A tal Direita "Conversadora" agora resolveu desqualificar um idiota por motivos de nível acadêmico e, claro, não levou em consideração que a maior parte da população adulta tem exatamente o mesmo nível de instrução dele.
Pularam a fila da inteligência antes de nascer���
O vídeo de reconciliação entre Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro circulou no dia 23 de julho. Nos segundos finais, um erro operacional expôs a tela de conversas do WhatsApp de quem estava gravando.
Na lista aparecem três contatos de peso:
1- André Costa, assessor de comunicação de Michelle Bolsonaro.
2- Gisely Siqueira, secretária de Comunicação do STF apontada por Eduardo Tagliaferro como operadora de censura no TSE.
3- E um grupo de comunicação da campanha de Zema.
O celular pertence a um jornalista identificado como “Leo”, vinculado ao Brasil 247, site abertamente aliado de Lula.
O mesmo André Costa que, em dezembro de 2025, usou sua lista de transmissão para desacreditar a pré-candidatura de Flávio — e agora oferece essa mesma lista a um veículo de linha editorial oposta ao bolsonarismo.
https://t.co/aKsr1757z3
O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam
A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana.
No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos.
O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira.
O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes.
Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso.
Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo".
Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração".
O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta.
E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal.
Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas.
Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais.
A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal.
Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data.
Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro.
I wanted to let everyone know that my husband @DanVanAckeren1 took his own life on Friday, July 24, 2026. He was suffering for 5 years after the COVID-19 Pfizer vax gave him Multiple System Atrophy & other conditions.
His was the 3rd suicide this week. My fight isn’t over.
Quem é quem nessa foto (de acordo com o Gemini. Não conferi) 👇👇👇
Esta foto registra a comitiva de parlamentares eleitos do PSL (e um do DEM) reunida em um aeroporto em janeiro de 2019, prestes a embarcar para a China para conhecer tecnologias de segurança e reconhecimento facial.
A identificação das pessoas presentes na imagem inclui:
Daniel Silveira (ex-deputado federal pelo RJ): Primeiro homem à esquerda, vestindo camiseta preta da Under Armour e calça jeans.
Delegado Marcelo Freitas (deputado federal por MG): Segundo homem à esquerda, vestindo camisa clara e blazer escuro, atrás de Daniel Silveira.
Felício Laterça (ex-deputado federal pelo RJ): Terceiro homem a partir da esquerda, vestindo uma jaqueta preta fina sobre camisa escura.
Charlles Evangelista (ex-deputado federal por MG): Homem ao fundo (com jaqueta preta de zíper), posicionado entre Felício Laterça e a deputada à sua frente.
Delegada Sheila (deputada estadual por MG): Mulher à frente vestindo calça jeans, casaco claro e segurando uma bolsa marrom da Louis Vuitton.
Bibo Nunes (deputado federal pelo RS): Homem de camisa clara sorrindo, posicionado logo atrás da Delegada Sheila.
Tio Trutis (ex-deputado federal por MS): Homem ao fundo, vestindo camisa branca, parcialmente atrás de Soraya Thronicke.
Soraya Thronicke (senadora por MS): Mulher ao centro, vestindo casaco preto esportivo e segurando a mala de rodinhas preta.
Aline Sleutjes (ex-deputada federal pelo PR): Mulher de óculos posicionada logo atrás e à direita de Soraya Thronicke.
Luís Miranda (ex-deputado federal pelo DEM-DF): Homem de blazer claro (creme) e calça jeans, posicionado no centro-direito.
Sargento Gurgel (ex-deputado federal pelo RJ): Homem com óculos escuros pendurados na camisa polo, vestindo jaqueta de couro escura.
Junior Bozzella (ex-deputado federal por SP): Homem mais jovem à direita, sorrindo e vestindo uma jaqueta puffer preta acolchoada.
Lourival (assessor/membro técnico da comitiva): Homem mais à direita na foto, parcialmente cortado, usando jaqueta azul escura.
No ano passado, depois que O Globo xingou Charlie Kirk de "influenciador de extrema direita" ao noticiar que ele foi assassinado, procurei saber se a imprensa tradicional também adjetiva Jones Manoel como um influenciador de "extrema esquerda" — o que, ao contrário da rotulação de Kirk, seria verdade, já que entre os dois só Jones passa pano para ditador genocida e justifica fuzilar seus inimigos.
A resposta na época, claro, foi negativa.* É o resultado de uma imprensa formada por 81% de jornalistas que se dizem de esquerda.
Agora que Jones Manoel se recusou a condenar o comprovado uso de estupro pelo Hamas como suposta tática de "resistência" (eu acho que é tática de sadismo e terrorismo mesmo), fiz a busca mais uma vez.
