@mastromorais @claudioedantas E não é verdade? Qualquer trabalhador informal que movimenta PIX vai ter que declarar sobre o total movimentado, ou terá um gênio para saber o que eh despesa e rendimento?
Eu movimento contas com pix, qual delas servirá de base imposto de renda? A que retiro ou depósito?
Pensa
Meu pai, o velho Chico, sapateiro e alpinista, era socialista. Nunca o vi tão triste como em 1964, quando ocorreu o golpe militar. Tinha eu 14 anos de idade quando me iniciei na vida política, no movimento secundarista do Colégio Pedro II. Aos 18 entrei no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro e fui logo para o diretório acadêmico. Daquela diretoria sobramos poucos: dois foram mortos no Araguaia, um foi baleado, outro sumiu e dos demais não tenho lembrança. Sobrevivi por pouco. Fui preso e solto várias vezes (algumas por razões inexplicáveis), fugi, escapei de cercos. Nos tempos mais repressivos da ditadura fui morar no sul de Minas, no alto de um morro que, por ironia, se chamava Bairro Carioca. Lá me casei. Só voltei ao Rio e ao Instituto de Física uns seis meses depois do fim do governo Médici. Fiquei dois anos em banho-maria, me esquivando aqui e ali e fui então morar numa favela nos limites da capital de Goiás, onde permaneci sete anos e nasceu minha primeira filha, em 1978. Ali retomei a luta contra a ditadura, organizando comunidades nas periferias e viajando pelo interior, num fusca amarelo, dormindo nas casas de lavradores, fazendo reuniões clandestinas, montando oposições sindicais e promovendo outros eventos para organizar um movimento político que se manteve ativo até o fim da ditadura. Naquela época enfrentei, além da repressão estatal, grupos paramilitares armados. Toda minha juventude e início da idade adulta, dos 14 aos 35 anos, foi vivida sob uma ditadura. Algum dia conto as muitas aventuras e desventuras dessa trajetória. Por ora registro apenas que essa experiência não pode ser substituída completamente pela leitura de relatos. Muitos dos que hoje atemorizam os outros falando dos perigos de um golpe militar não fazem a menor ideia do que é viver, durante quase duas décadas, sob o domínio do medo: medo constante de ser preso ou morto. Talvez por isso não tenham aprendido a valorizar a democracia. Eu mesmo me converti tardiamente à democracia, só alguns anos após a queda do muro de Berlim. Muro que, infelizmente, não caiu ainda dentro da cabeça de muitos "antifascistas" que estão por aí posando de democratas.
@andretrig@ClimaInfoNews@ecoa_uol Concordo assim como também concordo que você baixou o tom com o Gov Federal! Mas eu entendo também, salário é sagrado! Sem arrecadar vocês não recebem 🤷🏻♀️
“Nós não somos Juízes eleitos. O Brasil não tem governo de Juízes”, diz Luiz Fux em votação sobre porte de maconha no STF.
Na visão do ministro, decisões sobre questões polêmicas são levadas ao Judiciário para evitar desgaste eleitoral.
“Num Estado Democr��tico, a instância maior é o Parlamento”, prosseguiu Fux.
O STF está a ponto de tomar hoje uma decisão que vai mexer com a vida de toda a população: Descriminalizar o uso de drogas para consumo no Brasil. Como é assunto já decidido pelo Congresso no sentido contrário, de manter a criminalização para reduzir o consumo,posição que tem respaldo de mais de 70% da população em qualquer pesquisa de opinião, está se criando um impasse institucional seríssimo sobre quem tem delegação da sociedade para legislar! !
“Mulheres evangélicas e católicas também fazem aborto. Se elas procurarem o Sóstenes dizendo que fizeram um aborto, qual vai ser a medida pastoral? (...) A consequência da visão de mundo que ele está propondo, até do ponto de vista religioso, é pegar essas irmãs e dizer ‘independentemente do seu contexto, da sua dor, da violências que você sofreu, da sua idade, se corre risco de vida ou não, eu preciso levar você a uma delegacia e defender que tenha uma pena de 20 anos’. Essa é a nossa diferença. Ninguém está romantizando o aborto. Eu estou dizendo que as mulheres têm de ser respeitadas, escutadas, e que não podem ser presas, em nenhuma hipótese. Vou continuar defendendo isso como cidadão e cristão”, diz o pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) sobre o projeto de Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) que equipara o aborto legal a um homicídio.
➡ Assista ao #Estúdioi: https://t.co/mgnXyoxnmY #GloboNews
🚨STF abre licitação para monitorar conteúdos que mencionem a Corte. Segundo a matéria, o monitoramento não será apenas de desinformação e poderá ser compartilhado com a PF.
Não vejo motivação legal ou interesse público algum a justificar este ato e este gasto. O próprio judiciário já impugnou atos semelhantes do Executivo, quando se valeu da estrutura pública para confeccionar relatórios e dossiês.
Não existe legalidade na vigilância do exercício do direito constitucional de manifestação sobre o Supremo. O cidadão tem o direito de fiscalizar e vigiar o que fazem seus governantes, não o contrário.
Se o ato não for revogado pelo próprio STF (súmula 473), torna-se impugnável por medida judicial contra autoridade que o tomou. Algo que desejavelmente o Parlamento deveria empreender
@GloboNews@octavio_guedes Se fosse filha ou neta dele ele daria um jeito de fazer o aborto, escondido! Tudo desfaçatez! Os ricos fazem e estão se lixando pra ele! Está atingindo só pobres!
A ida do min. Dias Toffoli a Londres assistir jogo de futebol, com o STF atulhado de processos e o Rio Grande do Sul em situação dramática, revela o desapreço de S. Exa, pelo cargo que exerce. Pagar o segurança com dinheiro do contribuinte é o máximo da desfaçatez. Que vergonha!!
Pelo zelo ao dinheiro público, pedi ontem ao TCU, junto com o senador @ciro_nogueira, que fiscalize o leilão milionário realizado pelo governo Lula 3 para a compra de arroz pela Conab.
Quem venceu o leilão e receberá milhões do dinheiro dos nossos impostos tem todas as condições de fornecer o produto? O arroz mais barato vai realmente chegar à mesa dos brasileiros? É isso que queremos saber!!
Quando fui ministra da Agricultura, nunca usei recursos públicos para comprar arroz. Apenas autorizei, em plena pandemia, que a iniciativa privada importasse pagando menos impostos. É muito diferente do que fizeram no leilão da Conab, que consumiu mais de R$1 bilhão!
E não caiam em fake news, que manipulam a emoção, e não o raciocínio, das pessoas.
Chequem sempre a informação na fonte.
VÍDEO: O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, comentou sobre a situação dos apenados durante as enchentes em entrevista à Rede Pampa. Segundo ele, não se pode “contaminar com gente do sistema penal” os 162 locais de acolhimento emergencial.