@RosaneBonoro Para mim, pelo menos ,o exército brasileiro acabou no dia em que não ficou do lado do povo que pedia socorro, implorando para não ter um criminoso como chefe da nação.
🚨“Se a USAID não existisse, @jairbolsonaro ainda seria o presidente do Brasil e o Brasil ainda teria uma internet livre e aberta.”
Foi que afirmou o norte-americano @MikeBenzCyber , que foi chefe da divisão de informática do Departamento de Estado durante o primeiro governo @realDonaldTrump , revelou como foi instituído um “tribunal da censura” contra o então presidente Jair Bolsonaro.
Segundo Benz, o “Complexo Industrial da Censura”, como chama o aparato de manipulação da internet montado pelo Pentágono e pelo Departamento de Estado, foi criado para influenciar a queda do governo da Ucrânia, em 2014. Na ocasião, cerca de R$ 30,5 bilhões foram investidos pelos EUA nos veículos de comunicação social do país.
Com a alegação de “combater a desinformação”, o complexo atacou a imagem de líderes supostamente extremistas e populistas, muitas vezes através de fake news.
Apenas duas semanas depois da eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, organizações não governamentais (ONGs) como o Atlantic Council convocaram reuniões para discutir o resultado do pleito brasileiro. Para eles, Bolsonaro só venceu por causa das mídias sociais, especialmente os chats criptografados de ponta a ponta como WhatsApp e Telegram.
Assim, era preciso emperrar a administração de Bolsonaro e impedi-lo de ser reeleito, por meio da criação de uma infraestrutura de censura no Brasil “poderosa e institucionalmente tão ampla e profunda quanto nosso trabalho diplomático oficial”.
Um dos órgãos integrantes do complexo da censura é a organização Design for Democracy, que passou a cooperar com ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O juiz é o relator do inquérito das fake news na Corte.
A imprensa do Brasil também foi afetada, de acordo com o norte-americano. “Eles financiaram grupos de mídia brasileiros com milhões de dólares para que promovessem a censura na internet e a proibição de qualquer conteúdo pró-Bolsonaro nas mídias sociais ou em chatscriptografados de ponta a ponta.”
Ainda segundo ele, foram investidos milhões de dólares na Internews, organização sem fins lucrativos de apoio à mídia que atua em mais de cem países por meio do treinamento de jornalistas. No Brasil, foram promovidos programas de alfabetização midiática e “programas de integridade da informação”, inclusive em parceria com a Rede Globo.
A derrota de Bolsonaro em 2022 se assemelha à de Donald Trump em 2020. Para Benz, o empresário norte-americano só perdeu a tentativa de se reeleger porque “foi censurado até o esquecimento” pelo governo dos Estados Unidos, com “redes de ONGs e grupos de fachada do Pentágono para censurar praticamente todas as narrativas do lado dele”.
Fonte do texto @revistaoeste :
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