Resultado: em 3 de janeiro de 2026, finalmente, na Folha de São Paulo, a colunista Monica Bergamo chamou Jones Manoel de “um dos principais nomes da extrema esquerda brasileira nas redes sociais”. O contexto é uma entrevista que ela fez com o influenciador. Achei particularmente relevante essa pergunta dela e essa resposta dele:
Bergamo: “Qual foi o maior desafio ao debater com tantas pessoas de posições tão diferentes?”
Jones Manoel: “Lidar com certos perfis. Havia pessoas [com quem debati] que fizeram carreira defendendo agressores de mulheres, por exemplo. Isso exige muito estômago. Foi preciso controlar o asco, mas cumpri o objetivo do debate.”
Ué.
* https://t.co/abxmlTNZsi
O Ruschel pendurou na praça a certidão que explica o Brasil dos últimos quatro anos, trinta de outubro de 2022, noite da vitória do Lula, e os dois donos do MBL vindo a público não para lamentar, mas para agradecer, o Renan parabenizando os cinco milhões de nulos e brancos, "durma com a consciência tranquila", e o Kataguiri completando, "não esquecendo dos que se abstiveram também". Leiam devagar, aquilo não é análise, é agradecimento, o verbo que se dirige a quem prestou serviço, e serviço houve, o petismo voltou pela margem mais estreita da história e cada nulo fabricado na direita foi voto que o Lula embolsou sem gastar um centavo, aqueles posts não são opinião, são recibo. E poupem-me do álibi, rachadinha, orçamento secreto, culpa do Bolsonaro, porque uma pergunta de criança demole tudo, o nulo consertou o quê, puniu qual crime, devolveu qual centavo, ou apenas entronizou o chefe do maior assalto das repúblicas e chamou a cerimônia de consciência limpa? Moral que produz o triunfo do pior não é moral, é vaidade com efeitos criminosos, o fariseu que atravessa a rua para não sujar a túnica enquanto a pátria sangra na sarjeta. O Olavo ensinou a vida inteira, o sistema não teme a oposição de palco, ele a contrata, e o MBL é a prova viva, meninos que encheram ruas pedindo cabeça de petista e descobriram que impedir a direita de vencer paga mais do que vencer, porque vitória exige obra e demolição exige só microfone e falta de escrúpulo. Agora rodem 2026 e reconheçam o filme, o candidato de nove por cento, a régua invertida de que apoiar quem pode ganhar é apoiar o Lula, o vídeo íntimo anunciado como plataforma, a trituradora ligada contra todo nome que ameace o segundo turno, mesmo roteiro, mesmos operários, mesmo patrão, perder a eleição para herdar o espólio e reinar sobre os escombros em 2030. No fim, só uma consciência dormiu em paz naquela noite de outubro, a do Lula, que ganhou a Presidência nas urnas e ganhou de brinde a guarda mais barata do mundo, a que trabalha de graça, veste uniforme de rebelde e ainda cobra da direita gratidão pelo punhal.
O gráfico postado pelo @LucianoHangBr está errado. Abaixo, o gráfico corrigido. Uma adição: pagamos mais um carro com o IPVA. Assim, na compra de um carro financiado, você paga: um carro pra você, um carro para o banco, e dois carros para o governo.
Here’s Fauci admitting that COVID vaccines can cause myocarditis, particularly in young men.
How many times did he insist they were “safe and effective”?
No more excuses. No more immunity. Time for accountability.
Algo mudou na rede elétrica do Brasil e foi para pior. Estou há 5 anos trabalhando na mesma empresa responsável por cuidar daquilo que costumam chamar de backbone. Temos técnicos em home office do Pará ao Rio Grande do Sul. Toda vez que ficam sem internet em casa, precisam levar o laptop para outro lugar que a tenha para continuar trabalhando.
Como não tenho parentes próximos, quando é a minha vez de fazer cosplay de século 19, vou a um motel próximo. Não sou o único: a voz que sai da gavetinha costuma falar espontaneamente sobre senha do WiFi e sobre onde há tomadas no quarto. Há uma clientela cativa de motel office.
Quando ficamos sem energia durante o expediente ou plantão, temos que avisar os demais colegas pelo chat interno da empresa que ficaremos offline pela próxima hora em deslocamento. E avisamos de novo quando chegamos a algum lugar eletrificado e podemos voltar à ativa.
O que venho dividir convosco é um indicador anedótico: nessa primeira metade de 2026 a quantidade de técnicos sem energia elétrica em casa superam os 4 anos anteriores SOMADOS.
Não tenho o indicador anotado, mas é nítido que se tornou semanal algo que sequer era mensal, sobretudo no inverno.
Algo mudou e foi para pior.
Prevejo Caiado em algum debate entrando quase em luta corporal em defesa de Painho Lulis, contra o Flávio.
Se isso não acontecer é porque alguém da equipe dele leu isso aqui antes kkkkkk