▶️ ESPERANDO SOCORRO: Malu Gaspar revela que Vorcaro está esperando ser socorrido e que o tempo joga contra ele
A jornalista afirmou que a única explicação para a demora de Vorcaro em fechar a delação é a expectativa de que alguém venha resgatá-lo. Com o pai preso, o primo preso e todos os bens bloqueados, cada dia que passa aumenta o risco de ele ser prejudicado ainda mais. Malu lembrou que o pai, Henrique Vorcaro, está preso por montar uma milícia para perseguir adversários, incluindo a encomenda para quebrar o dente de um jornalista, e que o calendário da prisão preventiva dele também corre em paralelo.
Por favor, não divulguem essa pesquisa. A turma da "liberdade de expressão" proibiu.
Nunes Marques manda tirar do ar pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro https://t.co/e6LjEH2m3r
A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro não aguenta meia hora de realidade. Tem que bloquear delação, censurar pesquisa, mentir sobre o PIX, encontrar laranjas municipais para as falcatruas federais do Dark Horse e daí por diante. #BolsoMaster
URGENTE! O ministro Nunes Marques, presidente do TSE, acaba de SUSPENDER a pesquisa da AtlasIntel que mostrava Flávio Bolsonaro derretendo após os áudios mostrando o candidato cobrando milhões do “irmãozão” Vorcaro.
TARIFLÁVIO sentiu!
🚨RETROCESSO! Propostas de governo de Flávio MIRAM Bolsonaro livre, PAUSA na reforma tributária e escala 7x0!
O Brasil NÃO PODE CAIR nas mãos da Família Bolsonaro! 🇧🇷👍
Jamais confie em programas da TV aberta que topam tudo por audiência, ou seja a maioria. Mayk Leão topou dar entrevista ao Domingo Legal. Advinha o que fez o programa do Celso Portiolli? Exibiu vídeo desmentindo a aparição de OVNI. Olha o constrangimento.
Sem cortes, segue aí o momento do programa Domingo Legal em que Celso Portiolli confronta Mayk Leão com vídeo produzido para desmentir seu avistamento de OVNI.
“Morte digital” de Bolsonaro vira dado: ex-presidente perde mais de 100 mil seguidores por mês nas redes sociais: Jair Bolsonaro (PL) perdeu cerca de 800 mil seguidores nas redes sociais desde novembro. A soma dos perfis públicos do… https://t.co/aPXjsJwokQ #revistafórum
Não consigo entender nem o hate e nem a veneração com relação ao caso do Mayk Leão.
Ele ouviu sons, registrou.
Viu luzes com um efeito diferente, registrou.
Não pediu nada. Não fez produção. Só mostrou o q tava vendo, ouvindo e sentindo.
De repente, uma galera totoca da cabeça começou a lidar com o caso como fanáticos religiosos alucinados. Xingando e atacando qlq um q fizesse piada ou levantasse perguntas.
Outros começaram a odiar o cara como se ele fosse aquele “ALIENS” do History Channel, tentando a todo custo lucrar com a ignorância humana.
Se 2 milhões de pessoas decidiram segui-lo, ele está certíssimo em aproveitar isso ao máximo, como QUALQUER pessoa faria. Fechou publis, tá fazendo dinheiro sem prejudicar ngm… E ainda tá lidando com mtas consequências negativas, q vão desde o hate digital até invasões da sua propriedade. Absurdo, por sinal. Espero q essa gente seja presa.
Eu não conheço o Mayk, não sei o q ele faz. Porém, analisando apenas ESTE caso, acho apenas absurdo todo o circo que se criou ao redor. Tanto dos odiosos, quanto dos fanáticos.
O caso é uma grande janela da obsessão humana pelo reality do exagero. Onde o vazio preenche o vazio, apenas na esperança de ter pelo que torcer.
As pessoas precisam de mais hobbies.
Donald Trump tem pavio curto com jornalistas que lhe fazem perguntas que ele não gosta. E se for uma jornalista (ou política) mulher, seu temperamento se inflama ainda mais . Tornou-se comum para o republicano insultar ou questionar o profissionalismo de repórteres que o desafiam. Neste domingo, ele fez isso novamente, desta vez em um dos programas de análise política mais populares da televisão americana, Meet the Press, da NBC.
