É um absurdo o árbitro não apresentar o cartão amarelo para o Murilo aqui.
O defensor do Palmeiras fez uma cena dentro da área tentando cavar uma falta e outra pedindo para anular o gol…
E o árbitro aceitou as duas. 🤷🏾♂️
Ele já tinha DADO o gol pra Chapecoense após o VAR analisar, depois pediu pra ver kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ANULOU O GOL
HAHAHAHAHAHAHAHA
O MAIOR ASSALTO DO CAMPEONATO
CURIOSO QUE SEMPRE É A FAVOR DO PALMEIRAS
Zoar branco - pode ✅
Zoar negro - Racismo❌
Zoar homem - Pode✅
Zoar mulher - Machismo❌
Zoar hétero - Pode✅
Zoar LGBT - Homofobia❌
Zoar a Direita - Pode✅
Zoar a Esquerda - Fascismo❌
Percebam, quem tanto diz buscar por igualdade é quem mais faz a separação
O futebol, às vezes, nos presenteia com cenas que vão muito além das quatro linhas e do resultado final. Ontem, vivemos um desses momentos raros e emocionantes quando o nosso eterno "Miteiro", agora vestindo a camisa do Bahia, deixou o gramado.
Mesmo como adversário, o que se ouviu no Maracanã foi um coro uníssono de gratidão. A Nação Rubro-Negra parou para aplaudir e gritar o nome de Everton Ribeiro, provando que o respeito construído com suor e títulos é eterno.
Todo o respeito ao craque que, com sua canhota mágica, nos fez tão felizes. Ídolo não se apaga, se reverencia!
Gerson era capitão do Flamengo e titular da Seleção Brasileira.
Optou por trocar o clube carioca pelo Zenit e perdeu espaço no Brasil.
Voltou ao país para atuar no Cruzeiro e ficar mais próximo de convencer Carlo Ancelotti, mas está longe de ter o destaque que vinha tendo e não foi convocado para a última lista antes da convocação final para a Copa do Mundo.
Como as coisas mudaram em oito meses.
📸 Gustavo Aleixo/Cruzeiro | Rafael Ribeiro/CBF
Por que Gabigol não se tornou um Arrascaeta?
A história do Flamengo nos últimos anos foi escrita a quatro mãos, mas com tintas muito diferentes. De um lado, a caneta dourada e barulhenta de Gabriel Barbosa. Do outro, a pincelada fina, silenciosa e letal de Giorgian De Arrascaeta. Hoje, olhando para o retrovisor de uma era vitoriosa, fica a pergunta amarga na boca de muitos rubro-negros: por que, afinal, o homem que nos deu a América não conseguiu atingir o mesmo patamar de intocável respeito que o uruguaio conquistou?
A resposta não está nos números, mas na postura. A idolatria é um contrato invisível de confiança, e Arrascaeta entendeu as cláusulas desse contrato muito melhor que Gabriel.
Arrascaeta compreendeu que, no Flamengo, a instituição é um ente vivo que exige reverência. Ele nunca tentou ser maior que o escudo. Giorgian é o anti-herói do marketing moderno: tímido, avesso a polêmicas, focado. Quando houve negociações de renovação, foram resolvidas nos bastidores. Quando o time estava mal, ele não terceirizava culpas. Ele simplesmente pegava a bola e jogava. Arrascaeta construiu sua casa na Gávea tijolo por tijolo, usando cimento de lealdade. Ele vestiu o Manto como se fosse sua segunda pele, e jamais cogitaria vestir o de um rival num momento de folga, porque entende o peso simbólico do que carrega no peito.
Gabigol, por sua vez, escolheu o caminho do personagem. E personagens cansam. Gabriel sempre pareceu viver numa tensão constante entre ser jogador do Flamengo e ser o "Gabigol", uma entidade que precisava ser alimentada com afagos, polêmicas e reafirmação constante. Enquanto Arrascaeta servia ao time, muitas vezes parecia que o Flamengo precisava servir aos caprichos emocionais de Gabriel.
A diferença brutal é que Arrascaeta nos cativou pelo que faz com a bola; Gabriel tentou nos manter reféns pelo que fez no passado.
O uruguaio se tornou ídolo porque nos respeitou. Ele respeitou a dor do torcedor nas derrotas e a euforia nas vitórias, sem nunca usar o clube como alavanca para o próprio ego. Ele é a constância. Gabriel foi o gênio dos momentos decisivos, o predestinado, mas falhou na missão de ser o exemplo diário.
No fim das contas, Gabigol sai (ou fica na história) como o artilheiro que gritou para ser amado. Arrascaeta ficará eternizado como o gênio que, em silêncio, nos ensinou o que é amar a camisa. Um queria ser o dono do Rio. O outro se contentou em ser, com classe e honra, apenas o dono do nosso meio-campo. E isso, o dinheiro ou o marketing não compram: isso é idolatria genuína.
@joaoguilherm@Euclides_flacrf
Teve anos atrás que o Flamengo teve rivalidade com o Palmeiras. Ok, tá no nosso nível!
Ai depois veio o Atlético-MG!
Depois veio o Palmeiras novamente!
O Botafogo? Nem existiu!
Voltou pro Palmeiras!
E hoje, é apenas o cruzeirense querendo rivalizar com nós!
Tem 11 meses ...
O Flamengo perdeu nos pênaltis para o atual campeão da Champions League. E jogando bola, sem se acovardar. Derrota digna de um time gigante e acostumado a ser protagonista. Graças a Deus eu sou FLAMENGO!