by researchers at the University of Tokyo found that red nets are far more effective at deterring onion thrips, a major destructive pest, than traditional black or white nets.
The secret lies in how insects see color. Thrips perceive red as a strong deterrent, which disrupts their visual cues and prevents them from landing on or damaging the plants. Because the protection comes from color rather than fine mesh size, red nets can use larger openings. This allows better airflow, reduces heat buildup, lowers humidity (which helps prevent plant diseases), and makes working conditions more comfortable for farmers.
Field trials showed that crops protected with red netting required 25% to 50% fewer insecticide applications compared to uncovered fields.
This low-tech “optical pest control” method could help reduce chemical use, slow the development of pesticide resistance, and support more sustainable agriculture.
[Tokumaru, S., Tokushima, Y., Ito, S., Yamaguchi, T., & Shimoda, M. (2024). Advanced methods for insect nets: red-colored nets contribute to sustainable agriculture. Scientific Reports, 14, 52108.
DOI: 10.1038/s41598-024-52108-1]
Falhas em permissões de garimpo permitiram movimentar R$ 18,4 bilhões em ouro, diz Greenpeace ⬇️
Relatório aponta que títulos minerários foram usados para dar aparência legal a ouro extraído ilegalmente em Terras Indígenas e unidades de conservação da Amazônia
https://t.co/scYoA8ZSrg
Brazil: Call For Increased THC Limits In Industrial Hemp To Better Suit Tropical Climate
Technical Note 1/26 by Agricultural Research Corp, HempTech Brasil & Ficus Institute, warns parameter should not be considered scientific dogma or universal standard. https://t.co/8Ax1fXoemM
Researchers in Brazil have demonstrated that a simple extract from the seeds of the Moringa oleifera tree (often called the “miracle tree”) can effectively remove microplastics from drinking water using a completely natural, plant-based process.
The saline extract from moringa seeds acts as a powerful natural coagulant. It contains positively charged water-soluble proteins that neutralize the negative surface charge of tiny plastic particles (such as aged polyvinyl chloride microplastics). This causes the particles to clump together into larger aggregates that can then be easily removed through basic sand filtration.
In laboratory tests using low-turbidity tap water, the moringa seed extract achieved up to 98.5% removal of microplastics — performance comparable to aluminum sulfate (alum), the conventional chemical coagulant used in many water treatment plants. Notably, the plant-based extract performed even better than alum in more alkaline (higher pH) conditions and worked effectively in simpler in-line filtration systems, potentially reducing the need for complex treatment steps.
[Batista, G. et al. (2026). "Removal of Microplastics from Drinking Water by Moringa oleifera Seed: Comparative Performance with Alum in Direct and In-Line Filtration Systems." ACS Omega. DOI: 10.1021/acsomega.5c11569]
🌳 Hoje é o Dia Nacional da Mata Atlântica!
Além de sua rica biodiversidade, o bioma exerce influência direta na vida de cerca de 70% dos brasileiros: contribui para a regulação do clima e do fluxo dos mananciais, ajuda a garantir a fertilidade do solo e protege encostas.
Farmers have figured out that the cheapest pesticide is a strip of flowers.
When you plant wildflowers through a crop field, not just around the edge but in strips running through the middle, you get ladybugs, lacewings, hoverflies, and parasitic wasps living in the field instead of visiting it.
They eat the aphids, the caterpillars, and the mites for free, all summer long.
In controlled trials, fields with tailored flower strips had leaf-beetle numbers 40 to 50% lower and crop damage cut by around 60%, enough to drop below the threshold where spraying was even considered worth it.
The flowers attract a standing army to our fields.
We spent decades engineering chemicals to kill the insects eating the crop, when the insects that eat those insects would have worked for the price of seed.
No bee. No food. No us.
That's not a slogan. That's the math.
At a debate hosted by the Earthwatch Institute at the Royal Geographical Society in London, bees were crowned the most important living species on Earth.
Why a tiny striped insect over lions, whales, or us?
Simple. Around 70% of the world's agriculture leans entirely on bees. Three out of every four bites of fruit, nuts, and vegetables on your plate exist because a bee showed up to work.
No pollination, no plants. No plants, no food. No food, no people.
And here's the gut punch.
Bees are now on the endangered list. Studies show colonies have collapsed by up to 90% in recent years. The killers? Pesticides, deforestation, vanishing wildflowers, and habitat loss.
A creature smaller than your thumbnail is holding up the entire food chain.
And we're knocking the legs out from under it.
Protect the bees. Protect the dinner table. Protect ourselves.
Source: Earthwatch Institute debate at the Royal Geographical Society of London
Many growers simply discard cannabis leaves as waste, but a new study suggests they're throwing away something potentially priceless.
Chemists at Stellenbosch University in South Africa used advanced chromatography and high-resolution mass spectrometry to uncover a rare class of compounds in cannabis leaves: flavoalkaloids. These molecules are extremely uncommon in nature and had never before been identified in cannabis. Known for powerful antioxidant and anti-inflammatory properties, flavoalkaloids show promise for treating cancer, chronic inflammation, and other conditions.
The researchers examined three cultivated cannabis strains and detected a total of 79 phenolic compounds, 25 of which were entirely new to cannabis science. Most strikingly, 16 of these were the rare flavoalkaloids, and they appeared predominantly in the leaves of just one strain.
The real surprise? These valuable compounds weren’t in the prized buds, but in the leaves that are routinely tossed after harvest.
Lead researcher Dr. Magriet Muller noted that cutting-edge analytical techniques made it possible to isolate these scarce molecules from the much more abundant flavonoids and other common compounds. Even seasoned cannabis chemists were taken aback by the findings.
While most research continues to focus on well-known cannabinoids like THC and CBD, this discovery reveals that cannabis chemistry is far richer and more complex than previously thought.
[“Comprehensive two-dimensional liquid chromatographic analysis of Cannabis phenolics…” Journal of Chromatography A, 2025]
Líderes indígenas alertam que a transição para energia limpa não pode servir de pretexto para explorar seus territórios. Em conferência global, defenderam que os benef��cios não devem vir às custas de áreas ambientalmente protegidas https://t.co/5Laolud4Ni
Você sabia? Após mais de 100 anos de ausência, uma família de antas foi registrada em vida livre no Parque Estadual do Cunhambebe (RJ) em 2024?
Neste Dia Mundial da Anta, vamos celebrar essas jardineiras da floresta que ajudam a regenerar ecossistemas
#GeraçãoRestauração
Neste Dia da Terra, o convite é para uma pausa de consciência. A Mata Atlântica não é apenas uma paisagem ao fundo das nossas cidades, ela é o sistema que sustenta nossa vida, nossa água e nossa vida.
A floresta está aqui. E você, está com ela?
#SOSMataAtlântica#DiaDaTerra
Apesar de protestos, congresso da #Argentina aprovou alterações em lei de 2010, que estabelecia #proteção às #geleiras. ONGs tentarão barrar decisão na #justiça. Mudanças podem colocar acesso à #água potável para mais de 7 milhões de argentinos em risco https://t.co/FJU4c4nMFb
🪵 No período, foram identificados mais de 14 mil hectares de floresta explorados, com cerca de 6,8 mil hectares sem autorização dos órgãos ambientais.
🔗 Os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex).
Confira mais em: https://t.co/iDMJvzwc4m.