@yzancap@blackjaguarmvp@republiqueBRA Bolsonaristas vivem de ilações e fake news.
Explique os 130 milhões do Vorcaro na conta do Rachadinha. De repente o "Danii" é mais próximo da sua galera do que dos Petistas... Já passou pano pra delação do Vorcaro em relação as doações pro seu mito?
@yzancap@blackjaguarmvp@republiqueBRA Quem poderia imaginar que quem defende VAGABUNDO ficaria triste com punição pra vagabundo? A direita bolsopetista cada vez mais boiola.
Se filia ao PSOL logo.
@Leonardotti@clarionrox@brainletbr Sim. Em um país sérios aqueles vagabundos que você mama ficariam presos por muito mais tempo.
Mas o eunuco bolsonarista precisa dividir o seu tempo entre passar pano pra corrupto e sinalizar virtude pedindo anistia pra um velho brocha que fodeu a nossa revolução.
Critiquei André Mendonça quando avalizou, como AGU, o inquérito das fake news, agora usado por Moraes contra ele próprio.
Comentei que era melhor abrir mão do cargo que compactuar com o passe-livre ao autoritarismo. Em 2019, Jair Bolsonaro saiu em defesa de Mendonça pelo aval.
Desde então, Moraes explora sua relatoria infinita e exorbitante - em nome da “democracia” - contra todos que ousam trazer à tona verdades comprometedoras sobre ele e seus pares do Centrão do STF.
Faz isso há mais de 7 anos com veículos de comunicação, jornalistas, auditores fiscais e, dessa vez, com um colega de Corte que ousou não esconder o nome dele mesmo: o destinatário dos pedidos de blindagem feitos por um banqueiro criminoso que havia contratado sua esposa por R$ 131 milhões.
Neste sentido, talvez seja o ato não só mais bizarro, mas também o de maior hipocrisia da história do Poder Judiciário brasileiro, que esse mesmo Moraes peça, na condição simultânea de juiz e pretensa vítima, investigação de outro relator por abuso de autoridade e crime de responsabilidade, apontando “quebra da imparcialidade judicial” e direcionamento de alvos “por motivos pessoais e políticos”.
Não que Mendonça seja o exemplo máximo de isenção. Anos antes dos casos Master e INSS, ele blindou, com manobras processais, o deputado federal bolsonarista Silas Câmara, que estava prestes a ser preso por “rachadinhas” e que havia apoiado seu nome para o STF, quando Mendonça o chamava de “ombro amigo”.
Mas, a despeito da desconfiança de não dar ao caso “Dark Horse” a mesma celeridade que aos de Lulinha e Moraes, nada há de concreto até o momento que torne sua supervisão judicial mais anômala que as de Moraes ou de Toffoli (sócio-oculto do resort Tayayá), jamais alvos de pedido de investigação apresentado por colegas.
Tanto é assim que, para desqualificar Mendonça, Moraes se baseia em um relatório interno da PF que se define como “sem caráter decisório e sem valor probatório”; que não tem cabeçalho oficial da corporação, nem é assinado por delegado algum; e que apresenta relatos anônimos sem provas documentais, com grau de confiança de “baixa a moderada”.
De sólido, o relatório aponta que as suspeitas apresentadas pela PF contra a relação de Toffoli com Vorcaro eram graves e n��o foram alvos de apuração no STF.
Toffoli também foi blindado por Gilmar Mendes - em relatoria ainda mais esdrúxula, ressuscitada pelo decano três anos depois do arquivamento do caso original - contra quebra de sigilo da empresa Maridt determinada pela CPI do Crime Organizado. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira, virou até alvo de Gilmar em ação na PGR de seu amigo e ex-sócio, Paulo Gonet.
A casta do sistema é assim: permite-se toda sorte de extrapolações, mas retalia desafetos sem qualquer evidência igual ou maior de abuso. O que fica evidente, dessa vez, é o absoluto desespero de Moraes.
Ele é mais do que “negro” e “contra cotas”. É professor de escola pública, filósofo, escritor, profundo conhecedor das mazelas da educação brasileira e grande fã de John Coltrane e charutos.
Renan Santos is polling in the single digits, but his willingness to propose bold ideas is winning him prominent backers on the Brazilian right https://t.co/6sLa7YKYyu