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O presidente do STF, funcionário de Lula, Edson Fachin, tirou o caso envolvendo o Daniel Vorcaro e o psicopata tirano Alexandre de Moraes de André Mendonça e assumiu a relatoria do caso no STF.
A decisão foi feita na noite deste sábado (12). Os bandidos tomaram o poder.
Após um ano sendo alvo de medidas cautelares por um crime que jamais cometeu, Gilson Machado finalmente tem as restrições revogadas por Alexandre de Moraes. A verdade prevalece.
Agora a pergunta que fica é: quem paga o dano causado a nossa família e a honra de meu pai?
A posição moral diante do crime não admite "mas".
"Sou a favor de combater o crime, mas..."
"Sou contra o tráfico, mas..."
É por causa desse "mas" que, só entre 2003 e 2018, nos primeiros 4 governos do PT, foram assassinados 875.000 brasileiros.
O "mas" é de massacre.
O ministro moraes acaba de proibir a visita de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA, a Jair Bolsonaro.
A autorização havia sido dada há dias atrás, mas imagina-se que moraes jamais teve a intenção de permitir a visita.
Ingenuamente, alguns interpretaram a permissão como uma espécie de 'gentileza' do ministro em retribuição às tentativas cordiais de aproximação do candidato Flavio Bolsonaro, espécie de acordo entre cavalheiros.
Só que moraes não é um cavalheiro exatamente.
No filme de quinta categoria da ditadura brasileira, alexandre de moraes já foi quase tudo: juiz, investigador, advogado, promotor, vítima e acusador, quem prende e quem solta, e até, há pouco, degustador de whisky com pedigree.
Mas seu melhor papel inquestionavelmente é o de carcereiro da ditadura.
Especialmente no caso icônico do ex presidente Jair Bolsonaro.
Fato: Bolsonaro é um preso político e está isolado ilegalmente.
Se, num ano eleitoral, um líder é mantido isolado para conter a oposição, evidentemente não seria possível permitir que esse líder contasse a verdadeira história a um assessor americano.
E foi feito, está proibido, debaixo de 'considerações' delirantes a respeito do visto de Beattie e 'soberania' brasileira.
O ministro mauro vieira, pouco inteligente, entregou o jogo ao justificar a proibição como ação para preservar o país de 'indevida ingerência' dos EUA.
O que querem preservar mesmo é o poder, e qualquer oposição à reeleição de seu marionete lula será vista mesmo como 'ingerência', nome bacana para autoritarismo, totalitarismo e ditaduras tropicais.
*THE JAILER
Minister Moraes has just prohibited a visit by Darren Beattie, senior advisor to the U.S. State Department, to Jair Bolsonaro.
The authorization had been given days ago, but it is assumed that Moraes never intended to allow the visit.
Naively, some interpreted the permission as a kind of 'kindness' from the minister in return for the cordial attempts at rapprochement by candidate Flavio Bolsonaro, a kind of gentleman's agreement.
But Moraes is not exactly a gentleman.
In the fifth-rate film of the Brazilian dictatorship, Alexandre de Moraes has been almost everything: judge, investigator, lawyer, prosecutor, victim and accuser, the one who arrests and the one who releases, and even, recently, a taster of pedigree whisky.
But his best role is unquestionably that of jailer of the dictatorship.
Especially in the iconic case of former president Jair Bolsonaro.
Fact: Bolsonaro is a political prisoner and is illegally isolated.
If, in an election year, a leader is kept isolated to contain the opposition, it would obviously not be possible to allow that leader to tell the true story to an American advisor.
And it was done, it is prohibited, under delusional 'considerations' regarding Beattie's visa and Brazilian 'sovereignty'.
The not-so-bright Minister Mauro Vieira gave the game away by justifying the prohibition as an action to preserve the country from 'undue interference' by the US.
What they really want to preserve is power, and any opposition to the re-election of their puppet Lula will indeed be seen as 'interference', a nice name for authoritarianism, totalitarianism and tropical dictatorships.
ATENÇÃO, BRASIL!
