A homenagem a José Mourinho no Dragão não nasceu do acaso.
Foi ideia de André Villas-Boas, que se mostrou sensibilizado ao ver o seu “professor” tão distante do que em tempos foi. Um gesto de respeito, mas também de tristeza: a imagem de um gigante acabado.
Os aplausos que recebeu foram reflexo disso mesmo compaixão de quem ainda reconhece o passado, mas percebeu que o presente já nada tem a ver com esse legado.
Mourinho não veio ao Dragão para anunciar a reforma, mas sim para preparar a mudança para a Luz. Villas-Boas, que já sabia do rumo, quis deixar-lhe uma última mensagem: nunca mais voltará a sentir o que viveu no Porto.
No próximo jogo no Dragão, terá o tratamento adequado.
Seremos.
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A desumanização expressa no teor de alguns comentários é a prova provada do quão desprezível e repugnante é o benfiquista médio. Podem odiar Jorge Nuno Pinto da Costa e o seu legado mas tenham respeito pelo momento.