A jornalista Kristen Welker e sua equipe viajaram para Wisconsin, onde o presidente estava após participar de uma reunião com eleitores, para a entrevista previamente agendada. Tudo parecia estar correndo conforme o planejado quando o presidente começou a defender sua proposta de criar um fundo de US$ 1,776 bilhão para combater a “politização da justiça”. Esse fundo seria usado para indenizar aqueles que, segundo ele, foram investigados pelo Departamento de Justiça simplesmente por apoiá-lo. Entre eles, estariam os participantes da invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
O próprio Departamento de Justiça confirmou por escrito ao Congresso que o governo retirou a ideia e que o fundo, que havia gerado fortes críticas inclusive dentro do Partido Republicano, não será criado.
Na entrevista, Trump alegou novamente que houve fraude eleitoral, uma de suas constantes acusações quando não gosta dos resultados, em uma eleição na Califórnia. Assim como na eleição de 2020, na qual afirma ser o legítimo vencedor, ele não apresentou nenhuma prova para sustentar suas alegações. Em 2020, o verdadeiro vencedor foi o democrata Joe Biden, e nem o republicano nem seus assessores jamais conseguiram apresentar qualquer evidência de fraude eleitoral. Nas dezenas de processos que moveu, ele não venceu nenhum.
Quando a repórter o lembrou de que não havia provas de fraude nas eleições da Califórnia, o presidente começou a se irritar. "Há mais provas do que nunca!", gritou ele, agitado e, pela enésima vez, sem apresentar quaisquer dados para corroborar suas acusações. "Vocês acham normal começar uma recontagem e, cinco dias depois, ainda não estar nem perto de terminar?"
Welker rebateu, afirmando que as autoridades eleitorais reconheceram a lentidão na contagem, mas que isso não implica em fraude. Trump, cada vez mais irritado, passou a acusar a imprensa em geral, e o programa Meet the Press em particular, de corrupção. "Para ser justo, eu não sou corrupta", respondeu a jornalista. "Você é corrupta ou estúpida. Você sabe que esta eleição é fraudulenta. A sua mídia sabe que é fraudulenta", insistiu o presidente. Ele então retomou suas alegações sobre a eleição de 2020, após a qual, segundo ele, "apesar de ter vencido por uma margem esmagadora", recebeu "94% de cobertura negativa da imprensa". "Eles não têm credibilidade", insistiu.
“Somos um país de terceiro mundo”, continuou Trump, agressivo. E, depois de acusar novamente as redes de televisão americanas de serem “falsas”, declarou o fim da entrevista: “Já chega”, disse, retirando o microfone de lapela. “Obrigado, querida, divirta-se”, disse ele, condescendentemente, a Welker, enquanto se levantava, e a repórter tentava convencê-lo a continuar. “Vim até Wisconsin para isso”, lembrou ela.
Nenhum argumento funcionou com Trump. "Estive com você por uma hora na chuva, entre uma coisa e outra, já lhe dei tempo suficiente. Você precisa melhorar a sua mídia, porque um país jamais poderá ser grande sem uma mídia que não seja desonesta", disse ele novamente, enquanto se afastava.
Esse tipo de comportamento do presidente não é incomum. Em outras ocasiões, quando uma jornalista lhe fez uma pergunta que ele não gostou, ele mandou-a calar a boca. Isso aconteceu em novembro passado, quando a bordo do Air Force One ele retrucou a uma repórter: “Cale a boca, porca!” (El País)
RESUMO DO DIA:
1) Israel rompe cessar-fogo, ataca o Líbano e o Irã bombardeia Israel como resposta.
2) Trump liga pra Benjamin Netanyahu e pede pro criminoso de guerra não atacar o Irã.
3) Netanyahu não obedece Trump, humilha o presidente dos EUA perante o mundo e não respeita o acordo assinado por ele.
4) Trump abandona entrevista e sai correndo após não ter uma boa resposta.
5) Terremoto de grandes proporções é registrado nas Filipinas e alerta de tsunami é acionado.
O Supremo marcou julgamento de Eduardo Bolsonaro para o próximo dia 16 de junho, no inquérito 4995, de coação no curso do processo, cuja origem foi a denúncia que nós fizemos ao STF.
Tenho convicção de que Eduardo será julgado, condenado e preso. Até porque a família Bolsonaro segue atacando o Brasil, pedindo mais tarifaço, ataques ao PIX e interferência dos EUA nas eleições deste ano. Ou seja, eles seguem no projeto de golpe continuado contra a nossa soberania e democracia.