O ser humano é um animal dotado da capacidade de raciocinar, imitar e imaginar. Mas não só. Ele é também um animal dotado da capacidade de verbalizar e comunicar suas ideias com o propósito de persuadir seus interlocutores, trocar informações com eles ou, simplesmente, expressar suas emoções.
A capacidade de se expressar livremente é o mecanismo por meio do qual o ser humano mantém a sociedade funcionando. É em decorrência da liberdade de expressão e da capacidade de articular ideias que as pessoas conseguem apontar problemas, explicá-los, solucioná-los e tentar chegar a um consenso.
Mas há o outro lado: a transmissão de ideias também representa um foco potencial de conflitos entre os seres humanos. Um determinado conjunto de ideias pode nos parecer rechaçáveis, criticáveis ou mesmo repugnantes. Ou seja, as ideias não só nos seduzem, como também podem nos molestar.
O adjetivo 'politicamente correto' é usado para descrever linguagens ou ações que devem ser evitadas por serem vistas como 'excludentes' ou 'ofensivas'. Em tese, o politicamente correto defende a censura de ideias que marginalizam ou insultam grupos de pessoas tidos como desfavorecidos ou discriminados.
Para o politicamente correto, um debate aberto e sem censura, além de ofensivo para as minorias, é também subversivo, inflamatório e gerador de discórdias, devendo por isso ser censurado.
Mas isso atenta contra a lógica básica. O debate aberto é algo que, por definição, estimula a análise crítica e impede a uniformidade (e a hegemonia) intelectual. O debate aberto e sem censura garante uma voz exatamente para os grupos mais marginalizados e excluídos - os quais, em tese, são o alvo da preocupação do politicamente correto.
Não há o "direito de não ser ofendido" simplesmente porque isso, caso realmente fosse impingido, levaria à extinção do próprio pensamento: o ser humano, por ser capaz de pensar, sempre poderá soar ofensivo a alguém. Querer proibir a expressão do pensamento significa proibir o próprio ato de pensar.
No dia 14 de agosto, em São Paulo, o Instituto Mises Brasil reúne alguns dos principais nomes da tradição austríaca brasileira para um dia dedicado às ideias de Murray Rothbard.
Em celebração aos 100 anos de Rothbard, faremos uma imersão presencial com palestras sobre liberdade, economia austríaca, propriedade privada, intervenção estatal e ética da liberdade.
Além das palestras, sua inscrição inclui:
✔ Livro físico "Para Entender Rothbard", de Adriano Paranaíba
✔ Coffee break
✔ Networking com palestrantes e participantes
✔ Certificado de participação
Se você deseja aprofundar sua compreensão da Escola Austríaca e conhecer pessoas que compartilham desses valores, este evento foi feito para você.
“O menino da Copa”, por Sara Almeida, mostra por que tantos craques brasileiros precisam deixar o país: instituições frágeis, clubes sem dono e incentivos desalinhados fazem o talento buscar mercados mais estáveis. Leia o artigo.
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“Recompensando boa governança”, por Emile Phaneuf III, mostra como votar com os pés cria competição entre jurisdições, pune governos ruins e recompensa instituições que oferecem mais liberdade, eficiência e consentimento. Leia o artigo.
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“Copa do Mundo de 2026: quem ganha e quem paga a conta?”, por José Rodrigo da Silva, mostra que megaeventos só geram valor quando investimentos seguem sinais de mercado — e não quando custos são socializados e benefícios concentrados. Leia o artigo.
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“Por que Rothbard Ficou do Lado dos Revolucionários Americanos”, por Ryan McMaken, mostra por que Rothbard apoiou a Revolução Americana como causa de legítima defesa, descentralização política e resistência ao império britânico. Leia o artigo. https://t.co/0mjmYaZnlz
“A Copa gera riqueza?”, por Marcos Matheus de Souza, mostra que megaeventos só criam valor quando investimentos respondem a demandas reais do mercado — e não a incentivos políticos que socializam custos e concentram benefícios. Leia o artigo.
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A Alemanha trocou de governo, mas não de rumo. Enquanto as causas da estagnação permanecerem intocadas, dificilmente os resultados serão diferentes
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A favela brasileira não é fruto da ausência do estado, mas de sua presença mais destrutiva. Ele nega propriedade, criminaliza o empreendedor, cobra impostos e depois sobe o morro para combater as consequências do que ajudou a criar.
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“O Tempo do Contrato”, por @MarcosGiansant1, mostra como a passagem de Hobbes a Locke transformou o medo em confiança, o trabalho em propriedade e o tempo em fundamento moral da ação econômica. Leia o artigo.
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