Estes são os parlamentares que votaram para blindar envolvidos no roubo dos aposentados
Registro dos parlamentares que votaram para impedir o avanço das investigações na CPMI do INSS:
Jaques Wagner – PT – Bahia
Eliziane Gama – PSD – Maranhão
Humberto Costa – PT – Pernambuco
Teresa Leitão – PT – Pernambuco
Jorge Kajuru – PSB – Goiás
Meire Serafim – União Brasil – Acre
Átila Lira – Progressistas – Piauí
Ricardo Maia – MDB – Bahia
Patrus Ananias – PT – Minas Gerais
Rogério Correia – PT – Minas Gerais
Alencar Santana – PT – São Paulo
Dagoberto Nogueira – PSDB – Mato Grosso do Sul
Paulo Pimenta – PT – Rio Grande do Sul
Pedro Uczai – PT – Santa Catarina
Ribeiro Neto – PRD – Maranhão
Max Lemos – PDT – Rio de Janeiro
Randolfe Rodrigues – PT – Amapá
Esses parlamentares votaram para impedir convocações e blindar envolvidos no esquema que prejudicou aposentados e pensionistas brasileiros.
GRAVÍSSIMO: se não fosse ministro, Moraes sofreria buscas e possivelmente seria preso por indícios de corrupção e obstrução de investigação de organização criminosa.
O contrato era com a esposa, mas só saem mensagens de Vorcaro com Moraes. E elas sugerem tentativa de obstruir investigações por meio da atuação do ministro.
Os prints de Vorcaro gritam alto por ajuda no dia da prisão. E são correspondidos com respostas secretas que dão sequência à conversa.
Moraes mentiu e negou as mensagens. Ele apagava os registros. Tudo só agrava a situação toda. Não explicou o contrato, os contatos, os encontros, os 129 milhões.
Qualquer procurador ou juiz com experiencia em grandes investigações teria a mesma suspeita neste caso: corrupção e obstrução.
Não há como negar que temos, pela primeira vez, Moraes sendo investigado no Supremo. O reconhecimento oficial disso, que não sabemos se virá, virou detalhe.
A Moraes, como a todos, cabe presunção de inocência. Mas a Moraes, como a todos, cabe a lei, a investigação, o afastamento do cargo diante da gravidade dos fatos.
A omissão do Senado está se tornando um escândalo tão escandaloso quanto o próprio escândalo envolvendo Moraes.
https://t.co/UmoOvtOtrw
Alexandre de Moraes pode colocar todos os brasileiros no famigerado inquérito das fake news e, ainda assim, ele tem de explicar como a mulher dele conseguiu um contrato de 129 milhões de reais com o Master, em troca de nenhum serviço relevante prestado ao banco.
O governo Lula gastou mais de 423 milhões de reais no cartão corporativo em 2025.
Mais de 99% das despesas estão classificadas como sigilosas, concluiu um processo de monitoramento do TCU.
Em 2024, a torneira do cartão corporativo custou aos brasileiros mais de 584 milhões de reais.
Em 2023, primeiro ano de Lula no Planalto no atual mandato, foram 430 milhões de reais.
Toffoli culpa Lula pela ação da PF que elaborou documentação de 200 páginas que o comprometeria, segundo apuração de Malu Gaspar, de O Globo, um dos veículos que descobriram a pólvora recentemente ao perceber que o STF saiu dos trilhos. Segundo a repórter, Toffoli aponta os dedos para Andrei Rodrigues, chefão da PF, ex-segurança de Lula na campanha (o ex-segurança de Lula, íntimo do presidente, é diretor-geralda PF? Mas o Supremo não tinha proibido o Ramagem?). Toffoli acredita que o subordinado Andrei jamais faria o trabalho republicano da PF sem autorização nada republicana de Lula - a PF deveria ser uma organização de Estado, não de governos. Andrei também foi aliado de primeira ordem de Alexandre de Moraes no Estado paralelo fora da Constituição que perseguiu a Direita no Brasil. Mas Alexandre é amigo de Toffoli. Na reunião de quinta no STF, Alexandre teria sido o primeiro a declarar apoio a Toffoli, segundo reportagem do Poder 360. Alexandre também é muito próximo de Lula. Toffoli e Alexandre estão juntos desde o inquérito 4781, aberto de ofício por Toffoli, que designou sem sorteio o ministro Alexandre como relator, sabendo que tudo aquilo era ilegal. É o inquérito do fim do mundo. De lá pra cá, a democracia brasileira foi subvertida e atropelada pelo Supremo - com a anuência de parte da imprensa (a mesma que se surpreende agora com o Taiaiá e o contrato milionário de Vorcaro com a esposa de Alexandre).
