O GPS nasceu de pesquisa militar americana, bancada pelo Estado. Uber e Waze construíram impérios em cima dele. O contribuinte pagou, o mercado embolsou. Aí te vendem que desenvolvimento é 'empreendedorismo + pouco Estado'. É piada pronta.
En Palacio Nacional, recibí al secretario de Estado del Vaticano, Pietro Parolin; abordamos temas como la primera encíclica del papa León XIV, Magnifica Humanitas, donde plantea que el desarrollo de la inteligencia artificial debe estar guiado por criterios éticos, dignidad humana, justicia y responsabilidad compartida, con el propósito de que sus beneficios contribuyan al bienestar de los pueblos.
Los llamados del papa a la paz, la fraternidad y la cercanía con los más vulnerables representan una visión humanitaria, indispensable en un momento en que el mundo necesita fortalecer el diálogo, la solidaridad y la cooperación entre naciones.
@ronaldocaiado O Brasil precisa de uma Frente Civil Anti corrupção, enraizada no apoio popular que não é de direita nem de esquerda. Como Ciro está fazendo no Ceará. Caiado pode ser o líder do momento.
Ao cancelamento do cartão vermelho e tantos outros sinais de favorecimento , soma-se a seleção brasileira com um técnico estrangeiro que preparou cuidadosamente este fracasso. Desde a convocação estranha a ordem para Bruno Guimarães bater o penalty e a entrada de Neymar etc. Coincidências demais. Ancelotti sabia que devia perder.
📺TV en DIRECTO | León XIV: “Invito a todos a abandonar las narrativas divisivas y polarizantes de vuestra realidad social y de su historia, para pasar de las simplificaciones estériles a la apreciación fecunda de la complejidad” https://t.co/VrZO3teV5N
Privatizar traz eficiência? O mito que travou o Brasil
Nos anos 90, o Brasil fez o dever de casa que mandaram fazer. Vendemos 70 empresas federais, 55 estaduais, telecom, energia, mineração. Seguimos à risca o receituário do Consenso de Washington. E mesmo assim continuamos presos na armadilha da renda média há mais de 40 anos.
Então alguma coisa nesse diagnóstico estava errada.
Nessa live de 30 minutos fui direto ao ponto: onde estava o erro — e por que a Ásia, que ouviu o mesmo conselho, fez exatamente o oposto.
A premissa que ninguém questionou
A ideia de que privatizar é sinônimo de modernizar vem do Consenso de Washington dos anos 90. Ela faz sentido num nível bem específico: gestão de empresa. Uma empresa privada, sob pressão competitiva e com incentivos corretos, tende a operar com mais eficiência do que uma estatal mal gerida. Até aqui, tudo bem.
O problema é a confusão que veio junto. Confundimos duas coisas completamente diferentes: propriedade — público versus privado — e capacidade produtiva — o que o país sabe fazer.
Privatizar resolve um problema de gestão de uma empresa. Não cria um setor novo. Não sobe um degrau na escada tecnológica. Não ensina o país a produzir coisas mais complexas.
“Eficiência de empresa é uma coisa. Complexidade de economia é outra. A gente vendeu a primeira achando que comprava a segunda.”
Sem BNDES, não tem Embraer.
Sem Embrapa, não tem agronegócio.
Sem Petrobras, não tem pré-sal.
Sem ITA, não tem engenheiro.
O setor privado brasileiro sentou na mesa que o Estado pôs.
*BRITISH WRITER PENS THE BEST DESCRIPTION OF TRUMP*
Someone asked "Why do some British people not like Donald Trump?" Nate White, an articulate and witty writer from England wrote the following response:
A few things spring to mind. Trump lacks certain qualities which the British traditionally esteem. For instance, he has no class, no charm, no coolness, no credibility, no compassion, no wit, no warmth, no wisdom, no subtlety, no sensitivity, no self-awareness, no humility, no honour and no grace – all qualities, funnily enough, with which his predecessor Mr. Obama was generously blessed.
So for us, the stark contrast does rather throw Trump's limitations into embarrassingly sharp relief.
Plus, we like a laugh. And while Trump may be laughable, he has never once said anything wry, witty or even faintly amusing – not once, ever.
I don't say that rhetorically, I mean it quite literally: not once, not ever. And that fact is particularly disturbing to the British sensibility – for us, to lack humour is almost inhuman.
But with Trump, it's a fact. He doesn't even seem to understand what a joke is – his idea of a joke is a crass comment, an illiterate insult, a casual act of cruelty. Trump is a troll. And like all trolls, he is never funny and he never laughs; he only crows or jeers.
And scarily, he doesn't just talk in crude, witless insults – he actually thinks in them. His mind is a simple bot-like algorithm of petty prejudices and knee-jerk nastiness. There is never any under-layer of irony, complexity, nuance or depth. It's all surface.
Some Americans might see this as refreshingly upfront. Well, we don't. We see it as having no inner world, no soul. And in Britain we traditionally side with David, not Goliath. All our heroes are plucky underdogs: Robin Hood, Dick Whittington, Oliver Twist. Trump is neither plucky, nor an underdog. He is the exact opposite of that. He's not even a spoiled rich-boy, or a greedy fat-cat. He's more a fat white slug. A Jabba the Hutt of privilege.
