Não sou contra a esquerda ou contra a direita. Sou contra três tipos de esquerda e de direita: a autocrática (como Ortega e Bukele), a populista (como Lula e Bolsonaro) e a identitarista (como Erika Hilton e Jordan Bardella). Às vezes esses tipos se misturam em cada lado.
Dia 21 de julho de 1902, na Marquês de Abrantes, 51. De 20 assinaturas, nasceu Fluminense, o clube do Rio, natural do Rio de Janeiro.
O pioneiro do futebol brasileiro se embrenhou pelos quatro cantos da cidade mais linda do mundo. Viajou pelo estado, conquistou o país, o mundo.
Três cores, que representam tanto o bairro das Laranjeiras, como fazem aquecer corações Tricolores em cada lugar do planeta. O Fluminense é tradição, mas também é progresso, porque esse querido pavilhão vai muito além dos tantos títulos que em Laranjeiras festejamos. É orgulho, é sentimento sem igual.
124 anos depois, a Maior Ideia de Todos os Tempos ainda é brilhante.
Obrigado, Fluminense. Parabéns. O grande amor das nossas vidas.
#Flu124
"Nós somos do Rio de Janeiro" é refrão da torcida, mas é nome da mais nova série original da #FluTV.
Em cada episódio, um território carioca ocupado pelo amor ao Tricolor.
“Nós Somos do Rio de Janeiro” vai mostrar o tamanho da torcida do Fluminense espalhada por territórios pela cidade, muito além da Praia e Carnaval. Mangueira, Borel, Guararapes, Zona Portuária, Rocha, Zona Oeste e muito mais.
Histórias, personagens, bares, cultura e pertencimento de um clube que circula pelas ruas e pela alma do Rio desde 1902.
Prestigie, compartilhe e inscreva-se na #FluTV!
Fluminense é um sentimento sem igual.
Brasileiros fazem de conta que "odeiam" a Argentina no futebol, mas na verdade é pura inveja.
É inveja porque veem nos times deles o que os nossos não têm - e nunca tiveram; os nossos tiveram, sim, durante muito tempo, muito mais talento; mas não é disso que se trata, obviamente.
Fingem torcer contra, influenciados por uma maçaroca midiática que vai de Galvão Bueno ("ganhar é bom, mas ganhar da Argentina é melhor") a recorrentes "casos de racismo" (racismo que antigamente era um assunto sério, mas hoje quase que invariavelmente é reduzido a algum boçal, normalmente alcoolizado, fazendo caretas na arquibancada).
A gana de vencer e nunca desistir, a dedicação genuína, abarcando todos os sentidos simbólicos da expressão "vestir a camisa", a coesão entre campo e arquibancada: tudo isso neles é absolutamente incomparável.
Até mesmo no futebol de clubes é incomparável: os nossos clubes, muito mais ricos e há bastante tempo dominantes no continente (a ponto de tirarem inúmeros bons jogadores deles), é feito na (quase) totalidade de torcidas mimadas, que não sabem perder e que, não raro, deixam de apoiar e passam a vaiar os próprios times no decorrer dos jogos mais difíceis, nos dias em que eles mais precisam.
Com a seleção é ainda pior: a seleção brasileira sequer tem uma torcida. O valioso ativo administrado pela obscura CBF, há muito tempo e por muitas razões, perdeu totalmente a identidade com o país e com o futebol aqui praticado. A paixão que havia (e havia, eu me lembro) deve ter se perdido, não tenho bem certeza, lá pelos anos 80: em 82 realmente chorou-se, sem sentido figurado, pela dolorosa derrota.
Depois tudo foi esfriando pouco a pouco, até chegar aos dias de hoje, em que a imprensa e os anunciantes precisam fazer cada vez mais força para insuflar nas pessoas o tal sentimento de unidade nacional, em um povo que não se "une" mais, faz tempo, por coisa nenhuma.
Nossos atuais "craques", jovens milionários sem expressão, como se fossem todos iguais, sem voz, sem opiniões, completa e permanentemente blindados por staffs que lhes dizem exatamente o que dizer e o que não dizer, com seus cremes e perfumes, suas roupas de marca, suas dancinhas, suas vidas perfeitas, com belas esposas e lindas famílias, com suas postagens quase que invariavelmente adornadas por trechos bíblicos e de nenhum conteúdo, não despertam paixão em ninguém;
e, quando enfim colocados à prova, mostram que a desconfiança era justificada.
Quanto aos guerreiros argentinos, que vocês fingem odiar para disfarçar a inveja, resignem-se, brasileiros:
eles JÁ ganharam.