A intriga de Brasília parece tudo, menos a de homens - muito poderosos - preocupados com o interesse público.
A eleição é em outubro.
O Globo: A aliados, Toffoli atribui a Lula entrega de relatório da PF sobre celular de Vorcaro ao STF https://t.co/Tz2Tb6Gjp5
O Poder 360 traz reportagem que desmonta qualquer vestígio de ilibada reputação do STF na reunião de quinta-feira para tratar do caso Toffoli, depois que a Polícia Federal levou ao presidente Edson Fachin informações que colocariam a relatoria do ministro no caso do Banco Master sob elevada suspeição. As investigações trariam conteúdo ainda mais grave, na verdade.
Então, tomando pelo valor de face os bastidores da reunião de ontem, trazida pelo Poder, há duas coisas que se pode ressaltar:
A primeira é ruim, de gênese. O STF teria se tornado tóxico ao país, uma instituição sem moral para julgar segundo as duas exigências que se requer de postulantes à corte: reputação ilibada e notável saber jurídico, o que juntas obrigam os ministros a respeitar e defender a Constituição de maneira inequívoca. Ainda mais perigoso é que se trata de uma instituição desmoralizada de dentro para fora, mas ainda com muito poder. Com 85% de decisões monocráticas, a maioria que tergiversa sobre a Constituição margearia o estilo de monarcas sem controle. É caso notório de decadência político-institucional no pior sentido para uma corte de Justiça que não se expõe ao voto de quatro em quatro anos para escrutínio do eleitor. Um alienígena institucional, como tenho defendido há tempos em minhas colunas e comentários na Oeste. O Brasil estaria refém de juízes à margem da lei e do mínimo decoro.
A parte moderadamente boa de toda essa história é que a corte perdeu aquela áurea de poder moderador e garantidor da República - falsa, sabemos, mas que convencia e interessava a muita gente que também havia perdido todos os pruridos de civilidade democrática e jurídica. Em política, e o STF se colocou debaixo deste guarda-chuva ao se afastar da tecnicidade da Justiça, todo mundo deve satisfação a alguém. Pode ser legítima e pública, como ao povo, ou estranha e impublicável, negociada nos bastidores. Mas deve. Todos devem satisfação. Em um dado momento, o STF conseguiu, de tão anabolizado que ficou com esse estranho poder que se deu e que lhe foi concedido por tanta gente omissa ou interesseira, dar de ombros a essa regra. Ao impor medo e perseguição, dicou acima disso tudo, acima do Brasil. O escândalo atual - de dentro para fora, insisto - o devolveu à regra dos mortais na política.
Numa perspectiva moderadamente otimista, importante notar que há fatos novos que, como tenho dito, colocam o STF nas cordas como jamais esteve. Está sendo questionado por mais gente, inclusive pela parte da imprensa e da sociedade que antes o apoiava mesmo nos abusos. E o principal: o escândalo vem de dentro, vem dos próprios ministros, não tem inimigo externo como quando miraram Bolsonaro e os presos do dia 8 e cometeram todas as atrocidades jurídicas possíveis. Antes, alegavam estar "salvando a democracia". Nunca estiveram.
Por fim, diante do corporativismo que se viu nas supostas declarações da reunião fechada dos ministros, a torcida agora é por mais bastidores, mais vazamentos e pelos narizes mais sensíveis de ministros que não queiram manter a aparente união sob um mau cheiro insuportável.
Todo santo dia é uma corrupção nova, uma fraude milionária.
PF, Receita Federal e CGU realizaram operação que desarticulou esquema de desvio de cerca de R$ 30 milhões do Farmácia Popular.
Mas ainda tem gente que acredita no desgoverno do LuLarápio!