And worse, he is that most unforgivable of all things to the British: a bully. That is, except when he is among bullies; then he suddenly transforms into a snivelling sidekick instead.
There are unspoken rules to this stuff – the Queensberry rules of basic decency – and he breaks them all. He punches downwards – which a gentleman should, would, could never do – and every blow he aims is below the belt. He particularly likes to kick the vulnerable or voiceless or female – and he kicks them when they are down. So the fact that a significant minority – perhaps a third – of Americans look at what he does, listen to what he says, and then think 'Yeah, he seems like my kind of guy' is a matter of some confusion and no little distress to British people, given that:
• Americans are supposed to be nicer than us, and most are.
• You don't need a particularly keen eye for detail to spot a few flaws in the man.
This last point is what especially confuses and dismays British people, and many other people too; his faults seem pretty bloody hard to miss.
After all, it's impossible to read a single tweet, or hear him speak a sentence or two, without staring deep into the abyss. He turns being artless into an art form; he is a Picasso of pettiness; a Shakespeare of shit. His faults are fractal: even his flaws have flaws, and so on ad infinitum. God knows there have always been stupid people in the world, and plenty of nasty people too. But rarely has stupidity been so nasty, or nastiness so stupid. He makes Nixon look trustworthy and George W look smart. In fact, if Frankenstein decided to make a monster assembled entirely from human flaws – he would make a Trump.
@CentralAldo27 Esta união, mais que pessoal, de idéias, simbolizada pelo Aldo e Ciro seria a salvação deste país se assimilada pelo povo. Mais uma grande oportunidade que se apresentaria para nosso povo. O PSDB deveria abraçar esta idéia para sua própria salvação.
@oswaldtoshiro O PSDB poderia se renovar de forma ousada apoiando a candidatura Aldo Rebelo e propondo uma nova Social Democracia Nacionalista Desenvolvimentista . Ciro iria apoiar.
A Embraer existe. Ela emprega mais de 20 mil pessoas. Ela exporta aviões pra mais de 100 países. Ela é a terceira maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo, atrás só de Boeing e Airbus.
E ela só existe porque o Estado brasileiro a escolheu como vencedora.
Mais do que isso: ela só existe porque o Estado brasileiro a defendeu, três vezes, de quem queria acabar com ela.
Então essa é a história que você não vai ouvir em nenhuma entrevista na CNN Brasil, em nenhum podcast de investimento, em nenhuma coluna de economia de domingo. Porque ela contradiz o catecismo que sustenta meio século de atraso brasileiro.
Ato 1: 1969, a decisão fundadora
A Embraer nasceu estatal em 1969, no meio da ditadura militar, por uma decisão…
Continue lendo aqui: https://t.co/9jRaBiia6N
O QUE SIGNIFICA “DESINTERDITAR O BRASIL”
Muitos estão interpretando a ideia-força da pré-campanha de Aldo Rebelo — Desinterditar o Brasil — de maneira limitada (e alguns propositalmente malversam a mensagem).
O que significa Desinterditar o Brasil? É muito mais do que apenas questionar o viciado sistema de licenciamentos ambientais.
Que os licenciamentos são uma super trava para os investimentos, todo mundo já sabe. Até os projetos que conseguem licenciamento precisam esperar muitos anos por isso, consumindo recursos e deixando escapar oportunidades valiosas para gerar riqueza para o País.
Com isso, acontece o que vemos no Amapá com a interdição da Margem Equatorial pelo Ibama: o povo impedido de trabalhar devido a regulações ambientais ultrarrigorosas, aguardando com ansiedade pelo dia em que sua economia poderá se dinamizar tal como no restante do país.
Portanto, Desinterditar o Brasil tem sim a ver com facilitar o atendimento de nossas profundas necessidades de infraestrutura, energia e capacidade produtiva. Mas está longe de se limitar a isso.
Desinterditar o Brasil é entender que hoje o Brasil está proibido de crescer! Não apenas por lobbies ambientalistas que brecam o avanço de investimentos privados.
Também por lobbies financistas nacionais e internacionais que amarraram o Brasil na armadilha dos juros altos: o crédito caro está bloqueando até mesmo a efetividade do Plano Safra, cujos recursos são cada vez menos tomados pelos produtores rurais.
A formação bruta de capital fixo está resumida à manutenção de capacidades industriais, sem que se verifique uma verdadeira expansão do setor produtivo. O motivo é o mesmo: crédito caro demais devido às taxas de juros.
Fazer o Brasil crescer via consumo popular está cada vez mais impossível, pois o spread bancário está em níveis recordes e já mais de 80 milhões de brasileiros estão inadimplentes. Juros altos, novamente! E para estes, o governo apresenta a tímida ideia da renegociação financeira.
Ninguém propõe um choque de produção e renda? Ninguém enxerga o horizonte do crescimento econômico como a saída deste atoleiro? Pois muito bem: ISTO É O SIGNIFICADO DE DESINTERDITAR O BRASIL.
Desinterditar o Brasil significa libertar nosso País da armadilha odiosa do baixo crescimento, em todas as frentes possíveis.
Desinterditar o Brasil é o salvo-conduto para uma nova era de prosperidade para quem trabalha e produz.
Significa secar a torneira dos recursos hoje concentrados no setor financeiro e seus aliados internacionais, que ajudam isso a acontecer proibindo investimentos produtivos com argumentos ambientais furados.