Polícia no avião - Uma confusão envolvendo marcações de assentos no voo LA 8071 entre Frankfurt, na Alemanha, e Guarulhos, em São Paulo, terminou com o acionamento da polícia dentro de um avião na noite do último sábado (23). Um casal de brasileiros havia comprado um assento com mais espaço, mas recebeu no cartão de embarque um outro lugar, sem o benefício.
Um vídeo mostra o momento da discussão dentro da aeronave. A funcionária de bordo da Latam - que atua no aeroporto - pede que a passageira saia do assento onde já estava sentada, e cuja marcação constava originalmente no pedido da compra, e que se sentasse em outro lugar.
O pedido para sair foi feito mesmo com os clientes alegando que tinham comprado assentos com mais espaço, conforme consta no bilhete emitido no momento da compra.
A técnica projetista Pâmela Baldan, passageira envolvida na confusão, contou que a discussão teria começado no momento em que ela recebeu um cartão de embarque com assentos diferentes dos que havia comprado.
⚠️Ao entrar no avião, a passageira relatou a divergência para os comissários, mas eles disseram que ela poderia seguir para o assento comprado. Ela, então, se dirigiu para os assentos com mais espaço.
Logo depois, outra passageira se apresentou dizendo que também havia comprado um dos assentos onde o casal estava. Era a poltrona 13 K, onde Pâmela estava sentada.
Quando ficaram sabendo da divergência dos assentos, comissários do avião acionaram a equipe de solo para resolver a confusão com as marcações.
Foi quando a funcionária de solo entrou na aeronave e pediu que Pâmela saísse do lugar e fosse para um assento comum (sem o benefício adquirido). A capixaba se recusou a sair alegando que também tinha comprado aquele assento e que não iria para outro mais apertado, já que não era o que havia comprado.
🔎Procurada, a Latam Airlines Brasil informou que está apurando o ocorrido.
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Em 1997, enquanto o Google ainda engatinhava nos EUA, um professor da UFMG já trabalhava em tecnologia de busca no Brasil.
O nome dele é Nivio Ziviani.
Nos anos 90, ele fundou o Laboratório para Tratamento da Informação na Universidade Federal de Minas Gerais com uma ideia ousada para a época:
Pesquisa precisava virar produto.
Em 1998, nasceu a Miner Technology Group, criada com alunos da universidade. A tecnologia de busca chamou atenção do mercado.
Em 1999, a empresa foi vendida ao UOL por cerca de R$ 4 milhões.
Para um projeto nascido dentro de uma sala de aula, era histórico.
Mas ele não parou.
Pouco depois, junto com Berthier Ribeiro-Neto, criou a Akwan Information Technologies, responsável por um mecanismo de busca chamado TodoBR.
A empresa cresceu, conquistou clientes corporativos e passou a frequentar os mesmos eventos internacionais que o Google.
Em 2005, após cerca de seis meses de negociação, a Akwan foi adquirida pelo Google.
Larry Page participou pessoalmente das tratativas.
O valor não foi divulgado.
Foi apenas a segunda aquisição do Google fora dos Estados Unidos.
Da operação nasceu o Centro de Engenharia do Google em Belo Horizonte, ativo até hoje.
Ao todo, Ziviani participou da criação de cinco startups - quatro delas foram adquiridas.
A Neemu foi vendida para a Linx.
A Kunumi, focada em inteligência artificial, foi adquirida pelo Bradesco em 2022.
Em todas, ele repetiu um gesto incomum:
Doou participação acionária para a universidade.
Chamou o modelo de “paper to PIB”.
Do artigo científico ao impacto econômico real.
A lição não é sobre busca na internet.
É sobre transferência de tecnologia.
Universidade pode ser centro de custo.
Ou pode ser geradora de riqueza.
A diferença está na mentalidade.
Quantas pesquisas estão paradas hoje esperando alguém transformá-las em empresa?
@NiteroiPref Além da poluição visual , a sonora!! Bares aqui em Piratininga com
Música alta até o amanhecer!!
Além de circuito gastronômico os bares são poluidores sonoros!
E o direito ao descanso dos moradores?
A quem interessa esconder o nome dos presos? Por que não divulgaram os nomes dos presos para sabermos a quem estão ligados? Por que decretaram o sigilo do processo? Tudo muito estranho e cheirando a armação! Que a verdade prevaleça e que tenhamos JUSTIÇA!
Se Moraes não ouve a constituição, a lei ou os advogados, talvez ele escute os filhos de Debora! Ela continua presa, sem denúncia, por passar batom em uma estátua no dia 08/01. Ao contrário das mães traficantes, ladras e corruptas, Debora não tem direito nem a prisão domiciliar. Por quanto tempo o Brasil ficará indiferente enquanto as suas crianças sofrem? #DeboraLivre
Um editorial que merece ser ouvido guardado na consciência de William Waack sobre o valor universal da democracia. Nos desde o PPS e hoje @23cidadania ,aprendemos com nossa derrota histórica representada pelo fim do socialismo real, que a democracia não é relativa.