A torcida do Fluminense entrou num estado psicológico de não-pertencimento. É mais fácil criticar, fingir que não faz parte daquilo e desopilar em caso de derrota. É sempre mais fácil não se comprometer.
Acho que os erros da diretoria são a principal causa. Sobretudo na comunicação, na relação com a torcida. Claro que o clima foi ampliado por influenciadores caça-cliques e frustrados em geral, mas algo precisa ser feito. E só a diretoria pode fazer algo pra mudar isso. É como dizíamos no finado tempo das redações de jornal: “a culpa é sempre do editor”.
BIZARRO PENSAR QUE EU VIVI NA MESMA ÉPOCA DO ORELHÃO DE RUA E DO IPHONE.
DA LOCADORA DE FITA VHS E DA NETFLIX.
DO WALKMAN E DO SPOTIFY.
DA CALÇADA COM OS AMIGOS E DAS REDES SOCIAIS.
QUEM VIVEU SABE!
Quem mais?
Impressionante o impacto que tem Lucho Acosta no Fluminense.
Não tem como não ter dependência de um jogador capaz de encontrar todo e qualquer espaço. E fazer tudo tão bem.
O baixola pratica futebol do mais alto nível.
@cauatinocoTLe A gente tendo pontas/meias que decidem o jogo, eleva muito o nivel do nosso time que ja e bom .
Soteldo se resolver jogar ajuda, e o Boanga seria perfeito.
Vamos ver. Esse ano promete.
Comentário consciente da minha esposa aqui assistindo o gol do Flu:
“Martinelli estava parecendo o Ganso em algumas jogadas ne”
Ane Karoline sabe muito de futebol, ta?
NOTA OFICIAL SOBRE PROIBIÇÃO DA CBF
Durante esta sexta-feira, circulou a informação de que a CBF teria estabelecido uma orientação para transmissões realizadas em estádios, em competições organizadas pela entidade, proibindo rádios e web rádios de exibirem imagens de narradores e comentaristas nas cabines. Confirmamos que essas determinações são verdadeiras e já estão sendo praticadas em alguns estados.
O Jornada KTO 1902 ainda não foi informado oficialmente sobre essa medida. Mesmo assim, nossa posição é direta: não faz sentido. Isso não protege direito de transmissão, não muda nada para quem tem os direitos do jogo e, no fim, só atrapalha a cobertura — tirando do torcedor um pedaço importante da experiência. Favorece àqueles que já não vão mais ao estádio, distanciado o torcedor do clube e o jornalista de uma das suas prioridades que é estar no local da notícia.
Há um exemplo recente que reforça a preocupação: no último fim de semana, a detentora dos direitos não exibiu a cerimônia de premiação de um título do Fluminense no Maracanã. Se algo semelhante fosse aplicado ao Campeonato Carioca, o torcedor simplesmente não veria a festa do título, entrevistas e reações dos jogadores, porque veículos como o Jornada ficariam impedidos de mostrar.
O Jornada existe porque escolheu dar atenção ao torcedor e acompanhar o futebol do jeito que ele é consumido hoje — com presença e proximidade. E isso se traduz em trabalho: fomos o único veículo, entre todos — incluindo detentores de direitos — a cobrir todos os jogos do Fluminense in loco: 67 em 2024 e 79 em 2025.
Esperamos que ACERJ, ACEB e demais associações pelo Brasil atuem e intervenham em defesa dos seus associados, buscando diálogo e critérios claros.
Apesar dessa decisão, seguimos firmes. O próximo jogo do Fluminense por competição organizada pela CBF é no dia 25/02, e estaremos lá, com quatro jornalistas em outro estado, fazendo mais uma cobertura in loco, em respeito a todo o público tricolor.
Jornada KTO 1902
O Fluminense dominou com 11 e não sofreu perigo com 10. Clássico de muito brio dos jogadores. Palmas para Luis Zubeldía, que vê seu trabalho cada vez com mais corpo.