Muitos jogadores desejaram felicidades e muito mais para Russell Westbrook.
Mas nenhum relato talvez foi tão profundo quanto o de Spencer Jones, jovem do Denver Nuggets.
E isso diz muito sobre Westbrook.
“Não erre, novato”.
“Essa foi a minha introdução a Russell Westbrook em Denver”.
“Antes do meu primeiro ano na liga; estou jogando uma partida com os caras da minha cidade, de brincadeira. Eu acertei o arremesso da vitória, mas nós temos uma regra que diz: ‘você precisa acertar um lance livre pra confirmar a vitoria’.”
“Russ estava lá. Ele entrou na quadra, empurrou a bola no meu peito e disse no meu ouvido: ‘não erre, novato’. Então ele ficou ali do meu lado, sem se mexer, só me olhando”.
“Essa era a intensidade dele. Não era maldade ou algo pessoal, era só assim que ele era. Não queria perder, e se eu errasse aquele lance livre, o jogo continuaria”.
“Quando acertei, ele sorriu e balançou a cabeça, ele sabia que eu estava preparado para o momento”.
“Essa intensidade nunca se desligava. Nem nos jogos, nem nas partidas casuais, nem nos treinos, nem nas sessões de treino, nem mesmo nas conversas… a energia, a alegria, a maneira de cativar os outros e a competitividade não eram negociáveis, estavam lá sempre”.
“Eu tentei emular isso todos os dias, porque é impossível estar perto disso sem elevar o próprio espírito”.
“Russ me ensinou tudo. Os detalhes do jogo, a política envolvida, desde o front-office até camadas mais baixas, me mostrou como se portar e como abraçar a pressão ao invés de vê-la como um problema”.
“É claro, ele me fazia fazer os deveres de novato. Pegar refeições pra ele, lidar com as coisas nas viagens, mas isso valia o preço de poder aprender com um dos maiores de todos os tempos. Muito do que conquistei e do tempo que estou na liga, agora com um novo contrato e minutos, vem do que aprendi com ele naquele primeiro ano”.
“Parabéns e obrigado por uma carreira lendária, Russ”.
Saiu a análise, galera. O detalhe é que ela é focada na Quadra Dura, já q o ultimo jogo entre eles foi mto recente.
Eu fiz bem mais curta dessa vez tbm, pra facilitar a leitura!
Curtam e comentem!
Há pouco tempo, a Noruega era um coadjuvante no futebol internacional. Hoje está nas quartas de final da Copa do Mundo. Essa transformação começou no futebol de base.
Você já ouviu falar em barnefotball? Este é o termo norueguês para o futebol organizado para crianças entre seis e 12 anos. Com a ajuda do brasileiro João Alberto Kolling, scout do Vålerenga, explico como funciona esse modelo.
Seu objetivo principal não é formar campeões precoces, mas oferecer a todas as crianças um ambiente seguro, inclusivo e motivador, priorizando a alegria de jogar, o desenvolvimento técnico e a convivência social. A filosofia da Federação Norueguesa (NFF) resume essa visão na expressão “Futebol para todos: alegria, sonhos e comunidade”.
O conceito do barnefotball foi sendo consolidado ao longo das décadas, mas seu marco institucional ocorreu em 1987, quando o país aprovou as Barneidrettsbestemmelser (Diretrizes para o Esporte Infantil). A partir daí, a NFF adaptou esses princípios ao futebol. Nas décadas seguintes, o regulamento foi sendo refinado até chegar ao modelo atual.
A principal característica do sistema é a ausência de competição por resultados. Até os 12 anos, não há tabelas oficiais, rankings, fases finais ou campeões. As partidas são disputadas normalmente, e o placar existe apenas durante o jogo. O foco está na evolução individual e coletiva, não na vitória.
O modelo também determina que todos os jogadores atuem aproximadamente o mesmo tempo e proíbe o chamado “topping”, prática de dar mais minutos apenas aos atletas considerados melhores. As equipes utilizam formatos reduzidos - de 3 contra 3 até 9 contra 9 - para aumentar o contato com a bola e favorecer o desenvolvimento técnico. Além disso, o árbitro exerce um papel educativo, e cada partida começa com uma reunião de fair play.
Somente a partir dos 13 anos o futebol norueguês adota um modelo competitivo, com tabelas e pontuação. É também nessa fase que começa a seleção de jogadores para programas de alto rendimento, enquanto a federação continua incentivando a prática de diferentes esportes e preservando o prazer pelo jogo.
Não existe modelo milagroso. O barnefotball faz sentido porque está inserido na cultura norueguesa. Não basta copiar as regras; é preciso entender os valores que sustentam esse sistema. Ainda assim, vale observar que a Noruega olhou para sua realidade, identificou problemas e decidiu seguir um caminho diferente. Hoje, colhe os frutos dessa escolha com a geração mais talentosa de sua história.
Foi por causa disso que a Noruega eliminou o Brasil na Copa? Evidentemente que não. O futebol não oferece relações simples de causa e efeito. Mas, quando a Noruega começou a mudar sua base, iniciou também a construção da seleção que hoje desafia as maiores potências do mundo.
Matéria do New York Times com DADOS FÍSICOS e curiosidades do Pelé em 1975:
• Quando estava treinando, o coração de Pelé batia cerca de 56 a 58 vezes por minuto. Um atleta médio na época batia cerca de 90 a 95 vezes.
• A capacidade aeróbica do Pelé era tanta, que ele conseguia repetir um “grande esforço” em menos de UM MINUTO.
• Sua visão periférica era 30% maior que a de um atleta médio.
• Pés paralelos e ossos do calcanhar extremamente fortes e desenvolvidos.
• Pelé teve aulas de GEOMETRIA e aprendeu a jogar xadrez para aperfeiçoar seu jogo. Ele jogava futebol como se fosse uma partida de xadrez.
• Pelé corria 100 metros em 11 segundos.
• Pelé saltava cerca de 1,83m. Ele pulava mais cedo que os adversários pra cabecear a bola e tinha a capacidade de “pairar” no ar.
Algumas frases da matéria;
“Leonardo da Vinci uma vez esboçou um homem com os braços esticados em um círculo para mostrar as proporções perfeitas do corpo do homem. Pelé parece se encaixar no molde.”
“Há alguns anos, especialistas médicos examinaram a figura esbelta e atlética de Pelé por semanas em um laboratório universitário. Eles o cutucaram, mediram seus músculos e sua mente e, quando terminaram, disseram: “O que quer que este homem pudesse ter decidido fazer em qualquer empreendimento físico ou mental, ele teria sido um gênio.”
Sem comparações, por favor. 🐐🇧🇷