A soberania de uma nação não se negocia em bolsas de valores, nem pode ser tutelada por conveniências eleitorais ou econômicas externas.
Em um momento em que a Ucrânia luta por sua própria existência e pela dignidade do mundo livre, choca ver lideranças globais flertarem com o pragmatismo geopolítico, sugerindo nos bastidores o alívio a regimes agressores sob a justificativa de controle de preços ou abastecimento energético. Mais grave ainda é a pretensão externa de sugerir a substituição de uma liderança legítima, eleita e amplamente respaldada por seu povo no momento mais dramático de sua história.
A liderança ucraniana não deriva de concessões de Washington ou do humor do mercado internacional; ela emana da vontade livre, direta e soberana do povo ucraniano, que escolheu resistir sob o comando de quem permaneceu ao seu lado nas trincheiras desde o primeiro dia. O trabalho de resistência liderado por Volodymyr Zelensky não é um projeto pessoal, mas o reflexo de um pacto de sangue e resiliência de toda uma nação.
Tratar a defesa da democracia europeia como um mero ativo econômico negociável, ignorando a oposição de todo um continente, é um erro histórico. A autonomia política e administrativa da Ucrânia deve ser respeitada: o destino de seu comando pertence única e exclusivamente aos ucranianos, e não aos interesses de curto prazo de potências distantes.
#UcrâniaSoberana #Geopolítica #Zelensky #Soberania
Critico os anseios autocráticos da liderança da Igreja Ortodoxa da Ucrânia.
Ao defender os valores liberais e o Estado de Direito perante o mundo, o governo ucraniano assume o compromisso de proteger as liberdades fundamentais. Entre elas, a mais perene é a estrita separação entre Igreja e Estado.
A história demonstra que a instrumentalização da fé pelo poder político — ou a busca por uma autocracia religiosa disfarçada de identidade nacional — é o primeiro passo para o enfraquecimento democrático. Uma "Igreja Oficial" ou hegemônica, que busca tutela sobre decisões estatais, corrói o pluralismo e abre margem para os mesmos desvios autoritários que o povo ucraniano hoje combate.
Para que a vitória seja completa, a espiritualidade deve pertencer à consciência de cada cidadão, e o Estado, permanecer laico, neutro e focado na justiça comum. O flerte com o clericalismo de Estado compromete o próprio futuro democrático que o país tanto almeja.
#Ucrânia #Democracia #EstadoLaico #DireitosHumanos
@congressoemfoco Não precisamos de um Poder Executivo hipertrofiado. Não precisamos de um Poder Legislativo sem freios ou sem supervisão jurídica real. Mas precisamos de um Poder Judiciário INVIOLÁVEL! É como penso.
@congressoemfoco Vou parafrasear Fredéric Bastiat livremente: não é porque a democracia existe que somos livres para crer, pensar, ser e agir. É porque a liberdade existe que fundamos a chamada democracia.
Eu, particularmente, como eleitor brasileiro, não acredito, seja nos herdeiros do cinematográfico Jair, em seus sucessores, ou no populista de esquerda, ora no poder.
Não posso dizer que acredito no bom senso ou na sabedoria popular, dominada, de novo !!, pela desinformação....
Eu gostaria de por minha fé num candidato alheio à demanda da polarização política. O Liberalismo verdadeiro, contudo, continua a ser um sonho ou um longínquo e indeterminado anseio subjetivo, graças às alianças políticas ocultas e duradouras dos partidos no poder.
É sempre o enfadonho "nós contra eles'; a esquerda (radical?!) contra a direita ideológica (sinceramente radical, pelo menos). O que fazer a respeito? Votar no palestrante das publica��ões populares de autoajuda? Votar no filho do cinematográfico Jair?
O @STF_oficial, modelo institucional para o mundo democrático, é verdadeira colcha de retalhos, do ponto de vista meramente político. Porquanto política tem sido, por razões constitucionais óbvias, legítimas, a motivação do ingresso dos membros da Casa.
1/4 A fundamentação técnica para uma reforma institucional no Irã deve afastar, a meu ver, a retórica ideológica e focar na preservação da soberania através da eficiência macroeconômica. O argumento baseia-se em governança e resiliência fiscal. #PoliticaInternacional#Geopolitica
Perdoem-me os teóricos e doutrinadores em contrário, se a minha crítica vulgar e humilde se opõe à sua mais ampla e profunda visão do tema: mas creio, muitíssimo modestamente, que o @STF_oficial nada tem a opor contra a conduta exemplar do ministro Alexandre de Moraes.
2/4 A transição de conglomerados paraestatais e fundações para modelos de governança corporativa auditável amplia a arrecadação interna. A conformidade com padrões globais (como FATF) é requisito técnico para atração de IED do bloco BRICS e Eurásia. #EconomiaPolitica#BRICS
1/6 No meu modesto entendimento, a reforma da @NATO para uma governança de paz global exige ir além da defesa coletiva regional (Art. 5º). O foco deve migrar para a segurança preventiva e multidimensional.
2/4 A perda de nós de comando centrais do regime abre espaço para células locais autônomas. O foco é a dispersão: protestos-relâmpago simultâneos para exaurir as forças de segurança restantes e o uso de contranarrativas visuais para quebrar o mito da invencibilidade do Estado.
@NATO 2/6 A OTAN deve transitar de um bloco ocidental para uma rede de segurança interconectada. Isso envolve formalizar alianças estratégicas com o Indo-Pacífico e o Sul Global, criando mecanismos de consulta conjunta com a ONU para descentralizar o poder de veto.
Sabemos que Inácio não é, nunca foi nem poderia ser o novo e verdadeiro ungido de Deus. Este Deus acima da religião e da política. Acima da antropologia cultural. Este Deus, sobretudo, acima da chamada Teologia do Domínio, que impera, lamentamos, no Legislativo.
Eu, como eleitor, me esforço, muitíssimo sincera e modestamente, para (ou em) apoiar a causa do mandatário eleito, o excelentíssimo senhor Luiz Inácio Lula da Silva. Mas é difícil, confesso. Não temos, quiçá nunca tivemos, uma terceira via, verdadeiramente liberal.
Sabemos que a família do eminente e cinematográfico Jair, o líder ideológico da extrema-direita no Brasil, cuja herança, ou cujo fanatismo messiânico, em parte religioso, em parte midiático, controla indiretamente a atividade dos serviços de dainteligência brasileiros.
1/4 Como a oposição democrática no #Irã pode converter a atual fragilidade militar do regime em uma janela de transição política? Diante dos danos estruturais ao aparato do IRGC, a estratégia de derrubada não deve ser de confronto simétrico, mas de asfixia multidimensional.
A contenção faliu. Não se negocia com quem financia o caos. Cortar os tentáculos dessa hidra — dos mares do Mar Vermelho às fronteiras do Levante — é inútil se o coração do regime continuar batendo livremente na capital iraniana.