Pouco importa o resultado do jogo final, eles já ganharam e receberão em seu país as honras de vencedores. Porque tem ali um tutano, uma macheza, uma fibra (essas coisas que os nossos não têm) que será reconhecida e reverenciada, ainda que não levem a taça na bagagem.
Desista de torcer contra: porque de nós, sem ter que nos enfrentar, eles ganharam de goleada.
🇪🇬 ▪️ El juez miró al hombre que había disparado contra el presidente egipcio Anwar el-Sadat y le preguntó con calma:
—¿Por qué lo mataste?
— Porque era seglar, respondió el asesino.
El juez frunció el ceño.
— ¿Qué significa “seglar”?
El hombre dudó un segundo.
— No lo sé.
…….
▪️ En otro juicio, el acusado había intentado asesinar al escritor Naguib Mahfouz.
— ¿Por qué lo apuñalaste?
—preguntó el juez.
— Porque escribió una novela contra la religión.
—¿La leíste?
— No.
…….
▪️ En una tercera sala, otro hombre enfrentaba cargos por asesinar al intelectual Farag Fouda.
—¿Por qué lo mataste?
— Porque no tenía fe.
—¿Cómo lo sabes?
— Está en sus libros.
— ¿En cuál?
Silencio.
— No lo sé. No los he leído.
— ¿Por qué no los leíste?
El hombre bajó la cabeza.
— No sé leer ni escribir.
…….
▫️ En los tres casos, el patrón era el mismo.
-Se mataba por ideas que no se entendían.
-Se condenaba por palabras que no se habían leído.
-Se odiaba por conceptos que no se sabían definir.
No era convicción. Era repetición.
No era fe. Era eco.
No era certeza. Era obediencia ciega.
La violencia no nació del pensamiento. Nació de la ausencia de él.
El odio no se propaga a través del conocimiento. Se propaga donde el conocimiento no llega. Y cada vez que una sociedad renuncia a educar no crea ignorantes, crea armas humanas que no saben por qué disparan, pero están dispuestas a hacerlo. Ese es el precio invisible de la ignorancia. Y siempre lo paga alguien que no hizo nada para merecerlo.
…….
Alaa Al Aswany
Escritor egipcio
Por que a ONU demorou tanto para reconhecer a desumanidade do movimento terrorista do Hamas para com a população de Gaza, já vítima de uma brutal guerra promovida por Israel e que foi, pelo próprio Hamas, provocada ?
ONU acusa Hamas de intimidar trabalhadores e dificultar entrega de ajuda humanitária em Gaza
https://t.co/7gg7a5z8Ms
A ONU veio ontem reconhecer que o Hamas rouba ( até 90 por cento) da ajuda humanitária em Gaza.
Os episódios de subnutrição - a que os histéricos anti-semitas chamaram “fome generalizada”, uma das muitas mentiras deste conflito - tem apenas UM responsável: os terroristas do Hamas.
É interessante olhar-se para os relatórios da ONU, insuspeita de gostar de Israel , para se constatar que Gaza recebe ajuda humanitária e água muito acima das suas necessidades e muito acima de qualquer população em qualquer conflito do mundo.
Acordem pá !
Merreu de forma repentina um grande senador republicano Lindsey Graham que nesta quadro se notabilizou por seu decidido apoio a luta da Ucrânia contra as tropas invasoras da Rússia de Putin
Perdeu a democacia no mundo e a Ucrânia resistente e gloriosa luta pela liberdade e soberania, um dos seus expoentes .
De pêsames a familia do Lindsey Graham, o Senado os USA , a Ucrania e a Paz.
O Itamaraty deveria vir a público explicar por que considera possível uma ação militar americana no Brasil. Importante saber se há alguma razão realista para essa avaliação. Instituições de Estado deveriam passar longe do clima eleitoral @Estadao
https://t.co/SBmbZk30Vz
A advogada e escritora Lilia Frankenthal ao analisar no seu livro "O Antissionismo Impossível - História, direito e crime na negação da autodeterminação judaica" os passos iniciais da instauração da ditadura hitlerista e do nazismo na Alemanha especialmente as primeiras leis raciais contra os judeus, formulou uma frase que merece ser lida e bem pensada, inclusive bem atual e oportuna para nos brasileiros neste momento, nesta hora.
"Aí está uma das lições mais importantes: regimes autoritários frequentemente legislam em camadas. Primeiro aprovam o princípio discriminatório. Depois detalham a execução. A sociedade, em cada etapa, é levada a aceitar a anterior como fato consumado.
O choque diminui. A burocracia normaliza. O absurdo passa a ter formulário."
ELE NÃO É DESSE PLANETA, SENHORAS E SENHORES!! RESPEITEM O GOAT!!
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🔗 https://t.co/73j4aGauAx
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